Título do projeto

A Longa Noite

LOCAL

Sesc Pompeia

ENDEREÇO

R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo – SP

VISITAÇÃO

07/04/2018 – 07/07/2018

Artista

Lucia Koch

Produção

Luiza Mello (Automatica)

Desenho arquitetônico

Alecsander Gonçalves

Design gráfico

Julio Dui (Estúdio Mono)

Engenharia, desenvolvimento e montagem do filtro vinílico da cobertura

Lee de Castro e equipe (LeeOffice)

Marcenaria

Leonardo Padilha (12 Polegadas)

Iluminação 

André Boll (Santa Luz)

 

 

A instalação “A Longa Noite”, da artista Lucia Koch, foi realizada no Sesc Pompeia, entre  07 de abril e 08 de julho de 2018. Pensada especialmente para ocupar o hall do teatro, a intervenção responde à arquitetura do local e propõe uma transformação temporária do espaço. Um filtro de cor cobre o enorme telhado de vidro do ambiente, impondo uma luz violeta e constante que afeta nossa experiência de espaço e tempo.

Para Lucia Koch: “a noite é o lugar da ansiedade e da antecipação. Só suportamos a noite porque antecipamos o dia, assim como atravessamos o dia contando com o anoitecer. Se a cor da luz não muda, ficamos presos a este estado de suspensão.”

A artista também acrescenta ao local centenas de hastes de madeira, semelhantes aos elementos estruturais das treliças usadas na arquitetura de Lina Bo Bardi. Dispostas em aparente desordem, como à espera de um destino definitivo, as hastes são pintadas de vermelho, a cor que mais se destaca sob o filtro. Para a inauguração, ela convida o público a vestir roupas vermelhas.

TÍTULO DO PROJETO

Entre Construção e Apropriação — Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman nos anos 60

LOCAL

Sesc Pinheiros

ENDEREÇO

R. Paes Leme, 195 — Pinheiros, São Paulo – SP

VISITAÇÃO

06/04/2018 – 03/06/2018

CURADORIA

João Bandeira

CURADORA ASSISTENTE

Ana Roman

PRODUÇÃO

  • Automatica
  • Luiza Mello
  • Mariana Schincariol de Mello

ESTAGIÁRIA DE PRODUÇÃO

Ana Pimenta

PROJETO EXPOGRÁFICO

Ricardo Amado e Beatriz Matuck

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

André Boll

PROJETO GRÁFICO E COMUNICAÇÃO VISUAL

  • Celso Longo + Daniel Trench
  • Luisa Prata [assistente]

PESQUISA

Lara Casares Rivetti

REVISÃO

Duda Costa e Marca-Texto Editorial

COORDENAÇÃO EDUCATIVA

Dialogum Projetos Culturais Carlos Negrini

MONTAGEM FINA

  • Superarte Produtora
  • Alexandre Cruz
  • André Cruz
  • Eurides Corcini
  • Lucas Corcini

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Pool de Comunicação

TRANSPORTE

Vanguardian Transportes Especializados

AGRADECIMENTOS

Adolfo A. Leirner, Alfredo Setubal, Antonio Dias, Clara Gerchman, Elaine Ramos, Evandro Teixeira, Fabiana de Barros, Fabio Cimino, Fulvia Leirner, Gustavo Rebello, Heitor Martins e Fernanda Feitosa, João Avelar, João Sattamini, Lenora de Barros, Licia Viola, Luciana Brito, Orandi Momesso, Luis Antonio de Almeida Braga, Luiz Buarque de Holanda, Marcio Gobbi, Marco Antonio Amaral Rezende, Marta Fadel, Paola Chieregato, Patricia Lee, Patrícia e Waltercio Caldas, Paula Marinho, Paulo Kuczynski, Rara Dias e Verônica Gerchman

“Entre Construção e Apropriação — Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman nos anos 60”, foi realizada no Sesc Pinheiros com curadoria de João Bandeira. Com entrada gratuita, a mostra reuniu cerca de 60 obras dos três artistas, concebidas entre os anos 1960 e 1967.

A premissa do projeto surgiu a partir de aspectos estáticos e implicações sociais similares entre as obras de Dias, Barros e Gerchman produzidas nesse período. Sob a pressão do contexto político turbulento daqueles anos — já antes do Golpe militar de 64 e agravado com a repressão desencadeada pelo novo governo — uma intensa movimentação na área artística incluiu importantes mostras individuais e eventos coletivos, como a Nova Objetividade Brasileira (no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1967), que deram espaço a uma disposição renovada à experimentação.

“Lançando mão do legado construtivo recente e simultaneamente apropriando-se dos novos procedimentos e questões em pauta naquele momento, Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman estabeleceram então poéticas com características muito próprias. Mas que, ainda assim, podem ser aproximadas em detalhe, graças à habilidade com que lidam em suas obras com algumas das principais forças em ação no meio de arte ao longo dos anos 60, e que, embora de maneira nem sempre tão integrada, comparecem em parte significativa da produção que reivindicou uma nova vanguarda da arte realizada no país”, afirma o curador João Bandeira.

TÍTULO DO PROJETO
Dreaming Awake

LOCAL
Marres, Maastricht

VISITAÇÃO
10/03/2018 – 03/06/2018

CURADORIA
Luiza Mello
Valentijn Byvanck

ARTISTAS
Luiz Zerbini
Daniel Steegmann Mangrané
Dominique Gonzalez-Foester

PRODUÇÃO
Torsten Uerlings

DESIGN DO LIVRO
João Doria

EQUIPE DE MONTAGEM
Tymen Dekker
Looy Driesser
Jeroen Evertz
Ralf Nevels
Niklas van Woerden

EQUIPE DE MONTAGEM DO JARDIM
Robin Lock
Irene Walraven

EQUIPE DE MONTAGEM PROMENADE 2
Martial Garfione
Milo Kusmic | 2K communicatie

EQUIPE DE MONTAGEM SPIRAL FOREST
Roman Soroko | Eidotech

COLABORADORES DO PROJETO
Yasmin Assade
Geralda Januário
Paulo Januário

FOTOGRAFIA
Rob van Hoorn
Gert Jan van Rooij

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS
Automatica
Bill Bowen
Frederico Coelho
Drukkerij Tielen
Natacha Fink
Sebastiaan Hanekroot
Hexspoor
Ayumi Higuchi
Eduardo Kohn
Jorn Konijn
Mariana Mello
Marisa Mello
Jonas Ohlsson
Helena and John Plummer
Gladys Schincariol
Alexsandro Souza | Dínamo
UNICUM
Hans Vissers
Stichting de Vrolijkheid
Team Marres

Vídeos

A exposição Dreaming Awake apresentou uma floresta tropical em camadas. A umidade, o calor, os sons, a multiplicidade de espécies de tirar o fôlego na floresta Amazônica são formas invasivas em que uma paisagem se impõe sobre nós. Uma vez dentro, não há como escapar. A pressão do ambiente é tão poderosa e hipnotizante, que nos leva a um estado de sonho.

O projeto foi desenvolvido pela curadora Luiza Mello e pelo diretor da Marres Valentijn Byvanck em colaboração com os artistas Dominique Gonzalez-Foerster, Daniel Steegmann Mangrané e Luiz Zerbini.   Luiz Zerbini transformou o térreo do Marres em um ambiente imersivo com plantas naturais. Natureza espiritual da realidade é uma quase-pintura viva em que somos tocados pela umidade, calor, cheiro de terra molhada, decomposição das folhas, e onde nos maravilhamos com uma multiplicidade de cores e formas cuidadosamente colocadas no espaço pelo artista.

Subindo as escadas, o visitante se depara com novas camadas dessa floresta sonhada. Em Promenade 2, a artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster nos convida a abstrair o mundo exterior e vivenciar o som de uma tempestade tropical. O espaço está vazio, a arquitetura se dissolve para que nossa atenção se volte completamente para aquele ambiente sonoro. Daniel Steegmann Mangrané apresenta o filme Spiral Forest, onde uma câmera gira na Mata Atlântica criando movimentos interligados. O corpo do espectador gira em torno dessa espiral contínua e é projetado para dentro da floresta, entrando no fluxo da imagem em momento. O segundo trabalho, Phantom, é um ambiente de realidade virtual em que os visitantes, usando um Oculus Rift, entram e percorrem uma floresta escaneada em preto e branco.   A exposição Dreaming Awake foi realizada no Marres, Maastricht, Países Baixos, entre os dias 10 de março e 3 de junho de 2018.

TÍTULO DO PROJETO
DIGI – Festival de Cultura Digital

LOCAL
CCBB Rio de Janeiro

ENDEREÇO
R. Primeiro de Março – Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO
18/01/2018 – 20/01/2018
De 09h às 21h

PRODUAÇÃO
Automatica

CURADORIA
Arthur Protasio e Henrique Granado

COORDENAÇÃO GERAL
Eva Doris Rosental

CONSULTORIA
Heloisa Buarque de Hollanda

PROJETO GRÁFICO
Dínamo Design

PESQUISA (DIGI CUBO)
Isabella Alvarez [Automatica Edições]

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Meise Halabi

MÍDIAS DIGITAIS
14 agência de conteúdo estratégico

CENOGRAFIA
Cenografia.net

ILUMINAÇÃO
BLight

AUDIOVISUAL
On Projeções

SONORIZAÇÃO
Boca no Trombone

COORDENAÇÃO DA MONITORIA
Diogo Fernandes

MONITORES
Amilton Folly, Ana Portocarrero , Anne Juliette, Ariel Carolina Mendonça, Caio Passos, Carol Cañellas, Clarissa Bernardo, Douglas Cunha, Eduardo Teixeira, Giovanna Dalforte, Isabella Alvarez, Jéssica Oggioni, Joyce Elisa , Karen de Moura, Larissa Marinho, Leandro Gonçalo, Letícia Linhares, Marco Antônio, Matheus Vieira, Mikey Vieira, Pedro Camelo, Raquel Cardoso, Renato Russo, Stênio Nóbrega, Taís Turaça, Vinícius dos Santos, Virgínia Adler, Wender Roberto

AGRADECIMENTOS
Abragames, Akom Studio, Ana Paula D’Arievilo, Álvaro Piquet Pessoa, Gustavo Klein, RING, Théo Buarque de Hollanda, Virtopia, Voxels. A todos os que colaboraram enviando conteúdo.

DIGI é um Festival de entretenimento e reflexão articulados em cinco eixos: vídeo, áudio, game, realidade virtual e literatura; realizado no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, nos dias 18, 19 e 20 de janeiro de 2018.

Sob a coordenação geral de Eva Doris Rosental, consultoria de Heloisa Buarque de Hollanda e curadoria de Arthur Protasio (diretor criativo da Fableware Narrative Design) e Henrique Granado (diretor do Conselho Jedi Rio), o evento transmídia constitui-se abrangente tanto em número de plataformas, como em seu conteúdo.

O foco curatorial na produção brasileira digital contempla-se na programação pautada com cerca de 90% de suas atrações sendo nacionais, entre as exibições dos 32 games, 74 vídeos (sobre consciência negra, gênero e diversidade, curtas e webséries, vlogs e fanfilmes); realização de 12 debates/palestras, talk shows e shows de Preta-Rara (rapper, arte-educadora e idealizadora da websérie “Nossa Voz Ecoa”), da orquestra Ritornello de Jedi (repertório de trilhas musicais de videogames, séries e desenhos, com cordas e vozes) e da banda The Screeners, que apresenta versões rock de trilhas de séries, games e filmes.

TÍTULO DO PROJETO
Diálogos Ausentes | Mostra

LOCAL
Galpão Bela Maré

ENDEREÇO
Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré, Rio de Janeiro/RJ

VISITAÇÃO
30/09/2017 – 10/12/2017

CONCEPÇÃO E REALIZAÇÃO
Itaú Cultural

CURADORIA
Rosana Paulino e Diane Lima

PROJETO EXPOGRÁFICO
Henrique Idoeta Soares

DIREÇÃO
Observatório de Favelas
(Jailson de Souza e Silva, Jorge Luiz Barbosa, Eduardo Alves, Elionalva Sousa Silva, Raquel Willadino Braga e Isabela Souza)

PRODUÇÃO
Automatica
Luiza Mello
Mariana Schincariol de Mello
Marisa S. Mello

COORDENAÇÃO GALPÃO BELA MARÉ
Alexandre Silva

COMUNICAÇÃO DIGITAL
Observatório de Favelas
Agência Diálogos

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Observatório de Favelas
PiA? Garcia, Priscila Rodrigues e Quitta Pinheiro

PROGRAMA EDUCATIVO
Carolina Aleixo, Jean Carlos Azuos e Michelle Barros

MOBILIZAÇÃO
Alessandra Pinheiro

CONSULTORIA
Janis Clémen

COORDENAÇÃO
Letícia Souza

COBERTURA FOTOGRÁFICA
Bira e Francisco Valdean

ZELADOR
Luiz Gonzaga dos Santos

LIMPEZA
Marcia da Silva Pereira

A mostra Diálogos Ausentes reuniu no Galpão Bela Maré, no Rio de Janeiro, obras de 17 criadores e grupos que retratam as múltiplas faces das vivências negras no Brasil, entre elas pinturas, instalações, ensaios fotográficos, curtas-metragens e registros de performances e de espetáculos teatrais. O projeto é uma iniciativa do Itaú Cultural, e contou em sua fase de pré-produção com uma série de debates nos quais discutiu-se a presença de pessoas negras na arte brasileira.

Sob curadoria de Diane Lima e Rosana Paulino, a exposição apresentou produções contemporâneas dos artistas Aline Motta; André Novais Oliveira; Ângelo Flávio; Capulanas Cia de Arte Negra; Dalton Paula; Eneida Sanches; Eustáquio Neves; Fernanda Júlia; Gessica Justino; Herberth Sobral; Juliana Vicente; Larissa Fulana de Tal; NEGR.A Coletivo de Negras Autoras; Renato Felinto; Sérgio Adriano H; Viviane Ferreira; e Yasmin Thainá.

Segundo a curadora Rosana Paulino, Diálogos Ausentes  pode contribuir  a respeito da parca recepção das obras de arte produzidas pelos afrodescendentes nos circuitos culturais, mas também refletindo sobre seu uso como ferramenta de discussão dos problemas enfrentados por essa população e os meios encontrados para a superação desses obstáculos.

TÍTULO DO PROJETO
Artesania Fotográfica
A construção e a desconstrução da imagem

CURADORIA
Marcia Mello

ARTISTAS
Francisco Moreira da Costa
Cris Bierrenbach
Roger Sassaki
Ailton Silva
Mauro Fainguelernt
Ricardo Hantzchel
Tiago Moraes
Regina Alvarez

PRODUÇÃO
Automatica
Luiza Mello
Mariana Schincariol de Mello

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
Leticia Libanio

APOIO DE PRODUÇÃO
Paulino Costa Neto

GESTÃO
Marisa S. Mello

DESIGN GRÁFICO
Dínamo
Alexsandro Souza

CENOTÉCNICA
H. O. Silva Produções
Humberto Junior

ILUMINAÇÃO
BeLight
Samuel Betts

MONTAGEM
Ivar Rocha
Ivonne Villamil

REVISÃO DE TEXTO
Duda Costa

VERSÃO EM INGLÊS
Christopher Burden

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Meise Halabi

AGRADECIMENTOS
Antonio Saggese
Fabian Alvarez
Marian Wolff Starosta
Villa Sophia

APOIO
Audi Magazine
Trip Editora
Museu de Arte do Rio

Concebida especialmente para o Espaço Cultural BNDES, Artesania Fotográfica apresenta o resultado da pesquisa de sete fotógrafos contemporâneos brasileiros, que optaram por utilizar processos alternativos de impressão de imagem: daguerreotipia, ambrotipia, platinotipia, cianotipia, albumina e calótipo, técnicas usadas a partir de 1839 e praticadas até o início do século XX por fotógrafos amadores e profissionais.

A curadora Marcia Mello elegeu trabalhos com uma linguagem mais clássica e que também trazem questões atuais de Francisco Moreira da Costa, Cris Bierrenbach, Roger Sassaki, Ailton Silva, Mauro Fainguelernt, Ricardo Hantzchel e Tiago Moraes.

A fotógrafa Regina Alvarez (Rio de Janeiro, 1948-2007), pioneira no uso de técnicas alternativas de produção e impressão de fotografia no Brasil, está sendo homenageada com apresentação de documentos, anotações pessoais e trabalhos de sua autoria.

TÍTULO DO PROJETO
Quase pinturas

CURADORIA
Agnaldo Farias

ARTISTA
Fabio Cardoso

LOCAL
Caixa Cultural Rio de Janeiro

ENDEREÇO
Rua Almirante Barroso, 25

VISITAÇÃO
27/05/17 a 23/07/17

PRODUÇÃO LOCAL
Automatica

DESIGN
Gisela Domschke
Ally Fukumoto

ILUMINAÇÃO
Samuel Betts Blight

MONTAGEM
André Renauld
Ivar Rocha

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Meise Halabi

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro exibe, de 27 de maio a 23 de julho de 2017, a mostra Quase pinturas, do artista plástico paulista Fabio Cardoso. A exposição é composta de uma série homônima de 13 trabalhos figurativos a óleo inéditos no Rio até então. Com curadoria do crítico de arte Agnaldo Farias.

No processo de criação das obras expostas, Fabio Cardoso parte da tela coberta de tinta preta; remove a tinta para revelar cenas que havia registrado com a câmera do celular. Para finalizar, o artista sobrepõe uma placa fina de acrílico transparente, colorido ou não, sobre a tela a óleo, que remete à velatura (leve camada de tinta aplicada sobre a pintura, deixando transparecer a tinta que está por baixo) conferindo uma luminosidade singular aos trabalhos.

O ato de subtrair tinta da tela para formar imagens aproxima essa série, iniciada em 2014, do processo escultórico, como se o material bruto estivesse sendo esculpido para fazer surgir a figuração. Daí o título da mostra, Quase pinturas.

TÍTULO DO PROJETO
Travessias 5: Emergência

CURADORIA
Moacir dos Anjos

ARTISTAS
Bárbara Wagner e Benjamin de Burca
Clara Ianni
Daniel Lima
Gustavo Speridião
Jaime Lauriano
Jota Mombaça
Lais Myrrha
Lourival Cuquinha
Mariana Lacerda e Pedro Marques
Marilá Dardot
Paulo Nazareth
Regina Parra
Rosana Palazyan
Thiago Martins de Melo

LOCAL
Galpão Bela Maré

VISITAÇÃO
06/05/17 a 08/07/19

REALIZAÇÃO
Observatório de Favelas, Automatica e Rua Arquitetos

PRODUAÇÃO E GESTÃO
Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Luiza Mello
Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO
Marisa S. Mello

DESIGN
Quinta-feira

DIREÇÃO
OBSERVATÓRIO DE FAVELAS
Jailson de Souza e Silva
Jorge Luiz Barbosa
Eduardo Alves
Elionalva Sousa Silva
Raquel Willadino Braga

PRODUÇÃO GALPÃO BELA MARÉ
Alexandre Silva

PRODUÇÃO DE MOBILIZAÇÃO
Geisa Lino

ARQUITETURA
Rua Arquitetos
Pedro Évora
Olivia Vigneron

DESIGN GRÁFICO
Quinta-feira

COMUNICAÇÃO DIGITAL
Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Observatório de Favelas
Piê Garcia
Priscila Rodrigues

ARTICULAÇÃO
Redes da Maré
Eliana Sousa Silva

COORDENAÇÃO
Alberto Aleixo

PROGRAMA EDUCATIVO
COORDENAÇÃO
Janis Clémen

EDUCADORES
Letícia Souza
Michelle Barros
Daniel Remilik
Jean Carlos Azuos

COBERTURA FOTOGRÁFICA
Observatório de Favelas (Agência Diálogos)
Douglas Lopes
Gabriela Carrera

AUDIOVISUAL
Observatório de Favelas (Agência Diálogos)

ILUMINAÇÃO
BLight
Samuel Betts

ZELADOR
Luiz Gonzaga dos Santos

LIMPEZA
Marcia da Silva Pereira

A 5a edição da exposição TRAVESSIAS, aberta ao público de 06 de maio a 08 de julho de 2017, tem curadoria de Moacir dos Anjos e apresenta obras de 16 artistas no Galpão Bela Maré. TRAVESSIAS é uma iniciativa do Observatório de Favelas e da produtora Automatica, em colaboração com o RUA arquitetos e com a Redes de Desenvolvimento da Maré. O projeto tem por finalidade realizar, anualmente, uma exposição de arte contemporânea na favela da Maré, além de debates, oficinas e ações educativas que tomem a mostra como sua principal plataforma. A travessia que o projeto propõe ultrapassa, contudo, a dimensão geográfica que seu título e sua localização sugerem, referindo-se também à amplitude e à diversidade das interlocuções que a arte pode travar com a sociedade.

Com o título EMERGÊNCIA, a exposição faz referência tanto à urgência do momento vivido quanto ao surgimento de imagens e gestos que confrontam as forças sociais regressivas que teimam em se manter ativas no Brasil. É composta por vozes artísticas diversas que compõem um coro dissonante de falas que tem menos a pretensão de ser ouvido como discurso organizado e mais a vontade de fazer um ruído que promova inquietação.

EMERGÊNCIA é composta por trabalhos produzidos por 16 artistas de procedências variadas e apresentados em meios diversos. São eles: Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, Clara Ianni, Daniel Lima, Gustavo Speridião, Jaime Lauriano, Jota Mombaça, Lais Myrrha, Lourival Cuquinha, Mariana Lacerda e Pedro Marques, Marilá Dardot, Paulo Nazareth, Regina Parra, Rosana Palazyan e Thiago Martins de Melo. Ao formularem respostas ao que emerge com urgência no país, os trabalhos desses artistas contribuem para a invenção de modos mais críticos e inclusivos de representar o Brasil contemporâneo.

TÍTULO DO PROJETO
Ciclo de exposições artísticas em Belo Jardim

CURADORIA
Kiki Mazuchelli
Cristiana Tejo

ARTISTA
Marcelo Silveira

LOCAL
Belo Jardim

VISITAÇÃO
20/03/2017 a 19/05/2017

PRODUÇÃO EXECUTIVA
Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Luiza Mello
Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO
Marisa S. Mello

DESIGN
Priscila Gonzaga

ASSISTENTES DO ARTISTA
Barbara Amorim
Ana
Aline
Monica Silveira

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Mariana Olveira

VÍDEOS
João Lucas Melo / Jacaré Vídeo

PRODUAÇÃO LOCAL E ASSISTENTE DE CURADORIA
André Vieira

CONTEÚDO
Cristina Huggins

EDUCADORES
Antônio Wellington
Martha Ferreira
Vanessa Melo
Pierre Tenório

FOTOGRAFIA
Bernardo Teshima

No dia 20 de março de 2017, teve início, no município de Belo Jardim, a 180 km do Recife, a Residência Belojardim. O projeto, que tem curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli, começa com a residência de dois meses do artista Marcelo Silveira na cidade. A ideia geral é levar artistas contemporâneos periodicamente para o município, estimulando o contato entre a população da cidade e as artes visuais.

Residência Belojardim – um programa de longo prazo que busca incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte da região nos dias de hoje, a partir da experiência in loco no município de Belo Jardim. A cada ano, um(a) artista será convidado a residir na cidade por um período de dois meses, desenvolvendo projetos especialmente comissionados para o contexto local.

Residência Belojardim prevê ainda uma série de eventos paralelos que serão idealizados em diálogo próximo com a proposta dos artistas residentes, podendo incluir desde conversas, performances, projeções de filmes, workshops, entre outros.

Durante sua temporada na cidade, Marcelo Silveira apresenta oito obras e, a cada semana, uma delas entra em destaque. O artista transformou a antiga fábrica de doces Mariola em seu ateliê.  É lá que, semanalmente, ele promove encontros com grupos diversos da cidade para um almoço. A ideia é que a obra da semana, sua poética, suas reflexões possam pautar as conversas: “É na mesa que surgem as melhores conversas, por isso nossa proposta de reunir as pessoas em torno dela. O foco não é a comida, ela é um acessório dentro do processo”, explica.

O ateliê belo-jardinense esteve aberto para receber os interessados em estabelecer diálogos. Silveira cultiva uma especial preocupação com a necessidade de fomentar pactos, trocas, conversas. O artista pretende lançar um olhar sensível sobra a cidade, encontrando beleza e estética em locais e práticas  que talvez passem desapercebidos no dia a dia.

TÍTULO DO PROJETO
Desmedidas

CURADORIA
Felipe Scovino

ARTISTAS
Amalia Giacomini
Artur Lescher
Eduardo Coimbra

LOCAL
Galeria BNDES

ENDEREÇO
Av. Chile, 100
Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO
14/12/16 – 03/02/17
De segunda a sexta, das 10 às 19h
Entrada franca

PRODUÇÃO EXECUTIVA
Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Luiza Mello
Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO
Marisa S. Mello

DESIGN
Dínamo

ILUMINAÇÃO
Blight

CENOTÉCNICA
HO Produções e Eventos

MONTAGEM
Andre Renaud
José Claudio dos Santos
José Roberto da Silva Filho
Juscelino Bastos V. de Lima
Thiago de Souza Hortala

REVISÃO DE TEXTO
Duda Costa

VERSÃO
John Norman

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Pauta Positiva

EDUCADORES
Daniel Remelik
Jean Carlos dos Santos
Letícia Pereira de Souza

FOTOGRAFIA
Mario Grisolli

Concebida especialmente para a Galeria do Espaço Cultural BNDES, em um prédio que é considerado um dos marcos da arquitetura carioca da segunda metade do século 20, Desmedidas tem curadoria de Felipe Scovino e traz obras de Amalia Giacomini, Eduardo Coimbra e Artur Lescher. A partir da relação do curador e dos artistas com o espaço, uma paisagem é inventada, um lugar é revelado, uma realidade surge.
A relação entre a urbanidade do prédio do Banco, estrutura vertical que conquista e ocupa seu espaço no Centro da cidade, e a falta de conexão da galeria com a paisagem e seu entorno – mesmo sendo parte integrante dele – , foram o ponto de partida para a concepção da exposição. A partir dessas duas questões centrais – arquitetura e paisagem – que se articulam decisivamente com a arte contemporânea, os três artistas criaram a ideia de uma paisagem inventada ou a aparição de um lugar, explica Scovino. De alguma forma, como arquitetos sem precisão, eles trazem uma paisagem desmedida para dentro do cubo branco, o espaço sagrado da galeria.

TÍTULO DO PROJETO
Garagem Automática

ARTISTA
Felipe Russo

LOCAL
Museu da Cidade de São Paulo / Casa da Imagem

ENDEREÇO
Rua Roberto Simonsen, 136-B, São Paulo

VISITAÇÃO
09/07/16 – 16/10/16
De terça a domingo, das 12 às 19h
Entrada franca

REALIZAÇÃO
Prefeitura de São Paulo
Fernando Haddad
Secretaria de Cultura
Maria do Rosário Ramalho
Museu da Cidade de São Paulo
Beatriz Cavalcanti de Arruda
Casa da Imagem
Henrique Siqueira
Monica Caldiron

PRODUÇÃO EXECUTIVA
Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO
Marisa S. Mello

TEXTO
Abilio Diniz Guerra

REVISÃO
Duda Costa

TRADUÇÃO
John Norman

DESIGN GRÁFICO
Marise De Chirico

IMPRESSÃO FOTOGRÁFICA
Giclê Fine Art Print

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Vicente Negrão Assessoria

MOLDURA
Somar

MONTAGEM DE OBRAS
Manuseio

EDUCATIVO
Heloiza Soler,
Júlia Savaglia Anversa,
Gabriela Goelzer Bacelar

PROGRAMA JOVEM MONITOR CULTURAL
Jordi Ximenes,
Kathy Carvalho,
Larissa Vieira,
Michel Santos e Paula Talib Assad

ARTEDUCAÇÃO PRODUÇÕES
Rodrigo Monteiro,
Anderson Barbosa,
André Rosa,
Camilla Zarbinati,
Gabriel Castro,
Marcella Custodio e Rinah Souto

ESTAGIÁRIA
Jaqueline Dias

O problema do estacionamento no centro de São Paulo persiste desde a década de 1940. Entre 1960 e 1980 foram construídos 35 edifícios garagem na cidade com estacionamento mecanizado. Os maiores com mais de 600 vagas e até 38 pisos, são os mais altos do mundo. Em detrimento da migração dos investimentos para novas áreas, com uma frota de 7 milhões de veículos, os edifícios-garagem permanecem no centro histórico como um equipamento urbano de grande utilidade. A pesquisa de Felipe Russo nos últimos dois anos revela o interior misterioso e inacessível destas construções até então conhecidas apenas pelo aspecto exterior bruto e fantasmático.

A exposição Garagem Automática apresenta, de forma inédita, o ensaio sobre esta tipologia urbana realizada em São Paulo. As 25 fotografias capturadas que integram a exposição permitirão aos visitantes conhecer a intimidade destes edifícios, cujo acesso é negado aos usuários.