ORGANIZAÇÃO
Fernando Limberger

COORDENAÇÃO EDITORIAL E REVISÃO
Marisa S. Mello

DESIGN GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO
Monique Schenkels



TEXTOS
Guilherme Wisnik
Ricardo José Francischetti Garcia
Marcelo Zocchio

TRADUÇÃO PARA INGLÊS
John Norman

LEIA AQUI

Apresentando ensaios de Guilherme Wisnik, Ricardo José Francischetti Garcia e Marcelo Zocchio, o livro “Relicto” apresenta em textos e imagens a exposição homônima de Fernando Limberger realizada entre 2020 e 2021 na Casa da Imagem e no Beco do Pinto, São Paulo. Em um exercício arqueológico que proporciona o encontro do espectador com “relictos”, elementos remanescentes que resistiram a um processo de transformação ambiental, o artista tensiona a relação entre o crescimento urbano e o apagamento da história da cidade, destacando na paisagem vestígios que testemunham a permanência de um tempo anterior à configuração urbana atual de São Paulo. 

ORGANIZAÇÃO
Camila Sposati


COORDENAÇÃO EDITORIAL E REVISÃO
Deborah Moreira / MIRA.etc


TEXTOS
Cristiana Tejo, Kiki Mazzucchelli


DESIGN GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO
Studio Kader / Carolina Aboarrage



OUÇA O ÁUDIOLIVRO: 

 

LEIA AQUI

A publicação, com textos e imagens, registra a memória do Ciclo de Exposições Artísticas e Residência Belojardim, programa que teve início em 2017 no município localizado a 180 km de Recife. A terceira artista convidada da edição de 2019-2021 é Camila Sposati (São Paulo, 1972). Com curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli e produção da Automatica, o projeto busca desenvolver a longo prazo na região do agreste pernambucano a proposta de incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte dessa região nos dias de hoje, através de projetos de artistas especialmente comissionados para o contexto local. Esta edição, primeira realizada em formato híbrido contou com exposição coletiva de Sposati e mais catorze artistas: ALL Souza, Angelik, Déborah Monteiro, Elaine Lima, Gledson Lamartine, Heligeison Feitosa, Jacy Lima, Jurandex, Maéve Oliveira, Marilia Azevedo, PRKILLA, Rodrigo Valença, Soraya Feitoza e Thalyta Monteiro. Com base no Teatro Legislativo de Augusto Boal (1996), Corpos de Phonosophia propunha a conexão do corpo pessoal com o social. O foco de interesse do projeto era explorar a relação das peças criadas com os corpos-sujeitos que as criam, a fim de investigar seu potencial como mediadoras entre as diferentes subjetividades e o mundo. As obras produzidas no projeto foram compartilhadas com o público por meio de uma exposição digital criada em parceria com o artista Rudá Cabral. 



TÍTULO DO PROJETO

Plataforma Coleção Arte Bra 

EDIÇÃO

  1. Automatica Edições 
  2. Luiza Mello 
  3. Marisa S. Mello 

VOLUMES PUBLICADOS 

  1. Marcos Chaves (2007) 
  2. Raul Mourão (2007) 
  3. Luiz Zerbini (2010) 
  4. Lucia Koch (2010) 
  5. Crítica Moacir dos Anjos (2011) 
  6. Livia Flores (2013) 
  7. Eduardo Frota (2013) 
  8. Barrão (2014) 
  9. Fernanda Gomes (2014) 
  10. Gabriela Machado (2016)
  11. Eleonora Fabião (2021) 
  12. Tatiana Altberg (2021)

PROJETO GRÁFICO ORIGINAL E DESIGN | Marcos Chaves e Raul Mourão

  1. Sonia Barreto 
  2. Tecnopop

​Direção de arte | Luiz Zerbini 

Rara Dias

Direção de arte | Lucia Koch

Monique Schenkels

Design gráfico demais volumes | Atualização projeto gráfico e desenvolvimento da plataforma 

  1. Dínamo
  2. Alexsandro Souza

Revisão de textos 

Duda Costa 

ACESSE A PLATAFORMA

ARTE BRA é uma coleção que documenta a trajetória de artistas brasileiros contemporâneos, refletindo sobre os conteúdos e os significados de suas obras. Iniciada em 2007, conta com doze volumes publicados. 

Cada livro é plural: apresenta imagens, textos críticos, entrevista, cronologia e referências, com uma estrutura dinâmica e uma edição cuidadosa. Os textos são assinados por importantes curadores e críticos de arte, como Agnaldo Farias, Glória Ferreira, Felipe Scovino, Galciani Neves, Moacir dos Anjos, Tania Rivera, Paulo Herkenhoff, Paulo Miyada, entre outros.

A coleção é baseada em um mapeamento da arte contemporânea brasileira, resultando em livros de pequeno formato e fácil leitura, voltado para profissionais do meio cultural, estudantes e leitores curiosos. ARTE BRA proporcionauma reflexão sobre a diversidade da produção contemporânea em artes visuais, afirmando e consolidando a importância desse território da cultura nacional.

Em 2021, é lançada uma plataforma digital que reúne e disponibiliza todos os livros em dois formatos: consulta em tela e download gratuito. 

www.colecaoartebra.com 

Título do projeto

Moinho Fluminense: Memória

Realização

Autonomy Investimentos

Edição e produção

Automatica Edições

 

Coordenação editorial

  1. Luiza Mello e Marisa S. Mello | Automatica
  2. Caroline Bertoldi | Autonomy

Textos

  1. Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
  2. Eliane Canedo
  3. Maria Pace Chiavari
  4. Piedade Grinberg

Tradução

Marília Rebello

VERSÃO ONLINE 

Com textos, fartamente ilustrados, de Augusto Ivan de Freitas Pinheiro; Eliane Canedo, Maria Pace e Piedade Grinberg; e um ensaio fotográfico de Mauricio Hora, o livro Moinho Fluminense – Memória apresenta os seguintes elementos: em primeiro lugar, a história da região do porto e Gamboa; desde o século XVI até os dias de hoje; em segundo os trabalhos de fotógrafos que fizeram imagens do próprio empreendimento e de seus arredores; em terceiro, as histórias das personagens que atuaram na sua origem; em seguida, as histórias acontecidas durante as atividades do Moinho; por fim, a descrição da evolução arquitetural da edificação. Pretende-se, com este conjunto de evidências, provar a importância do Moinho Fluminense no âmbito empresarial e na história arquitetônica e urbana do Rio de Janeiro.

Uma versão online do livro está disponível no site https://moinho.cargo.site/.

TÍTULO DO PROJETO

Arte, Cidade e Patrimônio: Futuro e memória nas poéticas contemporâneas 

ORGANIZAÇÃO

Adriana Nakamuta

TEXTOS

  1. Adler Homero de Castro
  2. Alejandra Saladino, Alicia Castillo Mena e João Carlos Nara Jr.
  3. Andrea Tourinho e Marly Rodrigues
  4. Flávia Brito
  5. Flávio Carsalade
  6. Helcio Beuclair e Simone Scifoni
  7. Lia Motta
  8. Mairton Celestino e Maria Lúcia Sousa
  9. Mariana Panta
  10. Mário Pragmácio
  11. Marize Malta
  12. Rafael Winter
  13. Sandra Corrêa

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Automatica Edições

PRODUÇÃO EDITORIAL

  1. Ayla P. Gomes 
  2. Marisa S. Mello

ASSISTENTE EDITORIAL

Renata Palheiros 

PREFÁCIO

Fernanda Lopes

PROGRAMAÇÃO VISUAL

  1. Alexsandro Souza | Dínamo 

PREPARAÇÃO E REVISÃO DE TEXTOS 

Duda Costa

IMPRESSÃO

Viena Gráfica e Editora Ltda

ACESSE O PDF DO LIVRO

COMPRE AQUI

O livro acompanha o catálogo de imagens da exposição de mesmo nome, realizada no Oi Futuro Rio de Janeiro entre 25 de maio e 25 de julho de 2021. Com obras inéditas, em diversos formatos, suportes e linguagens, a coletiva apresentou uma contribuição ao debate do papel da arte na construção da memória e na relação com o território da cidade, no campo sensível, afetivo e material.

As mais de vinte fotografias presentes, tanto em caderno especial, quanto ao longo do livro, registram a memória fotográfica do projeto. Os artigos, resultados de pesquisas e reflexões interdisciplinares, consideram as cidades de maneira plena, na totalidade de seus aspectos culturais, artísticos, nas diferentes ações, histórias, disputas e conflitos que as configuram. Isso nos ajuda a pensar a cidade como a soma de territórios construídos a partir de projetos e, também, da necessidade de sociabilidades e sobrevivência, resultando num bem cultural coletivo ao qual se pode atribuir valores de patrimônio.

Um convite à reflexão sobre as cidades e o patrimônio cultural brasileiro, motivados pela realização de uma exposição que tem como premissa o transbordamento dos conceitos de futuro e memória por meio da arte contemporânea. É nesta perspectiva, da cidade como patrimônio cultural, que autores e autoras dividem suas experiências de pesquisa com os leitores, apresentando neste livro a complexidade do tema das cidades e do patrimônio na contemporaneidade.

Título do projeto

Volume 2

Concepção

Raul Mourão

Edição

Automatica Edições

Coordenação editorial

  1. Luiza Mello
  2. Marisa S. Mello

Assistente de produção

Ana Pimenta

Prefácio

Fernanda Lopes

Projeto gráfico

  1. Gustavo Prado
  2. Jonathan Nunes
  3. Maria Clara

Sinopse dos capítulos e revisão

Audrey Furlaneto

Revisão de textos

  1. Duda Costa
  2. Luiza Mello

Traduções

  1. Chris Burden
  2. John Norman
  3. Marise Barros

Tratamento de imagens

Thiago Barros

Arte finalização

Dínamo Design

Transcrição da entrevista Arto Lindsay

Pombo

Impressão

Ipsis Gráfica e Editora

COMPRE AQUI

Volume 2 é a segunda edição do livro-revista do artista Raul Mourão. Organizada em capítulos que abordam leituras, tópicos e escritas diversas; a publicação estabelece diálogos entre diferentes linguagens da arte contemporânea brasileira e mundial, tais como o cinema e a música.

Adotando a mesma disposição multifacetada do Volume 1, o livro reúne esculturas, pinturas, desenhos, fotos e frames de vídeos, que se misturam a textos críticos, textos do blog do artista (“BROG do Raul”) e entrevistas.

A lista de autores e colaboradores é composta por Fernanda Lopes, Eucanaã Ferraz, Cauê Alves, Luisa Duarte, Isabel Diegues, Vicente de Mello, Felipe Scovino, Daniel Senise, Arto Lindsay, Maria do Carmo Pontes, Guilherme Gutman, Frederico Coelho, Daniel Blaufuks, Marcos Chaves, Lenora de Barros, Daniel Senise, Emmanuel Nassar, Greg Caz, Gustavo Prado, Audrey Furlaneto, Paulo Sergio Duarte, Luiz Camillo Osório e o próprio Raul.

Mourão planeja uma sequência para o projeto, com os títulos Volume 3, Volume 4 e assim sucessivamente.

Volume 2 torna-se possível através de financiamento coletivo e coordenação editorial da Automatica Edições.

TÍTULO DO PROJETO

Tatiana Altberg – Quem eu acordei hoje?

Concepção

Tatiana Altberg

Edição

Automatica Edições

Projeto editorial e gráfico

Tatiana Altberg

Colaboração editorial

Raquel Tamaio

Revisão

Luiza Leite

Fotografias coloridas e tratamento de imagens

Tatiana Altberg

Pré-impressão e impressão

Stilgraf

Coordenação geral

Luiza Mello

Realização

República.org e Automatica

À convite da Residência Artística Setor Público, a artista Tatiana Altberg trabalhou com a equipe da Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção da Secretaria de Estado de Segurança.

Altberg participou de reuniões, grupos de trabalho, palestras e grupos de estudos, formados pelos 33 servidores; policiais militares, policiais civis e profissionais de diversas áreas, como psicólogos, sociólogos, entre outros. Acompanhou o dia a dia da equipe, se aproximando para conhecer os projetos e as pessoas que os executavam.

Tatiana percebeu que o momento de maior abertura e disponibilidade das servidoras era o almoço em uma sala de convivência. Ela entendeu que almoçar com a equipe era parte do processo de trabalho. Nesses encontros surgiam conversas interessantes e reveladoras das dinâmicas internas. Depois do almoço, sempre alguém ficava um pouco mais e contava sua história, ou histórias da própria Secretaria.

Para viabilizar a participação da equipe, cuja rotina era um tanto atribulada, criou um dispositivo em forma de jogo. Periodicamente deixava envelopes nas mesas de cada um com proposições para serem respondidas.

Tatiana montou um laboratório de revelação de fotografia pinhole dentro da Secretaria que ficou ativo durante todo o tempo da residência.

As respostas das proposições, em forma de texto e imagem, eram colocadas nas paredes da sala de convivência. Dessa maneira construiu-se, gradativamente, ao longo do ano, uma espécie de constelação de histórias e imagens das singularidades formadas pela equipe.

Além da sala-processo com a exposição do que foi construído durante a residência Tatiana

editou o livro “Quem eu acordei hoje?” constituído pelos textos e imagens pinhole produzidos pelos servidores da Secretaria. Junto aos textos e imagens feitos pelos participantes do jogo estabelecido por Altberg, o livro é composto de fragmentos escritos pela artista do que viu, ouviu, ou lhe contaram, e de cenas que viu em seu percurso até a Secretaria, durante o ano que a frequentou.

TÍTULO DO PROJETO

Como se faz um clássico da literatura brasileira? Análise da consagração literária de Erico Verissimo, Graciliano Ramos Jorge Amado e Rachel de Queiroz (1930-2012)

AUTORA

Marisa S. Mello

EDIÇÃO

  1. Automatica Edições
  2. Folio Digital

PRODUÇÃO EDITORIAL

  1. Ana Pimenta
  2. Ayla Gomes

PROJETO GRÁFICO

Alexsandro Souza | Dínamo Design

REVISÃO DE TEXTOS

Duda Costa

REVISÃO DE PROVAS

Folio Digital

IMPRESSÃO

Rotaplan Gráfica Editora Ltda.

CONSELHO EDITORIAL

Felipe Trotta (PPG em Comunicação e Departamento de Estudos Culturais e Mídia/UFF)

João Paulo Macedo e Castro (Departamento de Filosofia e Ciências Sociais/Unirio)

Ladislau Dowbor (Departamento de Pós-Graduação da FEA/PUC-SP)

Leonardo De Marchi (Faculdade de Comunicação Social/UERJ)

Marcel Bursztyn (Centro de Desenvolvimento Sustentável/UnB)

Micael Herschmann (Escola de Comunicação/UFRJ)

Pablo Alabarces (Falculdad de Ciencias Sociales/ Universidad de Buenos Aires)

Roberto dos Santos Bartholo Junior (COPPE/UFRJ)

COMPRE AQUI

O livro aborda o processo histórico de consagração literária de Erico Verissimo, Graciliano Ramos, Jorge Amado e Rachel de Queiroz, a partir de suas posições no campo intelectual, desde suas formações e estreias literárias, na década de 1930, passando por suas inserções profissionais, até os dias atuais, quando seus livros se encontram consolidados enquanto clássicos da literatura brasileira e a internet vem modificar a organização da indústria editorial. A autora privilegia a análise das instâncias de consagração próprias ao campo literário, como as editoras, os prêmios literários, a Academia Brasileira de Letras, a crítica, entre outras. Trata-se de buscar uma especificidade em cada trajetória e situação, e ao mesmo tempo reconstituir as formas de funcionamento coletivo do movimento literário brasileiro ao longo do século XX e na primeira década de século XXI.

 

Título do projeto

Residência Belo Jardim – Carlos Mélo

Curadoria

Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli

Coordenação geral

Luiza Mello

EDIÇÃO GRÁFICA

Alex Souza | Dínamo Design

FOTOGRAFIA

Geyson Magno

TEXTOS

  • Carlos Mélo
  • Cristiana Tejo
  • Erlene Melo
  • Kiki Mazzucchelli
  • Marcus de Lontra Costa
  • Mariana de Mattos
  • Suzy Okamoto

TRATAMENTO DE IMAGENS

Dínamo Design

EDIÇÃO

Automatica

ACESSE O PDF DO LIVRO 

A publicação, com textos e imagens, registra a memória do Ciclo de Exposições Artísticas e Residência Belojardim, programa que tem início em 2017 no município localizado a 180 km de Recife. O segundo artista convidado e que protagoniza a edição 2018 é Carlos Mélo (Pernambuco, 1969). Com curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli e produção da Automatica, o projeto busca desenvolver a longo prazo na região do agreste pernambucano a proposta de incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte dessa região nos dias de hoje, através de projetos de artistas especialmente comissionados para o contexto local. Durante sua temporada na cidade, Carlos Mélo realizou uma exposição no SESC Ler Belo Jardim e o filme Barro Oco, sobre a comunidade do Barro Branco, numa alusão ao nome da comunidade e a sua força de resistência.

TÍTULO DO PROJETO

Bug: narrativas interativas e imersivas

REALIZAÇÃO

  1. Secretaria Municipal de Cultura
  2. Oi Futuro
  3. Automatica Edições

ORGANIZAÇÃO

  1. André Paz
  2. Sandra Gaudenzi

PRODUÇÃO EDITORIAL

  1. Marisa S. Mello

EDIÇÃO

  1. Automatica Edições
  2. Letra e Imagem

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Mayra Jucá

TEXTOS

  1. André Paz
  2. Sandra Gaudenzi
  3. Mayra Jucá
  4. Kátia Augusta Maciel
  5. Arnau Gifreu-Castells
  6. Jéssica Cruz
  7. Julia Salles
  8. María Laura Ruggiero
  9. Fanny Belvisi
  10. Xavier de la Vega

IMAGENS

  1. Felipe Varanda
  2. Marco Terranova
  3. Vanessa Lauria
  4. IDROPS/IFLAB
  5. Divulgação BUG404

EDIÇÃO GRÁFICA

  1. Dínamo Design
  2. Alex Souza

EDIÇÃO DE TEXTOS

Manu Vasconcelos

TRADUÇÃO

  1. David Hauss
  2. Lis Horta Moriconi
  3. Mariana Gago
  4. Carola Mittrany

REVISÃO

  1. Rosana Lobo
  2. Amanda Coimbra McCaskey

IMPRESSÃO

Ipsis

COMPRE AQUI

O livro Bug: narrativas interativas e imersivas é uma realização do laboratório Bug404 em parceira com a Automatica Edições e coedição da Letra Imagem, com o incentivo da Secretaria Municipal de Cultura e do Oi Futuro.

Organizado por André Paz (UNIRIO/PPGMC(UFRJ)) e Sandra Gaudenzi (University of Westminster), é o primeiro livro brasileiro em formato bilíngue que propõe a apresentação de uma visão panorâmica do campo, englobando os cenários internacional e nacional das narrativas interativas e imersivas. Trata-se de pesquisadores, produtores e artistas postos em diálogo através de textos e entrevistas que discutem produções em formatos de webdocumentário, documentários interativos, vídeos 360, realidade virtual, realidade aumentada, transmídia e mapa sonoro.

A publicação é um dos produtos da Mostra Bug, realizada no Centro Cultural Oi Futuro entre agosto e setembro de 2018, com curadoria de André Paz, Julia Salles e Arnau Gifreu-Castells e produção da Automatica. O capítulo 4 compreende o catálogo das obras que compuseram a exposição.

 

TÍTULO DO PROJETO

Residência Belo Jardim – Marcelo Silveira

CURADORIA

Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

 

EDIÇÃO GRÁFICA

Priscila Gonzaga

FOTOGRAFIA

Bernardo Teshima

CONTEÚDO

Cristina Huggins

CONVIDADOS

Catarina Duncan, Cláudio Assis, Fabiana Moraes, Gabriel Mascaro, Jailton Moreira, Michael Asbury e Moacir dos Anjos

PROJETO E PRODUÇÃO

Automatica

ACESSE O PDF DO LIVRO

A publicação faz referência ao Ciclo de Exposições Residência Belo Jardim, programa que tem início em 2017 no município localizado a 180 km de Recife. O primeiro artista convidado e que protagoniza esta edição é Marcelo Silveira (Pernambuco, 1962). Com curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli e produção da Automatica, o projeto busca desenvolver a longo prazo na região do agreste pernambucano a proposta de incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte dessa região nos dias de hoje, através de projetos de artistas especialmente comissionados para o contexto local. Durante sua temporada na cidade, Silveira apresentou oito trabalhos de diferentes formatos em diferentes locais da cidade de Belo Jardim, e transformou a antiga fábrica de doces Mariola em ateliê. Lá, semanalmente, promovia encontros com moradores da região para um almoço, a partir da ideia que obra, poética e reflexões pudessem pautar conversas: “É na mesa que surgem as melhores conversas, por isso nossa proposta de reunir as pessoas em torno dela. O foco não é a comida, ela é um acessório dentro do processo”, explica o artista. O ateliê belo-jardinense esteve aberto para receber os interessados em estabelecer diálogos.

Sob um olhar sensível para a cidade, Marcelo Silveira procurou encontrar beleza e estética em locais e práticas que talvez nos passem desapercebidas no dia-a-dia.