TÍTULO DO PROJETO

Marcos Chaves: as imagens que nos contam

LOCAL

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85
Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

20/03/2021 – 25/07/2021

HORÁRIO

Quinta e sexta, das 13h às 18h
Sábado e domingo, das 10h às 18h

CURADORIA

Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente

REALIZAÇÃO

Lei de Incentivo à Cultura – Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo – Governo Federal

APOIO

Galeria Nara Roesler

PARCEIRO ESTRATÉGICO

Instituto Cultural Vale

PATROCINADOR MASTER

Grupo Petragold, Petrobras, Ternium

COPRODUÇÃO

Automatica

TRANSPORTADORA

FINK

SEGURO

Affinite Seguros

MUSEÓLOGAS

Paula Curado
Maria Pierro Gripp
Livia Lira

RESTAURADORA

Liamara Fanaia

CENOTECNIA

Arqueiro Cenografia

CONSTRUÇÃO E INSTALAÇÃO NEON

Sá Neon

MARCENARIA

B LARTE Soluções Técnicas

ILUMINAÇÃO

Julio Katona Projetos e Iluminação

SONORIZAÇÃO E AUDIOVISUAL

LF Sound

IMPRESSÕES

Selenia Produção Cultural e Fotografia

MOLDURAS

Metara

MONTAGEM

Kbedim Montagem

FAIXA AMARÉCOMPLEXO

Alest Soluções em Impressão

SINALIZAÇÃO

Gouvea Artes
Visualiza Sign

Marcos Chaves: as imagens que nos contam (Texto curadoria)

A curiosidade pelas coisas que nos rodeiam, das coisas menores às maiores; do que pensamos que conhecemos até o que ainda não conseguimos perceber. Sem encher o mundo de coisas novas; pelo contrário, dando a atenção devida às coisas que existem, permitindo que se mostrem em sua singularidade.

Desde o final dos anos 1980, Marcos Chaves é responsável por uma produção artística que nos permite enxergar de perto objetos e situações que conformam o mundo que habitamos. Por meio de suas imagens, podemos nos aproximar da cidade do Rio de Janeiro, em suas paisagens exuberantes e cantos escondidos; mas também de lugares imaginados ou distantes. E através dos objetos do presente e do passado, apresentados muitas vezes em diálogos às vezes inesperados, nos iluminamos com histórias que falam, em última instância, sobre nós mesmos.

Marcos Chaves: as imagens que nos contam inclui cerca de 70 obras do artista que mostram as diversas facetas de sua prática, desde a fotografia e o vídeo a instalações e objetos modificados. Reúne criações provenientes de acervos privados e da coleção do artista com obras novas e recentes em uma gramática expositiva que, assim como faz Chaves, conecta as coisas entre si, em conversa com a paisagem da qual fazem parte.

Entre as obras selecionadas, tem destaque a reprodução das faixas Amarésimples/Amarécomplexo dez anos depois da sua primeira instalação. O trabalho foi criado por Marcos Chaves em 2011, para a exposição “Travessias”, que inaugurou o Galpão Bela Maré, na Nova Holanda. As faixas com as frases foram instaladas na Passarela 9, nos dois sentidos da Av. Brasil, que recebe novamente as faixas durante a exposição no MAM Rio.

Título do projeto

Viva Rebel

Local

Orla da Praia do Leblon

Endereço

Avenida Delfim Moreira, 558, Leblon – Rio de Janeiro

Visitação

22/01/2021 – 21/03/2021

Horário

De quarta a domingo, de 12h às 20h

Agendamento pelo Sympla

Organização/Idealização

VIVA Projects

Coordenação de produção

Luiza Mello (Automatica)

Iluminação

Maneco Quinderé

Design visual

Tecnopop

Assessoria de imprensa

Approach

Texto exposição

Fernanda Lopes

Monitores

Ariel Mendonça
Eloá Gaspar
Larissa Marinho
Renato Russo

Equipe Ateliê Raul Mourão

Direção Geral

Jonathan Nunes

Coordenação de produção

Carina Barros

Modelagem 3D

Quito

Montagem

José Roberto Cestino
Fernando Goes

Serralheria

Rosimar Cunha
Rogério Cunha

Agradecimentos

Audio Rebel
Bruno Nuciatelli
Diogo Fernandes
Galeria Nara Roesler
Guilherme Pesenti
Lais Servilha

VIDEOS

Em Viva Rebel, Raul Mourão apresenta duas esculturas cinéticas de grande escala inéditas, produzidas durante o ano de 2020, e uma instalação de setas em bandeiras hasteadas a seis metros de altura.

As esculturas são desdobramentos da série Grades, e remetem às grades usadas para proteção, segurança e isolamento em ruas do Rio de Janeiro, presentes nas fotografias realizadas pelo artista há três décadas. Apesar de cada peça pesar cerca de 1,5 toneladas, a questão central não é o peso ou a brutalidade, mas sim o equilíbrio, a possibilidade de movimento e o cuidado.

A instalação de setas em bandeiras hasteadas a seis metros de altura na entrada do terreno que demarcam a ocupação de um território e sinalizam que algo pode estar acontecendo ali. Estes elementos são resultado de uma série de fotografias que Mourão realizou entre o fim dos anos 1980 e o início dos anos 1990, presentes até hoje em sua obra e que retratam tapumes brancos com setas vermelhas usados pelo poder público para indicar desvios no espaço urbano em virtude de obras.

O título-manifesto da mostra, Viva Rebel, é uma exaltação e um alerta. Espaço fundamental para a cena musical carioca, a Audio Rebel completou 15 anos ano passado e, como todos, tem sofrido os efeitos da pandemia. Como parte do movimento para manter a casa funcionando, Raul está produzindo e dirigindo um documentário sobre a história do espaço. Esta exposição é uma homenagem e um espaço para solidariedade.

A exposição é apresentada pela Gafisa, com idealização da Viva Projects e produção da Automatica.

Título do projeto

Relicto

Local

Beco do Pinto e Casa da Imagem

Endereço

Rua Roberto Simonsen, 136-B, Sé, São Paulo-SP

Visitação

10/10/2020 – 14/06/2021

Horário

Terça a domingo, das 9h às 17h

Departamento dos Museus Municipais

  1. Museu da Cidade de São Paulo
  2. Marcos Cartum

Concepção

Fernando Limberger

Direção técnica

  1. Gabriela Rios
  2. Monica Caldiron

Organização

  1. Núcleo de Curadoria
  2. Felipe Garofalo, Gabriela Rios, Henrique Siqueira (Coordenador), Monica Caldiron, Sofia Castilhos e Paula Braggion (estagiária)

Produção

Automatica Produção Contemporânea

  1. Luiza Mello
  2. Marisa S. Mello
  3. Mariana Schincariol de Mello

Assistentes de produção

  1. Ana Pimenta
  2. Clarice Rosadas

Texto crítico

Guilherme Wisnik

Fotografia

Everton Ballardin

Identidade visual

Monique Schenkels

Arquiteto colaborador

Alecsander Gonçalves

Assistência Retomada

Rafael Ribeiro

Concepção banco

marcenaria quiari

Equipe de montagem

  1. Abenilson Nunes
  2. Adriano Rodrigues Paiva
  3. Marcelo Santos de Brito
  4. Neildo Martins de Oliveira
  5. Gabriel Santos Oliveira
  6. Zenildo Martins de Oliveira

Serviço educativo

  1. Núcleo Educativo – Nádia Bosquê (Supervisora) e Natália Godinho
  2. Programa Jovem Monitor Cultural – Luan Rodrigues da Silva e Natália Domingues Santana

Núcleo de Museologia e Acervos

  1. Brenda Alves Marques, João de Pontes Junior, Mariza Melo Moraes, Maurício Rafael (Supervisor), Shirley Silva, Sílvia Shimada Borges, Ivan Rezende (estagiário) 

Administração

  1. Eliane Aparecida de Oliveira, Fernando Luiz de Camargo, George Paulo de Oliveira e Marfísia Lancellotti

Serviços terceirizados

  1. Equipe Programa educativo – Arteducação Produções – AEP
  2. Equipe Segurança – MRS Segurança e Vigilância Patrimonial Ltda
  3. Equipe Limpeza – Paineiras Limpeza e Serviços Gerais Ltda
  4. Equipe Manutenção predial – MRO Serviços Eireli

Agradecimentos

  1. Equipe do herbário municipal DPHM-4/SVMA/CGPABI
  2. Eraldo Alves da Silva
  3. José Rubens Pirani
  4. Luci Kimie Okino Silva
  5. Lucia Lohmann
  6. Ricardo José Francischetti Garcia
  7. Yone K. F. Hein

“O relicto é, assim, um sobrevivente. Algo que restou em meio a corpos estranhos. Talvez uma metáfora muito apropriada para a situação de quem hoje, no Brasil, ainda vê na cultura e na natureza algum valor.” Guilherme Wisnik.

A exposição Relicto, concebida pelo artista plástico e paisagista Fernando Limberger, é composta por três instalações alocadas no Beco do Pinto e na Casa da Imagem, espaços anexos do Museu da Cidade de São Paulo. Cinzas, Verde Infinito e Retomada dialogam com conceitos referentes a paisagem e tempo – passado, presente e futuro – a partir de olhares e perspectivas com base na contemporaneidade.

Em Cinzas, o artista apresenta uma instalação site specific temporária, composta por elementos construtivos em concreto, cimento, metal, plástico, além de espécies botânicas, em diferentes tons de cinza, reunidos a partir da paisagem urbana da grande cidade, dispostos ao longo do Beco do Pinto.

Empilhamentos de vasos cerâmicos, em tons sequenciais da cor verde, encimados por uma muda de Ipê-verde, dão forma a Verde Infinito, instalado na varanda do primeiro andar da Casa da Imagem.

O jardim Retomada permanecerá por aproximadamente cinco anos. Composto por espécies herbáceas semeadas da vegetação autóctone que formava a paisagem da pré-fundação da cidade, no pátio da Casa da Imagem. Um banco em madeira desenvolvido pela marcenaria quiari soma-se à composição do jardim.

A mostra conta com texto crítico do arquiteto Guilherme Wisnik. Acesse o PDF aqui.

TÍTULO DO PROJETO

Travessias 6 – Colaborações

VISITAÇÃO

A partir de 14/07/2020

PLATAFORMA

travessias.org.br

Artistas

  1. A Noiva
  2. Rato Branko
  3. Rato Preto
  4. Trovoa
  5. Ventura Profana

Curadoria

  1. Keyna Eleison
  2. Luiza Mello

Realização

  1. Observatório de Favelas/Galpão Bela Maré
  2. Automatica

Produção

Automatica

  1. Luiza Mello
  2. Mariana Shincariol de Mello
  3. Marisa S. Mello

Direção Audiovisual

RIACHO/Alucinação Filmes

Video Home System

Leonardo Rodrigues

Trilha sonora vídeos

Ramon Silva

Tradução para Libras

  1. Davi Vasconcelos
  2. Erica Cristina
  3. Pablo Amorim

Design gráfico

Quinta-feira

Desenvolvimento, Tecnologia e Conteúdo do site

[:koshtech] Soluções e Tecnológicas

  1. Fernando Kosh
  2. Jessica Bertoni

Fotografia

  1. Davi Marcos
  2. Douglas Lopes
  3. Eduardo Magalhães
  4. Fabio Caffé
  5. Gabi Carrera
  6. Marcia Farias

Agradecimentos

  1. Daniela Labra
  2. Luisa Duarte
  3. Marcos Chaves
  4. Pedro Évora

Em sua sexta edição, por conta da pandemia do COVID-19, o Travessias acontece em formato totalmente online na plataforma www.travessias.org.br. A partir do tema Colaborações, artistas e coletivos expõem virtualmente os seus trabalhos: A Noiva, Rato BranKo, Rato Preto, Trovoa e Ventura Profana. A curadoria da exposição é assinada por Keyna Eleison e Luiza Mello.

Escritora, pesquisadora, professora do programa gratuito da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Keyna Eleison, fala sobre os desafios de realizar uma exposição de maneira remota. “Encaramos a possibilidade de não parar pela distância. Apreender o possível e aprender no contexto de auto-invenções. Não somos revolução se não abraçamos a possibilidade de errar e voltar e seguir”.

Luiza Mello retoma a história do projeto e o quanto o conceito de colaborações sempre esteve presente. “A realização do Travessias ao longo de tantos anos só foi possível através da colaboração de pessoas e organizações que acreditam no papel central da arte na ampliação das possibilidades existenciais de múltiplos grupos sociais. A sexta edição faz referência tanto a agrupamentos e experiências coletivas quanto ao encontro entre os artistas e os frequentadores do Galpão”.

Cada semana na plataforma é dedicada ao trabalho de um dos coletivos convidados. Na semana final, haverá um encerramento com a participação da equipe do educativo do Galpão Bela Maré, além de performances musicais. A exposição virtual recebe novas obras até o dia 29 de agosto e permanece em cartaz no site. Toda a programação é gratuita.

Visite: travessias.org.br

Titulo do projeto

O nome que a gente dá às coisas

Local

Galpão BELA Maré

Endereço

Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré

Visitação

14/12/2019 – 01/02/2020

Artistas

  1. Agrade Camíz
  2. Alex Reis
  3. Anderson Barreto
  4. Andressa Núbia
  5. Arcasi
  6. Aya Ibeji
  7. Beatriz Brito
  8. Christine Jones
  9. Cruz
  10. Gabrielle dos Santos
  11. Guilhermina Augusti
  12. Irmãos Brasil
  13. Jade Maria Zimbra
  14. Mulambö
  15. Kamila Camillo
  16. Lucas Assumpção
  17. Lucas Araújo
  18. Lucas Ururah
  19. Manaíra Carneiro
  20. Nzaje
  21. Rack
  22. Rainha F.
  23. Ramon SIlva
  24. Talita Nascimento
  25. Thiago Saraiva

Organização e produção

  1. Automatica
  2. Observatório de Favelas | Galpão Bela Maré

Conteúdo

Marisa Mello

Design gráfico

Quinta-feira

Revisão de texto

Duda Costa

Audio-visual e iluminação

Boca do Trombone

Montadores

  1. Los Montadores
  2. Thiago Hortala
  3. Felipe Bardy
  4. Brenno Castro

Vídeo

  1. Alucinação Filmes
  2. Samuel Fortunato

VIDEOS

ACESSE O PDF DO CATÁLOGO

O Galpão Bela Maré apresenta como eixo de atuação o objetivo de consolidar um espaço dialógico para a formação, difusão e fruição das artes em diversas linguagens, sobretudo as artes visuais, aliadas aos pensamentos e ações da política e do território, buscando assim fundamentar o entendimento dessas expressões como potência para reinvenções do viver, além de ferramentas para efetivação dos direitos plenos da democracia.

Concebida na perspectiva de um experimento artístico-pedagógico, a ELÃ – Escola Livre de Artes, através do edital endereçado a jovens artistas com pesquisas em linguagens e suportes variados, considerando a diversidade de gênero, étnico-racial, de sexualidade e de território, propôs refletir sobre um molde discursivo de formação acerca dos termos e práticas que definem os modos de pensar e fazer na arte em concepções ampliadas.

A exposição coletiva O nome que a gente dá às coisas configura um desdobramento do processo de formação, e está inserida no contexto da programação anual Bela Verão, que desde 2018 abre convocatórias para artistas territorialmente localizados em periferias e espaços populares. Estabelecendo para a cena das artes visuais políticas da presença e engajamentos estéticos.

As descobertas visuais d_s artistas ativadas nesse tempo-espaço investigam os sentidos produzidos por palavras que nomeiam as ações e processos artísticos como escola, artes visuais, artista, obra de arte, exposição e outras possibilidades, em especial os atravessamentos singulares vivenciados por est_s no que diz respeito aos seus percursos, corpos, materialidades, conceitos e agenciamentos. O espaço expositivo incorpora e sobrepõe pulsões e vozes dess_s corp_s em poéticas que elucidam estratégias e táticas visuais no que tange ao material e ao imaterial, entre visualidades e subjetividades frente às armadilhas e desafios do ser-estar artista na contemporaneidade.

TÍTULO DO PROJETO

Nous les Arbres – Luiz Zerbini

LOCAL

Fondation Cartier pour l’art contemporain

ENDEREÇO

261, Boulevard Raspail 75014 Paris

VISITAÇÃO

12/07/2019 – 10/11/2019

 

CURADORES

  1. Bruce Albert
  2. Hervé Chandès
  3. Isabelle Gaudefroy

CURADORAS ASSOCIADAS

  1. Hélène Kelmachter
  2. Marie Perennes

COORDENADORA DE PROJETO

Juliette Lecorne

INSTALAÇÃO LUIZ ZERBINI

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello (Automatica)

MONTAGEM

Ruan Ornellas

PRODUÇÃO ATELIÊ

Ana Luiza Fonseca

Arthur Moura

Juliana Ribeiro Wähner

TRATAMENTO DE IMAGENS E AMBIENTAÇÃO

Dínamo

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Matthieu Simonnet

FOTOS

Thibault Voisin

Ao reunir uma comunidade de artistas, botânicos e filósofos, a Fondation Cartier pour l’art contemporain destaca as mais recentes pesquisas científicas que trouxeram um novo olhar sobre o universo das árvores. A exposição Nous les Arbres é organizada em torno de um conjunto significativo de obras e apresenta a voz daqueles que criaram, através de sua trajetória estética ou científica, um forte e íntimo vínculo com as árvores. A exposição coloca em cena a beleza e a riqueza biológica destas notáveis protagonistas do mundo vivo, hoje extremamente ameaçadas.

Durante muito tempo subvalorizadas pela biologia, as árvores – e o reino vegetal como um todo – têm sido, nas últimas décadas, objeto de descobertas científicas que trouxeram novas perspectivas sobre os mais antigos membros da comunidade dos seres vivos. Capacidades sensoriais, habilidade de comunicação, desenvolvimento de memória, simbiose com outras espécies e influência climática: a revelação destas qualidades reforça a hipótese fascinante de uma “inteligência vegetal” que pode fornecer respostas a muitos dos desafios ambientais atuais. Em sintonia com essa “revolução vegetal”, a exposição Nous les Arbres apresenta as reflexões de artistas e de pesquisadores, ampliando assim a abordagem das questões ecológicas e da relação do ser humano com a natureza.

Marcado por uma compilação de desenhos, pinturas, fotografias, filmes e instalações de artistas da América Latina, da Europa, dos Estados Unidos e também do Irã, além de comunidades indígenas como os Nivaklé e Guarani do Gran Chaco, no Paraguai, e também dos Yanomami, que vivem no coração da floresta amazônica, o percurso da exposição desenvolve três linhas narrativas: o conhecimento das árvores – da botânica à nova biologia vegetal – ; sua estética – da contemplação naturalista à transposição onírica – ; sua devastação – da evidência documental ao testemunho artístico.

Orquestrado pelo antropólogo Bruce Albert, o projeto é articulado em torno de personalidades – intelectuais, científicas ou estéticas – que desenvolveram uma relação singular com as árvores.

Guiado mais pela estética de uma coletânea intuitiva do que pela busca de um rigor científico, o artista brasileiro Luiz Zerbini compõe paisagens exuberantes, organizando o encontro imaginário entre árvores extraídas de jardins botânicos tropicais e as marcas de uma modernidade urbana.

Para saber mais: https://www.fondationcartier.com/en/exhibitions/nous-les-arbres

TÍTULO DO PROJETO

Adriana Varejão – por uma retórica canibal. Itinerância: Recife

LOCAL

Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães / MAMAM

ENDEREÇO

Rua da Aurora, 265. Recife- PE

VISITAÇÃO

29/06/2019 – 08/09/2019

 

ARTISTA

Adriana Varejão

CURADORIA

Luisa Duarte

CURADORA ASSISTENTE

Pollyana Quintella

PATROCÍNIO

Galeria Almeida e Dale

PRODUÇÃO

  1. Automatica
  2. Luiza Mello
  3. Mariana Shincariol de Mello
  4. Marisa S. Mello

PRODUÇÃO ATELIER ADRIANA VAREJÃO

Cecilia Fortes

PRODUÇÃO LOCAL

Adah Lisboa

PROJETO EXPOGRÁFICO

  1. Álvaro Razuk
  2. Daniel Winnik
  3. Ligia Zilbersztejn
  4. Victor Delaqua

EXECUÇÃO DO PROJETO EXPOGRÁFICO E MONTAGEM FINA

Art.monta Design

CONSERVAÇÃO

  1. Denise Guiglemeti
  2. Helô Biancalana
  3. Rosangela Reis Costa
  4. Rita Torquete Tilhaque

ILUMINAÇÃO

Belight

DESIGN DE LUZ

Samuel Betts

MULTIMÍDIA

Maxi Audio

PROJETO GRÁFICO

Bloco Gráfico

ASSESSORIA PARA AÇÕES EDUCATIVAS

  1. Colchete Projetos Culturais
  2. Auana Diniz

ASSESSORIA DE IMPRENSA

  1. Coros Comunicação
  2. Mariana Oliveira
  3. Jullie Dutra
  4. Romero Rafael

RELAÇÕES PÚBLICAS

Coreto Comunicação e Conteúdo

Dani Gusmão

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

John Norman

TRANSPORTE

Alves Tegam

SEGURO

  1. Foco Art Seguros
  2. AXA Corporate Solutions
  3. Marcelo Cruz

A ARTISTA É REPRESENTADA PELAS GALERIAS

  1. Fortes D’Aloia & Gabriel
  2. Gagosian
  3. Victoria Miro

AGRADECIMENTOS

  1. Andrea e Guy Dellal
  2. Daniela Crespi de Camaret
  3. Fundação Marcos Amaro
  4. Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel
  5. Guilherme Moreira Teixeira
  6. Hecilda Fadel
  7. Jones Bergamin
  8. Jorge Guinle
  9. Laurita Weege
  10. Lucia Costa
  11. Mara e Márcio Fainziliber
  12. Marcia Fortes
  13. Maria Tereza de Lara Campos
  14. Marisa Monte
  15. Marta Fadel
  16. Pedro Buarque de Hollanda
  17. Rosa e Alfredo Setubal
  18. Têra Queiroz

A mostra Adriana Varejão – por uma retórica canibal, exibida em Salvador entre abril e junho de 2019, seguiu em itinerância fora do eixo Rio-São Paulo para a capital pernambucana, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Com curadoria de Luisa Duarte, a mostra faz parte de um projeto que pretende descentralizar o acesso à importante produção da artista carioca, exibindo 25 obras dos seus mais de 30 anos de trajetória, realizadas entre 1992 e 2018. Trata-se de um conjunto significativo de sua produção, que inclui trabalhos seminais como Mapa de Lopo Homem II (1992-2004), Quadro Ferido (1992) e Proposta para uma Catequese, em suas Partes I e II (1993).

O recorte curatorial da exposição, que descortina diferentes fases de produção da artista de modo a levar um conjunto relevante de sua obra pela primeira vez ao Recife, busca enfatizar como muito antes dos estudos pós-coloniais estarem no centro do debate da arte contemporânea, Adriana Varejão já desenvolvia uma pesquisa cuja inflexão está centrada justamente em uma revisão histórica do colonialismo. Essas questões levantadas pela artista encontram eco na história colonial pernambucana, marcada por sua forte vocação e tradição na monocultura da cana-de-açúcar no período, a presença dos holandeses e a disputa pela terra, e as revoltas insurgentes contra Portugal.

TÍTULO DO PROJETO

Adriana Varejão – por uma retórica canibal. Itinerância: Salvador

LOCAL

Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM BA)

ENDEREÇO

Avenida do Contorno, s/n – Comercio, Salvador – BA, 40060-075, Brasil

VISITAÇÃO

16/04/2019 – 16/06/2019

 

 

 

 

ARTISTA

Adriana Varejão

CURADORIA

Luisa Duarte

CURADORA ASSISTENTE

Pollyana Quintella

PATROCÍNIO

Galeria Almeida e Dale

PRODUÇÃO

Automatica

Luiza Mello

Mariana Shincariol de Mello

Marisa S. Mello

PRODUÇÃO ATELIER ADRIANA VAREJÃO

Cecilia Fortes

PRODUÇÃO LOCAL

Luisa Hardman

PROJETO EXPOGRÁFICO

Álvaro Razuk

Daniel Winnik

Ligia Zilbersztejn

Victor Delaqua

EXECUÇÃO DO PROJETO EXPOGRÁFICO

RCD Produção de Arte

Ricardo Cavalcanti

CENOTÉCNICO CHEFE

Adriano Passos

CENOTÉCNICOS

Fábio Santos

Clasio Vieira

Bruno Matos

George Santana

Romildo Alves

PINTOR

Ademir Ferreira

CONSERVAÇÃO

Denise Guiglemeti

Helô Biancalana

Rosangela Reis Costa

Rita Torquete Tilhaque

ILUMINAÇÃO

Belight

DESIGN DE LUZ

Samuel Betts

MULTIMÍDIA

Maxi Audio

PROJETO GRÁFICO

Bloco Gráfico

ASSESSORIA PARA AÇÕES EDUCATIVAS

Colchete Projetos Culturais

Auana Diniz

MONITORES

Andréia de Jesus

Consuelo Moraes

Thiago Callefi

Felipe Brito

Fernanda Alcino

Milene Moura

Rafaela Pinto

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Marca Texto

Paula Berbert

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

John Norman

A ARTISTA É REPRESENTADA PELAS GALERIAS

Fortes D’Aloia & Gabriel

Gagosian

Victoria Miro

AGRADECIMENTOS

Ayrson Heráclito

Coleção Fadel

Daniela Crespi de Camaret

Fundação Marcos Amaro

Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel

Galeria Paulo Darzé

Guilherme Moreira Teixeira

Maguy e Jean-Marc Etlin

Jones Bergamin

Jorge Guinle

Lilia e Luiz Schwarcz

Mara e Márcio Fainziliber

Marcia Fortes

Maria Tereza de Lara Campos

Marisa Monte

Marta Fadel

Paulo Darzé

Pedro Buarque de Hollanda

Rosa e Alfredo Setubal

Thais Darzé

VÍDEOS 

A exposição Adriana Varejão – por uma retórica canibal, com curadoria de Luisa Duarte, reúne vinte trabalhos provenientes de diferentes fases de sua trajetória, tendo como fio condutor a subversão instaurada pela artista no seu vínculo com a longínqua tradição barroca. Sabemos que a retórica é uma estratégia recorrente do estilo oriundo do século XVII, sendo um procedimento que busca a persuasão. Se o método rendeu obras e discursos suntuosos, a favor da narrativa cristã e do projeto de colonização europeu, a retórica canibal de Varejão, ao contrário, se apresenta como um contraprograma, uma contracatequese, uma contraconquista. Trata-se de uma ruptura com as formas ocidentais modernas de pensamento e ação, em busca dos saberes locais, como o legado da antropofagia.

Não por acaso, iniciamos a itinerância desta exposição pelo MAM Salvador. A capital da Bahia abriga muito daquilo que inspira a obra de Adriana Varejão. Se existe um lugar favorável para a tessitura de um olhar crítico sobre o processo de colonização no Brasil, capaz de instaurar a possibilidade de pensarmos um contraprograma de nossa história, esse lugar nos parece ser Salvador. Assim, temos uma chance rara: a de promover o encontro entre uma produção na qual os eixos centrais são os da contraconquista e da desocidentalização e a cidade brasileira mais fértil para que tal programa político/poético floresça.

TÍTULO DO PROJETO

Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira

LOCAL

Sesc Belenzinho

ENDEREÇO

Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo – SP, 03303-000

VISITAÇÃO

25/04/2019 – 30/06/2019

ARTISTAS

Alan Adi

André Damião

Antonio Dias

Barrão

Brígida Baltar

Bernardo Damasceno

Cao Guimarães

Cildo Meireles

Chelpa Ferro

Chiara Banfi

Daniel Frota

Dora Longo Bahia

Fabio Morais

Felipe Barbosa

Fernando Velázquez

Gustavo Torres

Hugo Frasa

Letícia Ramos

Marepe

Marssares

O Grivo

Paulo Bruscky

Pontogor

Rádio Lixo

Rafael Adorján

Rivane Neuenschwander

Romy Pocztaruk

Thiago Salas

Thomas Jeferson

Vivian Caccuri

Walter Smetak

Waltercio Caldas

Alan Adi

André Damião

Antonio Dias

Barrão

Brígida Baltar

Bernardo Damasceno

Cao Guimarães

Cildo Meireles

Chelpa Ferro

Chiara Banfi

Daniel Frota

Dora Longo Bahia

Fabio Morais

Felipe Barbosa

Fernando Velázquez

Gustavo Torres

Hugo Frasa

Letícia Ramos

Marepe

Marssares

O Grivo

Paulo Bruscky

Pontogor

Rádio Lixo

Rafael Adorján

Rivane Neuenschwander

Romy Pocztaruk

Thiago Salas

Thomas Jeferson

Vivian Caccuri

Walter Smetak

Waltercio Caldas

Waltercio Caldas e Sérgio Araújo

Wagner Malta Tavares

Xico Chaves

Wagner Malta Tavares

Xico Chaves

CURADORIA

Chico Dub

PRODUÇÃO

Automatica

Luiza Mello

Mariana Shincariol de Mello

Marisa S. Mello

Geane Lino

Paulino Costa Neto

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Ayla Gomes

ESTAGIÁRIA DE PRODUÇÃO

Ana Pimenta

PRODUÇÃO LOCAL

Júlia Brandão

PROJETO EXPOGRÁFICO

Chalabi Arquitetos

Eduardo Chalabi

Paula Zemel

DESIGN

Dínamo Design

Alexsandro Souza

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

Fernanda Carvalho

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO

Luana Alves

MONTADORES

SuperArte Produtora

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

COORDENAÇÃO DO EDUCATIVO

Auana Diniz

VÍDEOS

A exposição Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira, com curadoria de Chico Dub, apresenta um panorama de aplicações, arranjos e experimentações, incluindo registros sonoros, tendo o disco de vinil como matéria-prima e referência. Além disso, uma programação composta por uma série de performances de artistas-criadores engajados em fazer arte a partir desses estímulos.

A exposição coletiva Lado B: O Disco de Vinil na Arte Contemporânea Brasileira oferece um conjunto significativo da produção artística nacional que elege o disco de vinil e o toca-discos como ponto de ignição de pesquisa e experimentação. Ocupando todo o Galpão, o Espaço Expositivo e o Átrio do Sesc Belenzinho, o visitante encontra um conjunto heterogêneo de obras brasileiras – instalações sonoras e interativas, quadros, esculturas, discos conceituais, vídeos, fotografias, manipulações sônicas e objetos-instrumentos – que, de diversas maneiras, ressignificam criativamente as formas e as funções originais dos dispositivos associados ao universo do vinil. Lado B reúne trabalhos que investigam o disco como objeto e conceito, considerando-se aí tanto os seus equipamentos de (re)produção quanto os debates em torno dos desenvolvimentos tecnológicos atuais.

TÍTULO DO PROJETO

Residência Artística Setor Público Instituto República 2018-2019

LOCAL

Secretaria Municipal de Educação (Rio de Janeiro)

Secretaria de Estado de Segurança – Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção (Rio de Janeiro)

PERÍODO DE DURAÇÃO

Janeiro de 2018 a julho de 2019

ARTISTAS

CADU
Tatiana Altberg

REALIZAÇÃO

Instituto República
Automatica

RASP-IR é uma residência que prevê a imersão de dois artistas visuais durante um ano em órgãos públicos brasileiros, para construir processos e/ou objetos em colaboração com os funcionários dessas instituições.

RASP-IR está sintonizada com os objetivos do Instituto República de investir, a partir da arte, na valorização e qualificação de pessoas que trabalham nos governos.

Seus objetivos são: Identificar e promover caminhos para que as artes possam colaborar com o serviço público, na perspectiva de chamar atenção para seu valor e importância e, com isso, trazer um novo significado sobre este tema para a sociedade; Estabelecer diálogos entre artistas, projetos e pessoas nos órgãos públicos através de um processo aberto; Criar projetos com engajamento social; Criar projetos que proponham relações com grupos de funcionários dos órgãos públicos e que afetem de alguma forma a dinâmica de trabalho e seu cotidiano.

As propostas devem ser participativas, envolvendo projetos e funcionários das instituições públicas parceiras.

Em sua primeira edição [2018-2019], RASP-IR convidou dois artistas visuais para trabalharem em órgãos públicos parceiros do Instituto República no Rio de Janeiro. CADU trabalhou com a Secretaria Municipal de Educação e Tatiana Altberg Secretaria de Estado de Segurança – Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção.

TÍTULO DO PROJETO

Festival Mulheres do Mundo

LOCAL

Praça Mauá

ENDEREÇO

Praça Mauá, s/n – Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

16/11/2018 – 18/11/2018

DIREÇÃO

Jude Kelly
Eliana Sousa Silva

PRODUÇÃO

Automatica
Leve Produções

COMUNICAÇÃO

  • Daniele Moura
  • Filipe Mendonça
  • Douglas Lopes
  • Jessica Pires
  • Eliane Salles
  • Hélio Euclides
  • Maria Morganti

COORDENAÇÃO POR DIMENSÃO:

MULHERES DAS ARTES E CULTURAS

  • Geisa Lino
  • Mariana Beltrão

MULHERES EM DIÁLOGOS

  • Renata Peppl
  • Marisa S. Mello
  • Mariana Schincariol de Mello
  • Luiza Mello
  • Maíra Gabriel
  • Ayla Gomes
  • Gabrielle Moreira
  • Ana Pimenta

MULHERES EMPREENDEDORAS

  • Shirley Vilela
  • Adriana Barbosa

MULHERES ATIVISTAS

  • Luisa Hardman
  • Inês Di Mari

SITE

Pixfolio

PARCEIROS

  • Action Aid
  • Ashoka
  • British Council
  • Canal Futura
  • Consulado da França
  • Consulado dos Estados Unidos da América
  • DPZ&T
  • Fábula
  • Feira Preta
  • Fundação Ford
  • Fundação Itaú Social
  • Fundação Roberto Marinho
  • Fundo Elas
  • Instituto C&A
  • Instituto Promundo
  • Instituto Unibanco
  • Museu de Arte do Rio (MAR)
  • Museu do Amanhã
  • Observatório de Favelas
  • Olabi
  • ONU Mulheres
  • People’s Palace Projects
  • Píer Mauá
  • Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro
  • Plano Feminino
  • Sebrae
  • Secretaria Municipal de Cultura
  • SESC Nacional
  • SESC RJ
  • TV Globo
  • Womanity

 

A Redes da Maré, o Southbank Centre e o British Council juntaram-se na realização do Festival de Mulheres do Mundo Rio de Janeiro, a primeira edição do Women of the World Festival (WOW) na América Latina, que ocorreu entre os dias 16 e 18 de novembro no Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio e Armazém 01 – Píer Mauá, na Praça Mauá.

A Automatica ficou responsável pela produção do eixo Mulheres em Diálogos, que teve por objetivo incentivar, documentar e difundir reflexões acerca das histórias de mulheres de diferentes campos do conhecimento, celebrando suas conquistas e destacando os desafios que ainda fazem parte de suas vidas. A programação foi construída através de uma curadoria coletiva que incluiu a produção de seis Grupos de Reflexão em diferentes regiões do Rio de Janeiro, realizados entre novembro de 2017 e setembro de 2018. Esse conteúdo foi sistematizado e resultou em oitenta atividades, divididas nos seguintes formatos: Territórios de Partilha, Rodas de Conversa, Fóruns de Vivências, Trocas de Experiências, WOW Bites: compartilhando trajetórias, Oficinas e Mentorias: vidas em conexão, esta última tendo participação de Luiza Mello como uma das convidadas.

O movimento global lançado pela diretora e produtora britânica Jude Kelly em 2010 já esteve em 23 países da Europa, Ásia e África, além de várias cidades na Inglaterra. O WOW é o maior, mais abrangente e mais importante festival dedicado a apresentar trabalhos realizados por mulheres e debater e encorajar a busca por igualdade de gênero.