TÍTULO DO PROJETO

Luiz Zerbini – Nous les Arbres

LOCAL

Fondation Cartier pour l’art contemporain

ENDEREÇO

261, Boulevard Raspail 75014 Paris

VISITAÇÃO

12/07/2019 – 10/11/2019

 

ARTISTAS E CONTRIBUIDORES

  1. Efacio Álvarez
  2. Herman Álvarez
  3. Fernando Allen
  4. Fredi Casco
  5. Claudia Andujar
  6. Eurides Asque Gómez
  7. Thijs Biersteker
  8. José Cabral
  9. Johanna Calle
  10. Jorge Carema
  11. Alex Cerveny
  12. Raymond Depardon Claudine Nougaret
  13. Diller Scofidio + Renfro
  14. Mark Hansen
  15. Laura Kurgan
  16. Ben Rubin
  17. Robert Gerard Pietrusko
  18. Ehuana Yaira
  19. Paz Encina
  20. Charles Gaines
  21. Francis Hallé
  22. Fabrice Hyber
  23. Joseca
  24. Clemente Juliuz
  25. Kalepi
  26. Salim Karami
  27. Mahmoud Khan
  28. Angélica Klassen
  29. Esteban Klassen
  30. George Leary Love
  31. Cesare Leonardi
  32. Franca Stagi
  33. Stefano Mancuso
  34. Sebastián Mejía
  35. Ógwa
  36. Marcos Ortiz
  37. Tony Oursler
  38. Giuseppe Penone
  39. Santídio Pereira
  40. Nilson Pimenta
  41. Osvaldo Pitoe
  42. Miguel Rio Branco
  43. Afonso Tostes
  44. Agnès Varda
  45. Adriana Varejão
  46. Cássio Vasconcellos
  47. Luiz Zerbini

CURADORES

  1. Bruce Albert
  2. Hervé Chandès
  3. Isabelle Gaudefroy

CURADORAS ASSOCIADAS

  1. Hélène Kelmachter
  2. Marie Perennes

COORDENADORA DE PROJETO

Juliette Lecorne

PRODUÇÃO LUIZ ZERBINI

Luiza Mello (Automatica)

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Matthieu Simonnet

PHOTOS

Thibault Voisin

TRATAMENTO DE IMAGENS E AMBIENTAÇÃO

Dínamo

Ao reunir uma comunidade de artistas, botânicos e filósofos, a Fondation Cartier pour l’art contemporain destaca as mais recentes pesquisas científicas que trouxeram um novo olhar sobre o universo das árvores. A exposição Nous les Arbres é organizada em torno de um conjunto significativo de obras e apresenta a voz daqueles que criaram, através de sua trajetória estética ou científica, um forte e íntimo vínculo com as árvores. A exposição coloca em cena a beleza e a riqueza biológica destas notáveis protagonistas do mundo vivo, hoje extremamente ameaçadas.

Durante muito tempo subvalorizadas pela biologia, as árvores – e o reino vegetal como um todo – têm sido, nas últimas décadas, objeto de descobertas científicas que trouxeram novas perspectivas sobre os mais antigos membros da comunidade dos seres vivos. Capacidades sensoriais, habilidade de comunicação, desenvolvimento de memória, simbiose com outras espécies e influência climática: a revelação destas qualidades reforça a hipótese fascinante de uma “inteligência vegetal” que pode fornecer respostas a muitos dos desafios ambientais atuais. Em sintonia com essa “revolução vegetal”, a exposição Nous les Arbres apresenta as reflexões de artistas e de pesquisadores, ampliando assim a abordagem das questões ecológicas e da relação do ser humano com a natureza.

Marcado por uma compilação de desenhos, pinturas, fotografias, filmes e instalações de artistas da América Latina, da Europa, dos Estados Unidos e também do Irã, além de comunidades indígenas como os Nivaklé e Guarani do Gran Chaco, no Paraguai, e também dos Yanomami, que vivem no coração da floresta amazônica, o percurso da exposição desenvolve três linhas narrativas: o conhecimento das árvores – da botânica à nova biologia vegetal – ; sua estética – da contemplação naturalista à transposição onírica – ; sua devastação – da evidência documental ao testemunho artístico.

Orquestrado pelo antropólogo Bruce Albert, o projeto é articulado em torno de personalidades – intelectuais, científicas ou estéticas – que desenvolveram uma relação singular com as árvores.

Guiado mais pela estética de uma coletânea intuitiva do que pela busca de um rigor científico, o artista brasileiro Luiz Zerbini compõe paisagens exuberantes, organizando o encontro imaginário entre árvores extraídas de jardins botânicos tropicais e as marcas de uma modernidade urbana.

TÍTULO DO PROJETO

Adriana Varejão – por uma retórica canibal. Itinerância: Recife

LOCAL

Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães / MAMAM

ENDEREÇO

Rua da Aurora, 265. Recife- PE

VISITAÇÃO

29/06/2019 – 08/09/2019

 

CURADORIA

Luisa Duarte

CURADORA ASSISTENTE

Pollyana Quintella

ARTISTA

Adriana Varejão

PATROCÍNIO

Galeria Almeida e Dale

PRODUÇÃO

Automatica

Luiza Mello

Mariana Shincariol de Mello

Marisa S. Mello

PRODUÇÃO ATELIER ADRIANA VAREJÃO

Cecilia Fortes

PRODUÇÃO LOCAL

Adah Lisboa

PROJETO EXPOGRÁFICO

Álvaro Razuk

Daniel Winnik

Ligia Zilbersztejn

Victor Delaqua

EXECUÇÃO DO PROJETO EXPOGRÁFICO E MONTAGEM FINA

Art.monta Design

CONSERVAÇÃO

Denise Guiglemeti

Helô Biancalana

Rosangela Reis Costa

Rita Torquete Tilhaque

ILUMINAÇÃO

Belight

DESIGN DE LUZ

Samuel Betts

MULTIMÍDIA

Maxi Audio

PROJETO GRÁFICO

Bloco Gráfico

ASSESSORIA PARA AÇÕES EDUCATIVAS

Colchete Projetos Culturais

Auana Diniz

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Coros Comunicação

Mariana Oliveira

Jullie Dutra

Romero Rafael

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

John Norman

A ARTISTA É REPRESENTADA PELAS GALERIAS

Fortes D’Aloia & Gabriel

Gagosian

Victoria Miro

AGRADECIMENTOS

Andrea e Guy Dellal

Daniela Crespi de Camaret

Fundação Marcos Amaro

Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel

Guilherme Moreira Teixeira

Hecilda Fadel

Jones Bergamin

Jorge Guinle

Laurita Weege

Lucia Costa

Mara e Márcio Fainziliber

Marcia Fortes

Maria Tereza de Lara Campos

Marisa Monte

Marta Fadel

Pedro Buarque de Hollanda

Rosa e Alfredo Setubal

Têra Queiroz

A mostra Adriana Varejão – por uma retórica canibal, exibida em Salvador entre abril e junho de 2019, seguiu em itinerância fora do eixo Rio-São Paulo para a capital pernambucana, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Com curadoria de Luisa Duarte, a mostra faz parte de um projeto que pretende descentralizar o acesso à importante produção da artista carioca, exibindo 25 obras dos seus mais de 30 anos de trajetória, realizadas entre 1992 e 2018. Trata-se de um conjunto significativo de sua produção, que inclui trabalhos seminais como Mapa de Lopo Homem II (1992-2004), Quadro Ferido (1992) e Proposta para uma Catequese, em suas Partes I e II (1993).

O recorte curatorial da exposição, que descortina diferentes fases de produção da artista de modo a levar um conjunto relevante de sua obra pela primeira vez ao Recife, busca enfatizar como muito antes dos estudos pós-coloniais estarem no centro do debate da arte contemporânea, Adriana Varejão já desenvolvia uma pesquisa cuja inflexão está centrada justamente em uma revisão histórica do colonialismo. Essas questões levantadas pela artista encontram eco na história colonial pernambucana, marcada por sua forte vocação e tradição na monocultura da cana-de-açúcar no período, a presença dos holandeses e a disputa pela terra, e as revoltas insurgentes contra Portugal.

A mostra ocupou todas as salas de exposição do MAMAM. No andar térreo, o público pode ver a instalação em vídeo Transbarroco (2014). Nos demais andares, as outras obras foram dispostas junto com um conjunto de textos curtos, que descreviam e contextualizavam cada uma delas, funcionando como ferramenta de mediação com o visitante. O público também pode conferir um site specific da artista, que não está na seleção curatorial, mas que faz parte do acervo do museu: Panacea Phantastica (2003).

TÍTULO DO PROJETO

Adriana Varejão – por uma retórica canibal. Itinerância: Salvador

LOCAL

Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM BA)

ENDEREÇO

Avenida do Contorno, s/n – Comercio, Salvador – BA, 40060-075, Brasil

VISITAÇÃO

16/04/2019 – 16/06/2019

 

 

 

 

ARTISTA

Adriana Varejão

CURADORIA

Luisa Duarte

CURADORA ASSISTENTE

Pollyana Quintella

PATROCÍNIO

Galeria Almeida e Dale

PRODUÇÃO

Automatica

Luiza Mello

Mariana Shincariol de Mello

Marisa S. Mello

PRODUÇÃO ATELIER ADRIANA VAREJÃO

Cecilia Fortes

PRODUÇÃO LOCAL

Luisa Hardman

PROJETO EXPOGRÁFICO

Álvaro Razuk

Daniel Winnik

Ligia Zilbersztejn

Victor Delaqua

EXECUÇÃO DO PROJETO EXPOGRÁFICO

RCD Produção de Arte

Ricardo Cavalcanti

CENOTÉCNICO CHEFE

Adriano Passos

CENOTÉCNICOS

Fábio Santos

Clasio Vieira

Bruno Matos

George Santana

Romildo Alves

PINTOR

Ademir Ferreira

CONSERVAÇÃO

Denise Guiglemeti

Helô Biancalana

Rosangela Reis Costa

Rita Torquete Tilhaque

ILUMINAÇÃO

Belight

DESIGN DE LUZ

Samuel Betts

MULTIMÍDIA

Maxi Audio

PROJETO GRÁFICO

Bloco Gráfico

ASSESSORIA PARA AÇÕES EDUCATIVAS

Colchete Projetos Culturais

Auana Diniz

MONITORES

Andréia de Jesus

Consuelo Moraes

Thiago Callefi

Felipe Brito

Fernanda Alcino

Milene Moura

Rafaela Pinto

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Marca Texto

Paula Berbert

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

John Norman

A ARTISTA É REPRESENTADA PELAS GALERIAS

Fortes D’Aloia & Gabriel

Gagosian

Victoria Miro

AGRADECIMENTOS

Ayrson Heráclito

Coleção Fadel

Daniela Crespi de Camaret

Fundação Marcos Amaro

Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel

Galeria Paulo Darzé

Guilherme Moreira Teixeira

Maguy e Jean-Marc Etlin

Jones Bergamin

Jorge Guinle

Lilia e Luiz Schwarcz

Mara e Márcio Fainziliber

Marcia Fortes

Maria Tereza de Lara Campos

Marisa Monte

Marta Fadel

Paulo Darzé

Pedro Buarque de Hollanda

Rosa e Alfredo Setubal

Thais Darzé

A exposição Adriana Varejão – por uma retórica canibal, com curadoria de Luisa Duarte, reúne vinte trabalhos provenientes de diferentes fases de sua trajetória, tendo como fio condutor a subversão instaurada pela artista no seu vínculo com a longínqua tradição barroca. Sabemos que a retórica é uma estratégia recorrente do estilo oriundo do século XVII, sendo um procedimento que busca a persuasão. Se o método rendeu obras e discursos suntuosos, a favor da narrativa cristã e do projeto de colonização europeu, a retórica canibal de Varejão, ao contrário, se apresenta como um contraprograma, uma contracatequese, uma contraconquista. Trata-se de uma ruptura com as formas ocidentais modernas de pensamento e ação, em busca dos saberes locais, como o legado da antropofagia.

Não por acaso, iniciamos a itinerância desta exposição pelo MAM Salvador. A capital da Bahia abriga muito daquilo que inspira a obra de Adriana Varejão. Se existe um lugar favorável para a tessitura de um olhar crítico sobre o processo de colonização no Brasil, capaz de instaurar a possibilidade de pensarmos um contraprograma de nossa história, esse lugar nos parece ser Salvador. Assim, temos uma chance rara: a de promover o encontro entre uma produção na qual os eixos centrais são os da contraconquista e da desocidentalização e a cidade brasileira mais fértil para que tal programa político/poético floresça.

TÍTULO DO PROJETO

Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira

LOCAL

Sesc Belenzinho

ENDEREÇO

Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo – SP, 03303-000

VISITAÇÃO

25/04/2019 – 30/06/2019

CURADORIA

Chico Dub

PRODUÇÃO

Automatica

Luiza Mello

Mariana Shincariol de Mello

Marisa S. Mello

Geane Lino

Paulino Costa Neto

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Ayla Gomes

ESTAGIÁRIA DE PRODUÇÃO

Ana Pimenta

PRODUÇÃO LOCAL

Júlia Brandão

PROJETO EXPOGRÁFICO

Chalabi Arquitetos

Eduardo Chalabi

Paula Zemel

DESIGN

Dínamo Design

Alexsandro Souza

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

Fernanda Carvalho

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO

Luana Alves

MONTADORES

SuperArte Produtora

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

COORDENAÇÃO DO EDUCATIVO

Auana Diniz

A exposição Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira, com curadoria de Chico Dub, apresenta um panorama de aplicações, arranjos e experimentações, incluindo registros sonoros, tendo o disco de vinil como matéria-prima e referência. Além disso, uma programação composta por uma série de performances de artistas-criadores engajados em fazer arte a partir desses estímulos.

A exposição coletiva Lado B: O Disco de Vinil na Arte Contemporânea Brasileira oferece um conjunto significativo da produção artística nacional que elege o disco de vinil e o toca-discos como ponto de ignição de pesquisa e experimentação. Ocupando todo o Galpão, o Espaço Expositivo e o Átrio do Sesc Belenzinho, o visitante encontra um conjunto heterogêneo de obras brasileiras – instalações sonoras e interativas, quadros, esculturas, discos conceituais, vídeos, fotografias, manipulações sônicas e objetos-instrumentos – que, de diversas maneiras, ressignificam criativamente as formas e as funções originais dos dispositivos associados ao universo do vinil. Lado B reúne trabalhos que investigam o disco como objeto e conceito, considerando-se aí tanto os seus equipamentos de (re)produção quanto os debates em torno dos desenvolvimentos tecnológicos atuais.

TÍTULO DO PROJETO

Residência Artística Setor Público Instituto República 2018-2019

LOCAL

Secretaria Municipal de Educação (Rio de Janeiro)

Secretaria de Estado de Segurança – Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção (Rio de Janeiro)

PERÍODO DE DURAÇÃO

Janeiro de 2018 a julho de 2019

ARTISTAS

CADU
Tatiana Altberg

REALIZAÇÃO

Instituto República
Automatica

RASP-IR é uma residência que prevê a imersão de dois artistas visuais durante um ano em órgãos públicos brasileiros, para construir processos e/ou objetos em colaboração com os funcionários dessas instituições.

RASP-IR está sintonizada com os objetivos do Instituto República de investir, a partir da arte, na valorização e qualificação de pessoas que trabalham nos governos.

Seus objetivos são: Identificar e promover caminhos para que as artes possam colaborar com o serviço público, na perspectiva de chamar atenção para seu valor e importância e, com isso, trazer um novo significado sobre este tema para a sociedade; Estabelecer diálogos entre artistas, projetos e pessoas nos órgãos públicos através de um processo aberto; Criar projetos com engajamento social; Criar projetos que proponham relações com grupos de funcionários dos órgãos públicos e que afetem de alguma forma a dinâmica de trabalho e seu cotidiano.

As propostas devem ser participativas, envolvendo projetos e funcionários das instituições públicas parceiras.

Em sua primeira edição [2018-2019], RASP-IR convidou dois artistas visuais para trabalharem em órgãos públicos parceiros do Instituto República no Rio de Janeiro. CADU trabalhou com a Secretaria Municipal de Educação e Tatiana Altberg Secretaria de Estado de Segurança – Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção.

TÍTULO DO PROJETO

Festival Mulheres do Mundo

LOCAL

Praça Mauá

ENDEREÇO

Praça Mauá, s/n – Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

16/11/2018 – 18/11/2018

DIREÇÃO

Jude Kelly
Eliana Sousa Silva

PRODUÇÃO

Automatica
Leve Produções

COMUNICAÇÃO

  • Daniele Moura
  • Filipe Mendonça
  • Douglas Lopes
  • Jessica Pires
  • Eliane Salles
  • Hélio Euclides
  • Maria Morganti

COORDENAÇÃO POR DIMENSÃO:

MULHERES DAS ARTES E CULTURAS

  • Geisa Lino
  • Mariana Beltrão

MULHERES EM DIÁLOGOS

  • Renata Peppl
  • Marisa S. Mello
  • Mariana Schincariol de Mello
  • Luiza Mello
  • Maíra Gabriel
  • Ayla Gomes
  • Gabrielle Moreira
  • Ana Pimenta

MULHERES EMPREENDEDORAS

  • Shirley Vilela
  • Adriana Barbosa

MULHERES ATIVISTAS

  • Luisa Hardman
  • Inês Di Mari

SITE

Pixfolio

PARCEIROS

  • Action Aid
  • Ashoka
  • British Council
  • Canal Futura
  • Consulado da França
  • Consulado dos Estados Unidos da América
  • DPZ&T
  • Fábula
  • Feira Preta
  • Fundação Ford
  • Fundação Itaú Social
  • Fundação Roberto Marinho
  • Fundo Elas
  • Instituto C&A
  • Instituto Promundo
  • Instituto Unibanco
  • Museu de Arte do Rio (MAR)
  • Museu do Amanhã
  • Observatório de Favelas
  • Olabi
  • ONU Mulheres
  • People’s Palace Projects
  • Píer Mauá
  • Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro
  • Plano Feminino
  • Sebrae
  • Secretaria Municipal de Cultura
  • SESC Nacional
  • SESC RJ
  • TV Globo
  • Womanity

 

A Redes da Maré, o Southbank Centre e o British Council juntaram-se na realização do Festival de Mulheres do Mundo Rio de Janeiro, a primeira edição do Women of the World Festival (WOW) na América Latina, que ocorreu entre os dias 16 e 18 de novembro no Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio e Armazém 01 – Píer Mauá, na Praça Mauá.

A Automatica ficou responsável pela produção do eixo Mulheres em Diálogos, que teve por objetivo incentivar, documentar e difundir reflexões acerca das histórias de mulheres de diferentes campos do conhecimento, celebrando suas conquistas e destacando os desafios que ainda fazem parte de suas vidas. A programação foi construída através de uma curadoria coletiva que incluiu a produção de seis Grupos de Reflexão em diferentes regiões do Rio de Janeiro, realizados entre novembro de 2017 e setembro de 2018. Esse conteúdo foi sistematizado e resultou em oitenta atividades, divididas nos seguintes formatos: Territórios de Partilha, Rodas de Conversa, Fóruns de Vivências, Trocas de Experiências, WOW Bites: compartilhando trajetórias, Oficinas e Mentorias: vidas em conexão, esta última tendo participação de Luiza Mello como uma das convidadas.

O movimento global lançado pela diretora e produtora britânica Jude Kelly em 2010 já esteve em 23 países da Europa, Ásia e África, além de várias cidades na Inglaterra. O WOW é o maior, mais abrangente e mais importante festival dedicado a apresentar trabalhos realizados por mulheres e debater e encorajar a busca por igualdade de gênero.

TÍTULO DO PROJETO

Mufa Caos

LOCAL

Arte Clube Jacaranda

Endereço

Ladeira da Glória, 26 – Glória, Rio de Janeiro – RJ

VISITAÇÃO

28/09/2018 – 25/11/2018

Artista

Barrão

Curadoria

Luiza Mello

Realização

Jacaranda

Mufa Caos é uma coletânea dos trabalhos produzidos por Barrão nos últimos três anos. Com 34 trabalhos, como esculturas multicoloridas em louça, peças monocromáticas em resina, uma série de aquarelas e objetos escultóricos que foram reunidos pela primeira vez para mostrar a complexidade e as sutilezas de sua prática artística iniciada nos anos 1980. “Mufa Caos é pensamento caótico e organização, técnica e improviso, é ironia e seriedade, cérebro e coração, é você e eu no fantástico universo de Barrão”, traduz a curadora da exposição Luiza Mello.

Não existe uma lógica hierárquica ou cronológica na construção dos trabalhos expostos e nem em relação aos elementos que os compõem: uma cerâmica barata adquirida em vendedor ambulante não se destaca menos que uma peça comprada em um antiquário.

Essa forma, utilizada pelo artista no ateliê,  dissolve essa hierarquia no tempo da  simultaneidade. Enquanto espera secar as peças em louça que têm construção mais lenta, por exemplo, o artista trabalha nas aquarelas. Durante a preparação do molde de uma peça em resina, ele investiga os materiais que podem formar uma nova escultura. São esses exercícios experimentais constantes que seguem um método, ao mesmo tempo rigoroso e subversivo, que são exibidos na Mufa Caos.

Título do projeto

Recortes da Arte Contemporânea Brasileira

Local

Tempelhof Airport

Endereço

Tempelhofer Damm 45
10963 Berlin
Germany

VISITAÇÃO

27/09/2018 – 30/09/2018

Artistas

Adriana Varejão

Arjan Martins

Beatriz Milhazes

Daniel Lannes

Eduardo Sued

Luiz Zerbini

Maxwell Alexandre

Miguel Rio Branco

Otavio Shipper

Curadores 

Paulo Herkenhoff e Luiza Mello

A mostra Recortes da Arte Contemporânea Brasileira reúne artistas visuais que pertencem a gerações diversas, agrupados em torno dos conceitos Afro-Rio, Cor e História/Conhecimento.

Afro-Rio caracteriza-se por obras que abordam aspectos da colonização europeia e da herança africana na cultura carioca: Arjan Martins, Maxwell Alexandre e Adriana Varejão.

Historicamente, no Brasil, pode ser observada uma vasta diversidade de projetos cromáticos que atuam nos campos político e do sensível. A cor aparece como elemento fundador nas obras dos quatro artistas selecionados: Beatriz Milhazes, Eduardo Sued, Luiz Zerbini e Miguel Rio Branco.

Em História/Conhecimento, os artistas Otavio Schipper e Daniel Lannes colocam em diálogo, através de diferentes procedimentos, arte, conhecimento e história.

Os três núcleos da mostra foram organizados com o intuito de mobilizar leituras e reflexões sobre aspectos da arte brasileira junto ao público da Art Berlin.

A curadoria é de Paulo Herkenhoff e Luiza Mello.

TÍTULO DO PROJETO

Mostra Bug

LOCAL

Oi Futuro do Flamengo

VISITAÇÃO

14/08/2018 – 09/09/2018

Curadoria

André Paz, Julia Salles e Arnau Gifreu

Produção

[Automatica]

Luiza Mello

Mariana Schincariol de Mello

Assistente de produção

Ana Pimenta

Design gráfico

[Dínamo]

Alexsandro Souza

Projeto expográfico

[Gávea arquitetura]

Felipe Rio Branco

Alziro Carvalho Neto

Cenotécnica

[H.O Silva Produções]

Humberto Junior

Iluminação

[Belight]

Samuel Betts

Equipamentos

On Projeções

Equipamentos realidade virtual

Thunder VR

Vídeos

Cria Projetos e Narrativas

Fotografia

Felipe Varanda

Assessoria de imprensa

Meise Halabi

Assistente de comunição

Leonardo Coelho

Mídias sociais

Leonardo Coelho, Raquel Boechat e Bianca Nonato

BugLab: Conferência Internacional

Coordenação

André Paz e Kátia Augusta Maciel

Comissão organizadora

Inês Maciel

Julia Salles

Luciano Saramago

Ronaldo Ranzemberger

Comissão de produção

Arthur Moraes

Bianca Nonato

Bruna Lacerda

Christophe  Nonato

Marina Cruz

Willian Nogueira

 

 

 

 

A Mostra Bug teve como eixo uma imersão no universo das novas narrativas digitais, ainda pouco conhecidas e experimentadas no Brasil. Com curadoria de André Paz, Julia Salles e Arnau Grifeu, pesquisadores e realizadores de obras interativas, a Mostra combinou exposição com conferência internacional e oficinas.

Na exposição, foram apresentadas cerca de 50 narrativas interativas e imersivas em formatos de webdocumentário, projeções, documentários interativos, vídeos 360, animação em realidade virtual, realidade aumentada, mapas sonoros e instalação transmídia [projeção, estação interativa + celular].

A curadoria buscou consolidar um panorama dos principais polos criativos internacionais e da produção do cenário brasileiro, com foco em não-ficção e abordagem antropológica. Entre os trabalhos, um inventário de sons de sinos de cidades históricas do estado de Minas Gerais, projeto multiplataforma idealizado pelas documentaristas Marina Thomé e Márcia Mansur.

A Mostra Bug nasce do trabalho de rede, pesquisa e encorajamento a novos projetos, realizado há três anos pelo laboratório Bug404 (bug404.net), em parceria com a Automatica e incentivo do Oi Futuro.

Título do projeto

Ciclo de exposições artísticas em Belo Jardim

LOCAL

Espaço Oco e Sesc Belo Jardim

VISITAÇÃO

19/04/2018 – 30/06/2018

Artista

Carlos Mélo

Curadoria 

Kiki Mazzucchelli
Cristiana Tejo

Coordenação geral

Luiza Mello

Produção local

Adauto Bacelar

Produção local/Arte educadores

Bárbara Amorim
Josenilson da Silva Sanrtos
Vanessa Melo

Coordenação educativa

Carlos Mélo

Consultores

Erlene Melo
Tarcísio de Almeida

Assistente local do artista/ Colaboradora

Elaine Lima

Design gráfico

Alex Souza | Dinamo Design

Coordenação de comunicação/Assistente de curadoria

Rita Vênus

Fotografia

Geyson Magno

Registro videográfico

Heleno Florentino

Palestrantes/Performances

Adones Valença
Clovis Teodorico
Kleber de Oliveira
Lorane Barreto
Marcus Lontra
Suzy Okamoto

Assessoria de imprensa

Mariana Oliveira

Montagem/Iluminação

Adones Valença

Gestão

Leticia Libanio
Mariana Schincariol de Mello
Marisa S. Mello

Site

Bruno Gosling | New Gosling

Projeto e produção

Automatica

EQUIPE FILME BARRO OCO

Direção, criação e argumento

Carlos Mélo

Roteiro

Sérgio Raposo

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Montagem

João Paulo Reys

Direção de Fotografia

Camilo Soares

1º Assistente de Câmera

Rafael Cabral

Som Direto

Guma Farias

Chefe de Maquinaria

Alex Sandro

Assistente de Maquinaria

Dyego de Souza

Drone

Pedro Coelho

Assistente de Produção/Direção

Renata Gamelo

Assistentes de Produção local

Adones Valença

Bárbara Amorim
Vanessa Melo

Fotografia Still

Geyson Magno

Assistente de Fotografia Still

Vanessa Melo

Motorista

Chiquinho

Filmagem adicional

1º Assistente de Câmera

Raphael Malta

2º Assistente de Câmera

Pedro Melo

Som Direto

Rafael Travassos

Motorista

Márcio Tarquínio

Trilha sonora

Eduardo Albuquerque
Gledson Lamartine
Heligeison Feitosa
Leo Barbalho

Colorista

Paulo M. de Andrade

Mixagem

Vinícius Leal e Jesse Marmo | Estúdio Audiorama Filmes

Participação especial

Antonio
Bira
Cícera
Coquinho
Dinda
Elaine
Sebastião

Com a Comunidade Quilombola do Barro Branco

Adriana Maria Aleixo

Andréia Alves da Silva
Andreza Alves da Silva
Antonio José da Silva
Cícera Maria da Silva
Deivid Cordeiro da Silva
Edimilson João Aleixo
Elaine Lima do Nascimento
Erivaldo Rodrigues da Silva
Flávio Leandro de Morais Melo
Geilson de Lima
Genilson Aleixo de Lima
Jaciane Cordeiro da Silva
Jadicle Lima dos Santos
Jedielson Aleixo de Lima
José Adriano Silva de Lima
José Assis dos Santos
José Carlos Pedrosa da Silva
José Ubiraci Bernardo Gomes
Leonardo Edilson dos Santos
Maria Aparecida Siqueira
Maria Sabrina da Silva de Lima
Maria Sonia da Conceição
Maria Vitória Aleixo da Silva
Matheus Silva dos Santos
Rivanildo da Silva
Rosangela da Silva Santos
Sebastião Fernandes da Silva
Taciana da Silva Santos
Tacilene da Silva Santos
Agradecimentos
Adauto Bacelar
Cristiana Tejo
David Henrique
Erlene Melo
Flavia Melo
Geyson Magno
Kiki Mazzuccelli
Leo Barbalho
Lorane Barreto
Luiza Mello
Marcus Lontra
Mariana Moura
Renata Gamelo
Serge Huot
Sergio Raposo
Sonia Costa
Suzy Okamoto
Tarcisio Almeida

Vídeos

A Residência Belojardim é um projeto anual idealizado pelo Instituto Conceição Moura, com curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli e produção da Automatica. A Residência convida um artista a cada ano para desenvolver propostas que dialoguem com as dinâmicas culturais, econômicas, políticas e sociais da região agreste de Pernambuco. Em 2018, o programa retornou a Belo Jardim com a participação do artista Carlos Mélo (Riacho das Almas, PE, 1969).

O projeto desenvolvido por Carlos Mélo teve como foco a comunidade quilombola do Barro Branco, resistência na luta pelo reconhecimento oficial da posse do território no qual se estabelece há anos, localizado nos arredores de Belo Jardim. A imersão do artista no local marcou a produção do filme média-metragem Barro Oco, desenvolvido a partir de um olhar sensível sobre a comunidade como gerador de processos de resgate de subjetividade.

Além do trabalho audiovisual, o artista inaugurou o Espaço Oco, dentro da Fábrica Mariola – espaço cultural ligado ao Instituto Conceição Moura. Durante o período da a residência, o Espaço Oco funcionou como ponto irradiador de conversas e de contato com a população da cidade, ativado por eventos e performances do artista e convidados.

Com o objetivo de contextualizar a obra de Carlos Mélo, foi realizada ainda uma exposição no Sesc Belo Jardim. As obras selecionadas foram produzidas nos últimos quinze anos, abordando imagens e questões recorrentes na trajetória do artista.

Título do projeto

A Longa Noite

LOCAL

Sesc Pompeia

ENDEREÇO

R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo – SP

VISITAÇÃO

07/04/2018 – 07/07/2018

Artista

Lucia Koch

Produção

Luiza Mello (Automatica)

Desenho arquitetônico

Alecsander Gonçalves

Design gráfico

Julio Dui (Estúdio Mono)

Engenharia, desenvolvimento e montagem do filtro vinílico da cobertura

Lee de Castro e equipe (LeeOffice)

Marcenaria

Leonardo Padilha (12 Polegadas)

Iluminação 

André Boll (Santa Luz)

 

 

A instalação “A Longa Noite”, da artista Lucia Koch, foi realizada no Sesc Pompeia, entre  07 de abril e 08 de julho de 2018. Pensada especialmente para ocupar o hall do teatro, a intervenção responde à arquitetura do local e propõe uma transformação temporária do espaço. Um filtro de cor cobre o enorme telhado de vidro do ambiente, impondo uma luz violeta e constante que afeta nossa experiência de espaço e tempo.

Para Lucia Koch: “a noite é o lugar da ansiedade e da antecipação. Só suportamos a noite porque antecipamos o dia, assim como atravessamos o dia contando com o anoitecer. Se a cor da luz não muda, ficamos presos a este estado de suspensão.”

A artista também acrescenta ao local centenas de hastes de madeira, semelhantes aos elementos estruturais das treliças usadas na arquitetura de Lina Bo Bardi. Dispostas em aparente desordem, como à espera de um destino definitivo, as hastes são pintadas de vermelho, a cor que mais se destaca sob o filtro. Para a inauguração, ela convida o público a vestir roupas vermelhas.