TÍTULO DO PROJETO

Fabio Morais

Organização

Jacopo Crivelli Visconti

Produção Editorial

Luiza Mello

Marisa S. de Mello

 

Edição

Automatica Edições

Coordenação Editorial

Galeria Vermelho

Patrocínio

Coleção Moraes-Barbosa

Luciana e Antonio Wever

Edição e textos

Jacopo Crivelli Visconti

Tradução

John Norman

Revisão

Duda Costa

Regina Stocklen

Projeto Gráfico

Celso Longo

Luisa Prat [assistente]

Produção Gráfica

Aline Valli

Tratamento de imagens

Carlos Mesquita

Fotos

Edouard Fraipont

Paula Alzugaray

Rafael Cañas

Rafael Jacinto

Raphael Vilar

Impressão

Geográfica

 

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O livro Fabio Morais, produzido pela Automatica Edições, dedica-se a explorar a produção do artista paulistano nos últimos dez anos, que inclui instalações e esculturas, além de numerosas publicações e livros de artista. Morais investiga no seu processo as relações e contaminações entre a literatura e as artes visuais. Tomando como ponto de partida a particularidade da sua prática de utilizar livro como objeto e o universo literário de maneiras mais ampla, a publicação adotou programaticamente estar o mais longe possível de ser um livro de artista. A proposta aqui é de sistematização e divulgação da produção de um artista original no panorama brasileiro contemporâneo, que apesar de ter produzido vários livros, não contava com nenhum registro objetivo (um “catálogo”, para usar o termo convencional em âmbito artístico) do seu trabalho.

TÍTULO DO PROJETO

Gabriela Machado: Pequenas Pinturas

AUTOR

Gabriela Machado

REALIZAÇÃO

Galeria Marcelo Guarnieri

Edição

Gabriela Machado

Alexsandro Souza

Luiza Mello

Marisa S. Mello

Bianca Zampier

Design gráfico

Alexsandro Souza | Dínamo

Textos

Gabriela Machado

Coordenação editorial

Luiza Mello e Marisa S. Mello

Fotógrafos

Bruno Lopes

Ding Musa

Pat Kilgore

Tratamento de imagens

Pombo

Pré-impressão e impressão

Ipsis

O livro “Gabriela Machado, Pequenas Pinturas” apresenta uma seleção de pinturas de pequenas dimensões desenvolvidas pela artista entre os anos de 2013 e 2018. As obras estão organizadas em capítulos nomeados com a data em que foram produzidos e notas da artista. A frase que inicia o livro “esse foi o tempo que dediquei para essas pinturas” vem definir a forma de um diálogo, que a artista estabelece com seu público. O trabalho de Gabriela Marcado caracteriza-se pela experimentação presente na multiplicidade de suportes e técnicas, incluindo pinturas, gravuras, desenhos, fotografias, colagens e esculturas. Formada em arquitetura e urbanismo, Machado frequentou cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro) durante o final da década de 1980, complementando a sua formação artística. Realizou exposições individuais no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/MAM- Rio (2016), no Museu do Açude (Rio de Janeiro, 2014), no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 1998 e 2012), no CCBB Rio de Janeiro (2002), entre outros espaços culturais e galerias.

TÍTULO DO PROJETO

Nise da Silveira: caminhos de uma psiquiatra rebelde

AUTOR

Luiz Carlos Mello

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Marisa Mello

DESIGN GRÁFICO

Sônia Barreto

REVISÃO DE TEXTOS

Duda Costa

APOIO

Hólos Consultores Associados

IMPRESSÃO

Ipsis

COMPRE AQUI

Através de uma linguagem clara e concisa, esta biografia ilustrada de Nise da Silveira documenta a extraordinária vida da psiquiatra brasileira realizadora de uma obra que, no gênero, se inscreve entre uma das mais importantes do mundo.Neste volume o leitor tem uma ampla visão da trajetória de sua vida, desde a infância em Alagoas até a morte no Rio de Janeiro em 1999, aos 94 anos de idade.

Após ter sido presa por dois anos durante a ditadura Vargas, ela contestou e colaborou para a transformação dos paradigmas da psiquiatria, criando instituições inovadoras como a Casa das Palmeiras, primeiro espaço terapêutico em regime de externato, que tornou-se referência para os atuais Centros de Atenção Psicossocial do Brasil e o Museu de Imagens do Inconsciente, um espaço de estudos e pesquisas que extrapolou a área das ciências, destacando-se também no mundo das artes visuais.

O autor, que conviveu com ela em seus últimos 26 anos, cria um roteiro cujo fio condutor é a fala da própria Nise, através de textos retirados de anotações pessoais, entrevistas e depoimentos em diversas formas de mídia, conferindo à narração um tom coloquial.

Soma-se a isso fotografias, documentos, correspondências, manuscritos, sonhos e pensamentos que lançam luz nos principais acontecimentos que construíram  sua história. As pesquisas por elas desenvolvidas e os conhecimentos gerados  são acompanhados por uma seleção de obras do acervo do Museu de Imagens do Inconsciente que foram decisivas na realização de sua obra, reunindo significação simbólica e beleza estética.

A fotobografia baseou-se amplamente em documentos do arquivo Pessoal Nise da Silveira, que acaba de ser contemplado pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO e incluído no Registro Nacional do Programa, que procura identificar conjuntos documentais que tenham valor de patrimônio documental da humanidade.

Nise da Silveira (* 1905/ + 1999) foi psiquiatra. Em 1946 fundou o Serviço de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro. Em 1952, criou ali o Museu de Imagens do Inconsciente, um centro de estudo e de pesquisa que reúne obras produzidas nos ateliês de atividades expressivas (pintura e modelagem). Alguns anos mais tarde, em 1956, a Dra. Nise, juntamente com um grupo de pessoas animadas pelas mesmas idéias, daria vida a mais um projeto: a criação da Casa das Palmeiras, uma clínica destinada ao tratamento de egressos de instituições psiquiátricas, onde atividades expressivas são realizadas livremente, em regime de externato. Nise da Silveira também foi responsável pela formação do Grupo de Estudos C. G. Jung.

Suas pesquisas deram origem, ao longo dos anos, a exposições, filmes, documentários, audiovisuais, simpósios, publicações, conferências e cursos, tanto sobre terapêutica ocupacional quanto sobre a importância das imagens do inconsciente na compreensão do mundo interno do esquizofrênico. Como reconhecimento da importância de sua obra, a Dra. Nise tem recebido condecorações, títulos e prêmios em diferentes áreas do conhecimento: saúde, educação, arte e literatura. Seu trabalho e seus princípios inspiraram a criação de museus, centros culturais e instituições psiquiátricas no Brasil e no exterior. Por meio de seu trabalho introduziu a psicologia junguiana no Brasil.

TÍTULO DO PROJETO

Preto e Branco

ORGANIZAÇÃO

Christiano Calvet e Raul Mourão

TEXTOS

Frederico Coelho e
Luiz Camillo Osório

PROJETO GRÁFICO

Christiano Calvet

PRODUÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello | Automatica

PATROCÍNIO

Jorge Nobrega
Rodrigo Fiães
XP Investimentos

Preto e Branco é um mergulho no acervo de imagens do fotógrafo, radialista, DJ e jornalista Mauricio Valladares.

Ao longo das últimas cinco décadas, Mauricio Valladares apontou sua lente para todos os lados de dia e de noite.

Preto e Branco reúne 142 fotos analógicas realizadas entre 1972 e 2003, textos de Luiz Camillo Osório e Frederico Coelho e projeto gráfico de Christiano Calvet. Um grupo de imagens sobre gente com uma paisagem aqui e uma arquitetura acolá. Registro de ilustres nomes da música brasileira e internacional e flagrantes do homem comum nas ruas do Rio, de Paris, Roma e Londres. Um mundo perdido que renasce para nós pelos olhos de Mauricio.

TÍTULO DO PROJETO

ARTE BRA Gabriela Machado

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa Mello

DESIGN

Dínamo | Alexsandro Souza

ASSISTENTE EDITORIAL

  • Julia Pombo | Automatica
  • Bianca Zampier | Casa do Horto

PROJETO E PRODUÇÃO

Automatica Edições

TRATAMENTO DE IMAGEM

Ipsis

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO INGLÊS

Christopher Burden

TRANSCRIÇÃO DA ENTREVISTA

Julia Pombo

Com este volume sobre a artista Gabriela Machado, a coleção ARTE BRA chega à sua nona edição. Sua obra é marcada pela experimentação que se faz presente na diversificação de suportes e técnicas: pinturas, gravuras, desenhos, fotografias, colagens e, recentemente, esculturas.

O texto inédito foi escrito pelo crítico e curador Ronaldo Brito, que acompanha o trabalho da artista há muitos anos. Ronaldo chama a atenção para a “imponderável disciplina do improviso” que potencializa a “visibilidade do mundo”, e que marca a obra da artista desde as primeiras pinturas até as recentes esculturas. Os textos críticos reeditados, de Paulo Venancio Filho, Alberto Tassinari e Frederico Coelho foram escritos no contexto específico de exposições, mas são perfeitamente compreensíveis se olhados em relação ao conjunto da obra.

O caderno da artista apresenta colagens produzidas entre o final de 2015 e o início de 2016, construídas com recortes de jornais e em seguida pintadas pela artista.

A entrevista foi realizada no ateliê da artista com a presença de Frederico Coelho, do músico Aleh Ferreira e do crítico de arte português Jorge Espinho. Junto com a cronologia, organizada por Julia Pombo contribui para a compreensão do desenvolvimento do fazer artístico de Gabriela, arquiteta de formação e frequentadora de cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage durante a década de 1980. Desde o final desta década até os dias de hoje, a artista realiza exposições individuais e coletivas, bem como viagens, residências artísticas, prêmios e projetos, em diferentes instituições culturais. Por fim, a bibliografia recupera textos e vídeos produzidos por Gabriela ou sobre o trabalho dela.

TÍTULO DO PROJETO

Derivadores

PRODUÇÃO EDITORIAL

Marisa S. Mello

DESIGN

Giselle Macedo

EDIÇÃO

Automatica Edições

TRATAMENTO DE IMAGEM

Noise

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO

Christopher Burden

FOTOGRAFIA

Luiza Baldan e Jonas Arrabal

TEXTOS

  • Simplício Neto
  • Ana Luisa Lima
  • Bruna Cerrone
  • Marisa Mello
  • Luiza Baldan
  • Jonas Arrabal

Este projeto foi contemplado pelo edital VIVA A CULTURA! – PROGRAMA DE FOMENTO A CULTURA DA PREFEITURA DO RIO a VIVA A ARTE! (2015)

O livro Derivadores, resultado do projeto desenvolvido por Luiza Baldan e Jonas Arrabal, apresenta textos da dupla e de pesquisadores convidados, além de imagens registradas durante o primeiro semestre de 2016 na Baía de Guanabara. O nome derivadores se origina das bóias oceânicas rastreáveis espalhadas pela Baía de Guanabara. Para o projeto artístico, elas foram adaptadas como câmeras de fotografia à pinhole pelo fotógrafo Thiago Barros para registrar a Baía. Uma vez por semana, durante quatro meses, Luiza, Jonas e, muitas vezes, o próprio Thiago saíram nos barcos da Prooceano/Projeto Grael, projetos que trabalham no monitoramento das marés, para colher os registros captados pelas bóias. No barco, Luiza e Jonas, além de recolher os registros dos derivadores, criaram novas imagens da Baía e à desenvolveram reflexões e textos que integram o projeto editorial. O cartaz que acompanha o livro reproduz alguns dos negativos registrados pelos derivadores.

TÍTULO DO PROJETO

Tatiana Blass

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Tatiana Blass

PROJETO GRÁFICO

Julio Duié

PRODUÇÃO EDITORIAL

Automatica

TRATAMENTO DE IMAGEM

Ipsis

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO INGLÊS

John Norman

IMPRESSÃO E TRATAMENTO DE IMAGENS

Ipsis Gráfica e Editora

APOIO

Galeria Millan
FOTÓGRAFOS

  • Alexandre Wahrhaftig
  • Denise Andréde
  • Edouard Fraipont
  • Eduardo Climachauska
  • Eduardo Eckenfelds
  • Emilia Groska
  • Everton Ballardin
  • Fernando PiAarra
  • Gökcen Dilek Acay
  • Henrique Marques
  • Jomar Bragança
  • Luis DiI?az DiI?az
  • Matt Booth
  • Milene Rinaldi
  • Oriol Tarridas
  • Rafael Adorjan
  • Ron Pollard
  • Sergio Guerini
  • SossoI Parma e João Mussolin
  • Tatiana Blass
  • Wilton Montenegro

O livro Tatiana Blass, com 176 páginas, contém imagens e descritivos de trabalhos da artista Tatiana Blass, desde o início de sua trajetória até os dias de hoje. Tatiana realiza obras em diversas linguagens, como desenhos, pinturas, esculturas, instalações, fotografias e vídeos, tendo participado de exposições no Brasil e no exterior. Formada em Bacharelado em Artes Plásticas pela Universidade Estadual Paulista, Tatiana Blass começou a desenvolver seu trabalho em 1998, quando passou a participar regularmente de salões, mostras em ateliês, exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Participou da 29a Bienal Internacional de São Paulo. Foi finalista do prêmio Nam June Paik Award, na Alemanha. Foi contemplada pelo programa Grants & Commissions, da Cisneros Fontanals Art Foundation, em Miami. Em 2011, ganhou o Prêmio PIPA pelo voto popular e voto do júri pelo conjunto de sua obra. Como parte do prêmio, fez uma residência artística no Gasworks, em Londres. Em 2013, o Museum of Contemporary Art Denver – nos EUA, comissionou a Electrical Rooma, uma videoinstalação inédita. Em 2014, foi convidada pela fundação 3,14 Stiftelsen, em Bergen, a participar de uma residência artística na Noruega. Desde 2007, realizou quatro exposições individuais na Galeria Millan, galeria que a representa, além da Johannes Vogt Gallery, em Nova York, com a qual participou de projetos solo nas feiras ArtBo, em Bogotá, Zona Maco, Cidade do México e Arco Madri.

TÍTULO DO PROJETO

Nicolas Robbio

REALIZAÇÃO

Ministério da Cultura e Automatica Edições

ORGANIZAÇÃO

Jacopo Crivelli Visconti

TEXTOS

  • Paulo Myiada
  • Santiago G. Navarro

PRODUÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa S. Mello
  • Marina Buendia

PROJETO GRÁFICO

Celso Longo

ASSISTENTE DE DESIGN

Manu Vasconcelos

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

Izabel Murat Burbridge

PRODUÇÃO GRÁFICA

Marcia Signorini

IMPRESSÃO

Ipsis

O livro Nicolas Robbio, organizado pelo crítico Jacopo Crivelli Visconti, A apresentado em dois volumes. O primeiro deles contém textos de Santiago G. Navarro e de Paulo Miyada; e as legendas das imagens.O segundo caderno A composto exclusivamente por imagens.

A publicação concentra-se no trabalho desenvolvido pelo artista nos Últimos dez anos, incluindo desenhos, esculturas, instalações e still de vídeos. Segundo Santiago Navarro, “na sua obra, representação e semelhança servem, […] para explorar a não equivalência entre signos, para criar distância ou vazio entre signos, assim como modo de reconectá-los com a representação, mas sem tentar recuperar a sua função de semelhança”.

Nicolas Robbio nasceu em Mar del Platé, na Artgentina, em 1975. Vive e trabalha em São Paulo. Formado pela Escola de Artes Visuais de Buenos Aires, Robbio desenvolveu uma faceta multidisciplinar baseada no desenho como uma ferramenta para o estudo e desenvolvimento de suas possibilidades conceituais. O desenho de móveis e objetos gráficos, plantas de plástico ou de projetos específicos, são alguns dos exemplos que suportam esta afirmação. Em 2014 realizou a individual Medos Modernos, no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo. Além disso, já expos em lugares como a Fundação Serralves, em Porto – Portugal e Bethanien Kunsthaus, em Berlim a Alemanha. Participou de coletivas como Imagine Brazil, MAC Lyon e 28a Bienal de São Paulo (2008).

TÍTULO DO PROJETO

Volume 1

CONCEPÇÃO

Raul Mourão

EDITORA

Automatica Edições

COORDENAÇÃO EDITORIAL E PREFÁCIO

Frederico Coelho

PROJETO GRÁFICO

Gustavo Prado

IMPRESSÃO

Ipsis

Volume 1 – a primeira edição do livrorevista do artista Raul Mourão. Em 14 capítulos Mourão apresenta um conjunto heterogêneo de obras e conta com a participação de outros artistas e pensadores como Frederico Coelho, Francisco Bosco, Daniel Perlin, Karla Monteiro, BNegão, Bernardo Mortimer, Luiz Camillo Osorio, David Pacheco, Felipe Scovino, Daniela Labra, Luisa Duarte, Daniel Senise, Michael Asbury, Agnaldo Farias, Jacopo Crivelli Visconti, Cabelo, Silvio Essinger, Vik Muniz, Mauricio Valladares, Joshua Callaghan e Audrey Furlaneto. Espécie de depositário de ideias, trabalhos e exposições do artista nos Últimos dez anos, “Volume 1” reune esculturas, desenhos, pinturas, projetos, fotos, frames de vídeos e maquetes eletrônicas além de textos críticos e entrevistas.

Volume 1 –  um livro de artista que revela a multiplicidade da obra de Raul Mourão através de suas conexões com a vida, seu processo de trabalho, seu cotidiano, suas parcerias e suas reflexões sobre a distância entre o objeto de arte e o público.

TÍTULO DO PROJETO

  • Los Hermanos Turnê 2012
  • Fotos de Caroline Bittencourt

ORGANIZAÇÃO

  • Bruno Medina
  • Marcelo Camelo
  • Rodrigo Amarante
  • Rodrigo Barba

FOTOS

Caroline Bittencourt

TEXTO

Bruno Medina

EDIÇÃO DE IMAGENS

  • Marcelo Pereira
  • Caroline Bittencourt

PROJETO GRÁFICO

Tecnopop

DIREÇÃO DE DESIGN

  • Marcelo Pereira
  • Raul Mourão

DESIGN

  • Marcelo Pereira
  • Luana Luna
  • Luciana Morin

REVELAÇÃO DOS NEGATIVOS

Na Martha Lab

DIGITALIZAÇÃO

Memory Scan

PRODUÇÃO GRÁFICA

Verly Costa

O livro Los Hermanos Turnê 2012 reúne diversas imagens capturadas por Caroline Bittencourt durante os shows realizados pela banda neste ano. Foram vinte e quatro apresentações em doze capitais brasileiras. Este registro torna-se importante, pois ao longo dos dez anos em que a banda esteve viajando e tocando ininterruptamente ainda não existia uma compilação de fotografias de tamanha qualidade. Em seu trabalho, através de um olhar profissional de alguém próxima dos integrantes da banda, Caroline Bittencourt consegue captar a forma da música e a presença de palco dos Los Hermanos, bem como sua relação única com os fãs.

Nas palavras de Bruno Medina: “As dezenas de imagens expostas a seguir, mais do que apenas retratam os detalhes desta Turnê em específico, compõem um mosaico bem representativo do que foram esses 17 anos de Los Hermanos.”

TÍTULO DO PROJETO

Song Dong no Brasil

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa Mello

CONCEPÇÃO GRÁFICA

Song Dong

TEXTOS

  • Sarina Tang
  • Marcello Dantas

DESIGN

  • Ruth Reis
  • Natali Nabekura

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

  • John Norman
  • Marise Barros

Song Dong desenvolve trabalhos conceituais desde a década de 1990, antes mesmo que fossem aceitos como formas legítimas de arte na China. O artista ficou conhecido por obras que utilizam materiais modestos que apontam para a impermanência da vida. O livro A dividido em três partes: a primeira com um texto da crítica e idealizadora do livro, Sarina Tang, sobre a experiência de Song Dong no Brasil. Responsável pela vinda do artista ao país, em 2013, Sarina chama atenção para as semelhanças entre o Brasil e a China, como a recente urbanização de seus arredores, e a marginalização do eixo hegemônico Europa-EUA da arte contemporânea. Em seguida, narra os antecedentes que envolveram a realização da exposição Regenerar, na Barão Galeria, em São Paulo, que contou com a curadoria de Sarina. A segunda parte do livro apresenta imagens da exposição Regenerar, realizada na Barão Galeria, em 2014. A terceira parte conta com um texto do curador Marcello Dantas, intitulado “Doce subVERSÃO” sobre a apresentação da performance Eating the city, realizada em Brasília, em 2015. O trabalho reproduz em maquetes do patrimônio arquitetônico de parte da cidade, feitas de biscoitos, doces e chocolates.