TÍTULO DO PROJETO

Como se faz um clássico da literatura brasileira? Análise da consagração literária de Erico Verissimo, Graciliano Ramos Jorge Amado e Rachel de Queiroz (1930-2012)

AUTORA

Marisa S. Mello

EDIÇÃO

  1. Automatica Edições
  2. Folio Digital

PRODUÇÃO EDITORIAL

  1. Ana Pimenta
  2. Ayla Gomes

PROJETO GRÁFICO

Alexsandro Souza | Dínamo Design

REVISÃO DE TEXTOS

Duda Costa

REVISÃO DE PROVAS

Folio Digital

IMPRESSÃO

Rotaplan Gráfica Editora Ltda.

CONSELHO EDITORIAL

Felipe Trotta (PPG em Comunicação e Departamento de Estudos Culturais e Mídia/UFF)

João Paulo Macedo e Castro (Departamento de Filosofia e Ciências Sociais/Unirio)

Ladislau Dowbor (Departamento de Pós-Graduação da FEA/PUC-SP)

Leonardo De Marchi (Faculdade de Comunicação Social/UERJ)

Marcel Bursztyn (Centro de Desenvolvimento Sustentável/UnB)

Micael Herschmann (Escola de Comunicação/UFRJ)

Pablo Alabarces (Falculdad de Ciencias Sociales/ Universidad de Buenos Aires)

Roberto dos Santos Bartholo Junior (COPPE/UFRJ)

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O livro aborda o processo histórico de consagração literária de Erico Verissimo, Graciliano Ramos, Jorge Amado e Rachel de Queiroz, a partir de suas posições no campo intelectual, desde suas formações e estreias literárias, na década de 1930, passando por suas inserções profissionais, até os dias atuais, quando seus livros se encontram consolidados enquanto clássicos da literatura brasileira e a internet vem modificar a organização da indústria editorial. A autora privilegia a análise das instâncias de consagração próprias ao campo literário, como as editoras, os prêmios literários, a Academia Brasileira de Letras, a crítica, entre outras. Trata-se de buscar uma especificidade em cada trajetória e situação, e ao mesmo tempo reconstituir as formas de funcionamento coletivo do movimento literário brasileiro ao longo do século XX e na primeira década de século XXI.

 

TÍTULO DO PROJETO

Bug: narrativas interativas e imersivas

REALIZAÇÃO

  1. Secretaria Municipal de Cultura
  2. Oi Futuro
  3. Automatica Edições

ORGANIZAÇÃO

  1. André Paz
  2. Sandra Gaudenzi

PRODUÇÃO EDITORIAL

  1. Marisa S. Mello

EDIÇÃO

  1. Automatica Edições
  2. Letra e Imagem

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Mayra Jucá

TEXTOS

  1. André Paz
  2. Sandra Gaudenzi
  3. Mayra Jucá
  4. Kátia Augusta Maciel
  5. Arnau Gifreu-Castells
  6. Jéssica Cruz
  7. Julia Salles
  8. María Laura Ruggiero
  9. Fanny Belvisi
  10. Xavier de la Vega

IMAGENS

  1. Felipe Varanda
  2. Marco Terranova
  3. Vanessa Lauria
  4. IDROPS/IFLAB
  5. Divulgação BUG404

EDIÇÃO GRÁFICA

  1. Dínamo Design
  2. Alex Souza

EDIÇÃO DE TEXTOS

Manu Vasconcelos

TRADUÇÃO

  1. David Hauss
  2. Lis Horta Moriconi
  3. Mariana Gago
  4. Carola Mittrany

REVISÃO

  1. Rosana Lobo
  2. Amanda Coimbra McCaskey

IMPRESSÃO

Ipsis

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O livro Bug: narrativas interativas e imersivas é uma realização do laboratório Bug404 em parceira com a Automatica Edições e coedição da Letra Imagem, com o incentivo da Secretaria Municipal de Cultura e do Oi Futuro.

Organizado por André Paz (UNIRIO/PPGMC(UFRJ)) e Sandra Gaudenzi (University of Westminster), é o primeiro livro brasileiro em formato bilíngue que propõe a apresentação de uma visão panorâmica do campo, englobando os cenários internacional e nacional das narrativas interativas e imersivas. Trata-se de pesquisadores, produtores e artistas postos em diálogo através de textos e entrevistas que discutem produções em formatos de webdocumentário, documentários interativos, vídeos 360, realidade virtual, realidade aumentada, transmídia e mapa sonoro.

A publicação é um dos produtos da Mostra Bug, realizada no Centro Cultural Oi Futuro entre agosto e setembro de 2018, com curadoria de André Paz, Julia Salles e Arnau Gifreu-Castells e produção da Automatica. O capítulo 4 compreende o catálogo das obras que compuseram a exposição.

 

Título do projeto

Residência Belo Jardim – Carlos Mélo

Curadoria

Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli

Coordenação geral

Luiza Mello

EDIÇÃO GRÁFICA

Alex Souza | Dínamo Design

FOTOGRAFIA

Geyson Magno

TEXTOS

  • Carlos Mélo
  • Cristiana Tejo
  • Erlene Melo
  • Kiki Mazzucchelli
  • Marcus de Lontra Costa
  • Mariana de Mattos
  • Suzy Okamoto

TRATAMENTO DE IMAGENS

Dínamo Design

EDIÇÃO

Automatica

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A publicação, com textos e imagens, registra a memória do Ciclo de Exposições Artísticas e Residência Belojardim, programa que tem início em 2017 no município localizado a 180 km de Recife. O segundo artista convidado e que protagoniza a edição 2018 é Carlos Mélo (Pernambuco, 1969). Com curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli e produção da Automatica, o projeto busca desenvolver a longo prazo na região do agreste pernambucano a proposta de incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte dessa região nos dias de hoje, através de projetos de artistas especialmente comissionados para o contexto local. Durante sua temporada na cidade, Carlos Mélo realizou uma exposição no SESC Ler Belo Jardim e o filme Barro Oco, sobre a comunidade do Barro Branco, numa alusão ao nome da comunidade e a sua força de resistência.

TÍTULO DO PROJETO

Residência Belo Jardim – Marcelo Silveira

CURADORIA

Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

 

EDIÇÃO GRÁFICA

Priscila Gonzaga

FOTOGRAFIA

Bernardo Teshima

CONTEÚDO

Cristina Huggins

CONVIDADOS

Catarina Duncan, Cláudio Assis, Fabiana Moraes, Gabriel Mascaro, Jailton Moreira, Michael Asbury e Moacir dos Anjos

PROJETO E PRODUÇÃO

Automatica

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A publicação faz referência ao Ciclo de Exposições Residência Belo Jardim, programa que tem início em 2017 no município localizado a 180 km de Recife. O primeiro artista convidado e que protagoniza esta edição é Marcelo Silveira (Pernambuco, 1962). Com curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzucchelli e produção da Automatica, o projeto busca desenvolver a longo prazo na região do agreste pernambucano a proposta de incentivar discussões em torno do significado sociocultural do termo Nordeste e do legado da arte dessa região nos dias de hoje, através de projetos de artistas especialmente comissionados para o contexto local. Durante sua temporada na cidade, Silveira apresentou oito trabalhos de diferentes formatos em diferentes locais da cidade de Belo Jardim, e transformou a antiga fábrica de doces Mariola em ateliê. Lá, semanalmente, promovia encontros com moradores da região para um almoço, a partir da ideia que obra, poética e reflexões pudessem pautar conversas: “É na mesa que surgem as melhores conversas, por isso nossa proposta de reunir as pessoas em torno dela. O foco não é a comida, ela é um acessório dentro do processo”, explica o artista. O ateliê belo-jardinense esteve aberto para receber os interessados em estabelecer diálogos.

Sob um olhar sensível para a cidade, Marcelo Silveira procurou encontrar beleza e estética em locais e práticas que talvez nos passem desapercebidas no dia-a-dia.

TÍTULO DO PROJETO

Fabio Morais

Organização

Jacopo Crivelli Visconti

Produção Editorial

Luiza Mello

Marisa S. de Mello

 

Edição

Automatica Edições

Coordenação Editorial

Galeria Vermelho

Patrocínio

Coleção Moraes-Barbosa

Luciana e Antonio Wever

Edição e textos

Jacopo Crivelli Visconti

Tradução

John Norman

Revisão

Duda Costa

Regina Stocklen

Projeto Gráfico

Celso Longo

Luisa Prat [assistente]

Produção Gráfica

Aline Valli

Tratamento de imagens

Carlos Mesquita

Fotos

Edouard Fraipont

Paula Alzugaray

Rafael Cañas

Rafael Jacinto

Raphael Vilar

Impressão

Geográfica

 

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O livro Fabio Morais, produzido pela Automatica Edições, dedica-se a explorar a produção do artista paulistano nos últimos dez anos, que inclui instalações e esculturas, além de numerosas publicações e livros de artista. Morais investiga no seu processo as relações e contaminações entre a literatura e as artes visuais. Tomando como ponto de partida a particularidade da sua prática de utilizar livro como objeto e o universo literário de maneiras mais ampla, a publicação adotou programaticamente estar o mais longe possível de ser um livro de artista. A proposta aqui é de sistematização e divulgação da produção de um artista original no panorama brasileiro contemporâneo, que apesar de ter produzido vários livros, não contava com nenhum registro objetivo (um “catálogo”, para usar o termo convencional em âmbito artístico) do seu trabalho.

TÍTULO DO PROJETO

Dreaming Awake

PRODUÇÃO EDITORIAL

  1. Luiza Mello
  2. João Doria
  3. Valentijn Byvanck

LANÇAMENTO

  1. Maio de 2018

AUTORES

  1. Valentijn Byvanck
  2. Eduardo Kohn
  3. Bruno Latour
  4. Luiza Mello
  5. Jean-Christophe Royoux
  6. Eduardo Viveiros de Castro

EDIÇÃO

  1. Automatica
  2. Marres, House for Contemporary Culture, Maastricht

Designer

João Doria (Oslo (NO))

EDIÇÃO DE IMAGENS

  1. Valentijn Byvanck
  2. Luiza Mello
  3. João Doria

FOTOS

  1. Eduardo Ortega
  2. Luiza Mello
  3. Pat Kilgore
  4. Gert Jan Van Rooij

LINGUAGENS

  1. Inglês
  2. Português
  3. Francês

TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

  1. Chris Burden
  2. John Norman

LITOGRAFIA

Colour & Books (Sebastiaan Hanekroot), Apeldoorn

GRÁFICA

Drukkerij Tielen, Boxtel

ENCADERNAÇÃO

Boekbinderij Brepols, Turnhout

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O livro Dreaming Awake foi publicado em ocasião exposição de mesmo nome que ocupou o edifício do Marres, House for Contemporary Art, em Maastricht, Países Baixos, entre março e junho de 2018. A publicação traz imagens dos trabalhos dos artistas Luiz Zerbini e Daniel Steegmann Mangrané, fotografias da curadora Luiza Mello realizadas durante a pesquisa para a mostra e fotos da exposição em formato cartão postal. Entre os textos selecionados estão um ensaio do cientista social e filósofo Bruno Latour e duas entrevistas: entre o historiador e crítico de arte Jean-Christophe Royoux e o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro; e entre o antropólogo Eduardo Kohn e o artista Daniel Steegmann Mangrané. A publicação apresenta textos em três idiomas: inglês, francês e português. O projeto foi desenvolvido pela curadora brasileira Luiza Mello e pelo diretor do Marres, Valentijn Byvanck, em colaboração com o designer gráfico João Doria e os artistas Dominique Gonzalez-Foerster, Daniel Steegmann Mangrané e Luiz Zerbini.  

Para mais informações, acesse: https://www.marres.org/en/programmas/dreaming awake-beste-verzorgde-boeken-2018/

TÍTULO DO PROJETO

Gabriela Machado: Pequenas Pinturas

AUTOR

Gabriela Machado

REALIZAÇÃO

Galeria Marcelo Guarnieri

Edição

Gabriela Machado

Alexsandro Souza

Luiza Mello

Marisa S. Mello

Bianca Zampier

Design gráfico

Alexsandro Souza | Dínamo

Textos

Gabriela Machado

Coordenação editorial

Luiza Mello e Marisa S. Mello

Fotógrafos

Bruno Lopes

Ding Musa

Pat Kilgore

Tratamento de imagens

Pombo

Pré-impressão e impressão

Ipsis

O livro “Gabriela Machado, Pequenas Pinturas” apresenta uma seleção de pinturas de pequenas dimensões desenvolvidas pela artista entre os anos de 2013 e 2018. As obras estão organizadas em capítulos nomeados com a data em que foram produzidos e notas da artista. A frase que inicia o livro “esse foi o tempo que dediquei para essas pinturas” vem definir a forma de um diálogo, que a artista estabelece com seu público. O trabalho de Gabriela Marcado caracteriza-se pela experimentação presente na multiplicidade de suportes e técnicas, incluindo pinturas, gravuras, desenhos, fotografias, colagens e esculturas. Formada em arquitetura e urbanismo, Machado frequentou cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro) durante o final da década de 1980, complementando a sua formação artística. Realizou exposições individuais no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/MAM- Rio (2016), no Museu do Açude (Rio de Janeiro, 2014), no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 1998 e 2012), no CCBB Rio de Janeiro (2002), entre outros espaços culturais e galerias.

TÍTULO DO PROJETO

Preto e Branco

ORGANIZAÇÃO

Christiano Calvet e Raul Mourão

TEXTOS

Frederico Coelho e
Luiz Camillo Osório

PROJETO GRÁFICO

Christiano Calvet

PRODUÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello | Automatica

PATROCÍNIO

Jorge Nobrega
Rodrigo Fiães
XP Investimentos

Preto e Branco é um mergulho no acervo de imagens do fotógrafo, radialista, DJ e jornalista Mauricio Valladares.

Ao longo das últimas cinco décadas, Mauricio Valladares apontou sua lente para todos os lados de dia e de noite.

Preto e Branco reúne 142 fotos analógicas realizadas entre 1972 e 2003, textos de Luiz Camillo Osório e Frederico Coelho e projeto gráfico de Christiano Calvet. Um grupo de imagens sobre gente com uma paisagem aqui e uma arquitetura acolá. Registro de ilustres nomes da música brasileira e internacional e flagrantes do homem comum nas ruas do Rio, de Paris, Roma e Londres. Um mundo perdido que renasce para nós pelos olhos de Mauricio.

TÍTULO DO PROJETO

ARTE BRA Gabriela Machado

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa Mello

DESIGN

Dínamo | Alexsandro Souza

ASSISTENTE EDITORIAL

  • Julia Pombo | Automatica
  • Bianca Zampier | Casa do Horto

PROJETO E PRODUÇÃO

Automatica Edições

TRATAMENTO DE IMAGEM

Ipsis

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO INGLÊS

Christopher Burden

TRANSCRIÇÃO DA ENTREVISTA

Julia Pombo

Com este volume sobre a artista Gabriela Machado, a coleção ARTE BRA chega à sua nona edição. Sua obra é marcada pela experimentação que se faz presente na diversificação de suportes e técnicas: pinturas, gravuras, desenhos, fotografias, colagens e, recentemente, esculturas.

O texto inédito foi escrito pelo crítico e curador Ronaldo Brito, que acompanha o trabalho da artista há muitos anos. Ronaldo chama a atenção para a “imponderável disciplina do improviso” que potencializa a “visibilidade do mundo”, e que marca a obra da artista desde as primeiras pinturas até as recentes esculturas. Os textos críticos reeditados, de Paulo Venancio Filho, Alberto Tassinari e Frederico Coelho foram escritos no contexto específico de exposições, mas são perfeitamente compreensíveis se olhados em relação ao conjunto da obra.

O caderno da artista apresenta colagens produzidas entre o final de 2015 e o início de 2016, construídas com recortes de jornais e em seguida pintadas pela artista.

A entrevista foi realizada no ateliê da artista com a presença de Frederico Coelho, do músico Aleh Ferreira e do crítico de arte português Jorge Espinho. Junto com a cronologia, organizada por Julia Pombo contribui para a compreensão do desenvolvimento do fazer artístico de Gabriela, arquiteta de formação e frequentadora de cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage durante a década de 1980. Desde o final desta década até os dias de hoje, a artista realiza exposições individuais e coletivas, bem como viagens, residências artísticas, prêmios e projetos, em diferentes instituições culturais. Por fim, a bibliografia recupera textos e vídeos produzidos por Gabriela ou sobre o trabalho dela.

TÍTULO DO PROJETO

Derivadores

PRODUÇÃO EDITORIAL

Marisa S. Mello

DESIGN

Giselle Macedo

EDIÇÃO

Automatica Edições

TRATAMENTO DE IMAGEM

Noise

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO

Christopher Burden

FOTOGRAFIA

Luiza Baldan e Jonas Arrabal

TEXTOS

  • Simplício Neto
  • Ana Luisa Lima
  • Bruna Cerrone
  • Marisa Mello
  • Luiza Baldan
  • Jonas Arrabal

Este projeto foi contemplado pelo edital VIVA A CULTURA! – PROGRAMA DE FOMENTO A CULTURA DA PREFEITURA DO RIO a VIVA A ARTE! (2015)

O livro Derivadores, resultado do projeto desenvolvido por Luiza Baldan e Jonas Arrabal, apresenta textos da dupla e de pesquisadores convidados, além de imagens registradas durante o primeiro semestre de 2016 na Baía de Guanabara. O nome derivadores se origina das bóias oceânicas rastreáveis espalhadas pela Baía de Guanabara. Para o projeto artístico, elas foram adaptadas como câmeras de fotografia à pinhole pelo fotógrafo Thiago Barros para registrar a Baía. Uma vez por semana, durante quatro meses, Luiza, Jonas e, muitas vezes, o próprio Thiago saíram nos barcos da Prooceano/Projeto Grael, projetos que trabalham no monitoramento das marés, para colher os registros captados pelas bóias. No barco, Luiza e Jonas, além de recolher os registros dos derivadores, criaram novas imagens da Baía e à desenvolveram reflexões e textos que integram o projeto editorial. O cartaz que acompanha o livro reproduz alguns dos negativos registrados pelos derivadores.

TÍTULO DO PROJETO

Tatiana Blass

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Tatiana Blass

PROJETO GRÁFICO

Julio Duié

PRODUÇÃO EDITORIAL

Automatica

TRATAMENTO DE IMAGEM

Ipsis

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO INGLÊS

John Norman

IMPRESSÃO E TRATAMENTO DE IMAGENS

Ipsis Gráfica e Editora

APOIO

Galeria Millan
FOTÓGRAFOS

  • Alexandre Wahrhaftig
  • Denise Andréde
  • Edouard Fraipont
  • Eduardo Climachauska
  • Eduardo Eckenfelds
  • Emilia Groska
  • Everton Ballardin
  • Fernando PiAarra
  • Gökcen Dilek Acay
  • Henrique Marques
  • Jomar Bragança
  • Luis DiI?az DiI?az
  • Matt Booth
  • Milene Rinaldi
  • Oriol Tarridas
  • Rafael Adorjan
  • Ron Pollard
  • Sergio Guerini
  • SossoI Parma e João Mussolin
  • Tatiana Blass
  • Wilton Montenegro

O livro Tatiana Blass, com 176 páginas, contém imagens e descritivos de trabalhos da artista Tatiana Blass, desde o início de sua trajetória até os dias de hoje. Tatiana realiza obras em diversas linguagens, como desenhos, pinturas, esculturas, instalações, fotografias e vídeos, tendo participado de exposições no Brasil e no exterior. Formada em Bacharelado em Artes Plásticas pela Universidade Estadual Paulista, Tatiana Blass começou a desenvolver seu trabalho em 1998, quando passou a participar regularmente de salões, mostras em ateliês, exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Participou da 29a Bienal Internacional de São Paulo. Foi finalista do prêmio Nam June Paik Award, na Alemanha. Foi contemplada pelo programa Grants & Commissions, da Cisneros Fontanals Art Foundation, em Miami. Em 2011, ganhou o Prêmio PIPA pelo voto popular e voto do júri pelo conjunto de sua obra. Como parte do prêmio, fez uma residência artística no Gasworks, em Londres. Em 2013, o Museum of Contemporary Art Denver – nos EUA, comissionou a Electrical Rooma, uma videoinstalação inédita. Em 2014, foi convidada pela fundação 3,14 Stiftelsen, em Bergen, a participar de uma residência artística na Noruega. Desde 2007, realizou quatro exposições individuais na Galeria Millan, galeria que a representa, além da Johannes Vogt Gallery, em Nova York, com a qual participou de projetos solo nas feiras ArtBo, em Bogotá, Zona Maco, Cidade do México e Arco Madri.