TÍTULO DO PROJETO

Nise da Silveira: caminhos de uma psiquiatra rebelde

AUTOR

Luiz Carlos Mello

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Marisa Mello

DESIGN GRÁFICO

Sônia Barreto

REVISÃO DE TEXTOS

Duda Costa

APOIO

Hólos Consultores Associados

IMPRESSÃO

Ipsis

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Através de uma linguagem clara e concisa, esta biografia ilustrada de Nise da Silveira documenta a extraordinária vida da psiquiatra brasileira realizadora de uma obra que, no gênero, se inscreve entre uma das mais importantes do mundo.Neste volume o leitor tem uma ampla visão da trajetória de sua vida, desde a infância em Alagoas até a morte no Rio de Janeiro em 1999, aos 94 anos de idade.

Após ter sido presa por dois anos durante a ditadura Vargas, ela contestou e colaborou para a transformação dos paradigmas da psiquiatria, criando instituições inovadoras como a Casa das Palmeiras, primeiro espaço terapêutico em regime de externato, que tornou-se referência para os atuais Centros de Atenção Psicossocial do Brasil e o Museu de Imagens do Inconsciente, um espaço de estudos e pesquisas que extrapolou a área das ciências, destacando-se também no mundo das artes visuais.

O autor, que conviveu com ela em seus últimos 26 anos, cria um roteiro cujo fio condutor é a fala da própria Nise, através de textos retirados de anotações pessoais, entrevistas e depoimentos em diversas formas de mídia, conferindo à narração um tom coloquial.

Soma-se a isso fotografias, documentos, correspondências, manuscritos, sonhos e pensamentos que lançam luz nos principais acontecimentos que construíram  sua história. As pesquisas por elas desenvolvidas e os conhecimentos gerados  são acompanhados por uma seleção de obras do acervo do Museu de Imagens do Inconsciente que foram decisivas na realização de sua obra, reunindo significação simbólica e beleza estética.

A fotobografia baseou-se amplamente em documentos do arquivo Pessoal Nise da Silveira, que acaba de ser contemplado pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO e incluído no Registro Nacional do Programa, que procura identificar conjuntos documentais que tenham valor de patrimônio documental da humanidade.

Nise da Silveira (* 1905/ + 1999) foi psiquiatra. Em 1946 fundou o Serviço de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro. Em 1952, criou ali o Museu de Imagens do Inconsciente, um centro de estudo e de pesquisa que reúne obras produzidas nos ateliês de atividades expressivas (pintura e modelagem). Alguns anos mais tarde, em 1956, a Dra. Nise, juntamente com um grupo de pessoas animadas pelas mesmas idéias, daria vida a mais um projeto: a criação da Casa das Palmeiras, uma clínica destinada ao tratamento de egressos de instituições psiquiátricas, onde atividades expressivas são realizadas livremente, em regime de externato. Nise da Silveira também foi responsável pela formação do Grupo de Estudos C. G. Jung.

Suas pesquisas deram origem, ao longo dos anos, a exposições, filmes, documentários, audiovisuais, simpósios, publicações, conferências e cursos, tanto sobre terapêutica ocupacional quanto sobre a importância das imagens do inconsciente na compreensão do mundo interno do esquizofrênico. Como reconhecimento da importância de sua obra, a Dra. Nise tem recebido condecorações, títulos e prêmios em diferentes áreas do conhecimento: saúde, educação, arte e literatura. Seu trabalho e seus princípios inspiraram a criação de museus, centros culturais e instituições psiquiátricas no Brasil e no exterior. Por meio de seu trabalho introduziu a psicologia junguiana no Brasil.

TÍTULO DO PROJETO

Nicolas Robbio

REALIZAÇÃO

Ministério da Cultura e Automatica Edições

ORGANIZAÇÃO

Jacopo Crivelli Visconti

TEXTOS

  • Paulo Myiada
  • Santiago G. Navarro

PRODUÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa S. Mello
  • Marina Buendia

PROJETO GRÁFICO

Celso Longo

ASSISTENTE DE DESIGN

Manu Vasconcelos

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

Izabel Murat Burbridge

PRODUÇÃO GRÁFICA

Marcia Signorini

IMPRESSÃO

Ipsis

ACESSE O PDF DO CADERNO DE IMAGENS 

ACESSE O PDF DO CADERNO DE TEXTOS

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O livro Nicolas Robbio, organizado pelo crítico Jacopo Crivelli Visconti, A apresentado em dois volumes. O primeiro deles contém textos de Santiago G. Navarro e de Paulo Miyada; e as legendas das imagens. O segundo caderno é composto exclusivamente por imagens.

A publicação concentra-se no trabalho desenvolvido pelo artista nos Últimos dez anos, incluindo desenhos, esculturas, instalações e still de vídeos. Segundo Santiago Navarro, “na sua obra, representação e semelhança servem, […] para explorar a não equivalência entre signos, para criar distância ou vazio entre signos, assim como modo de reconectá-los com a representação, mas sem tentar recuperar a sua função de semelhança”.

Nicolas Robbio nasceu em Mar del Platé, na Artgentina, em 1975. Vive e trabalha em São Paulo. Formado pela Escola de Artes Visuais de Buenos Aires, Robbio desenvolveu uma faceta multidisciplinar baseada no desenho como uma ferramenta para o estudo e desenvolvimento de suas possibilidades conceituais. O desenho de móveis e objetos gráficos, plantas de plástico ou de projetos específicos, são alguns dos exemplos que suportam esta afirmação. Em 2014 realizou a individual Medos Modernos, no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo. Além disso, já expos em lugares como a Fundação Serralves, em Porto – Portugal e Bethanien Kunsthaus, em Berlim a Alemanha. Participou de coletivas como Imagine Brazil, MAC Lyon e 28a Bienal de São Paulo (2008).

TÍTULO DO PROJETO

Volume 1

CONCEPÇÃO

Raul Mourão

EDITORA

Automatica Edições

COORDENAÇÃO EDITORIAL E PREFÁCIO

Frederico Coelho

PROJETO GRÁFICO

Gustavo Prado

IMPRESSÃO

Ipsis

Volume 1 – a primeira edição do livrorevista do artista Raul Mourão. Em 14 capítulos Mourão apresenta um conjunto heterogêneo de obras e conta com a participação de outros artistas e pensadores como Frederico Coelho, Francisco Bosco, Daniel Perlin, Karla Monteiro, BNegão, Bernardo Mortimer, Luiz Camillo Osorio, David Pacheco, Felipe Scovino, Daniela Labra, Luisa Duarte, Daniel Senise, Michael Asbury, Agnaldo Farias, Jacopo Crivelli Visconti, Cabelo, Silvio Essinger, Vik Muniz, Mauricio Valladares, Joshua Callaghan e Audrey Furlaneto. Espécie de depositário de ideias, trabalhos e exposições do artista nos Últimos dez anos, “Volume 1” reune esculturas, desenhos, pinturas, projetos, fotos, frames de vídeos e maquetes eletrônicas além de textos críticos e entrevistas.

Volume 1 –  um livro de artista que revela a multiplicidade da obra de Raul Mourão através de suas conexões com a vida, seu processo de trabalho, seu cotidiano, suas parcerias e suas reflexões sobre a distância entre o objeto de arte e o público.

TÍTULO DO PROJETO

  • Los Hermanos Turnê 2012
  • Fotos de Caroline Bittencourt

ORGANIZAÇÃO

  • Bruno Medina
  • Marcelo Camelo
  • Rodrigo Amarante
  • Rodrigo Barba

FOTOS

Caroline Bittencourt

TEXTO

Bruno Medina

EDIÇÃO DE IMAGENS

  • Marcelo Pereira
  • Caroline Bittencourt

PROJETO GRÁFICO

Tecnopop

DIREÇÃO DE DESIGN

  • Marcelo Pereira
  • Raul Mourão

DESIGN

  • Marcelo Pereira
  • Luana Luna
  • Luciana Morin

REVELAÇÃO DOS NEGATIVOS

Na Martha Lab

DIGITALIZAÇÃO

Memory Scan

PRODUÇÃO GRÁFICA

Verly Costa

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O livro Los Hermanos Turnê 2012 reúne diversas imagens capturadas por Caroline Bittencourt durante os shows realizados pela banda neste ano. Foram vinte e quatro apresentações em doze capitais brasileiras. Este registro torna-se importante, pois ao longo dos dez anos em que a banda esteve viajando e tocando ininterruptamente ainda não existia uma compilação de fotografias de tamanha qualidade. Em seu trabalho, através de um olhar profissional de alguém próxima dos integrantes da banda, Caroline Bittencourt consegue captar a forma da música e a presença de palco dos Los Hermanos, bem como sua relação única com os fãs.

Nas palavras de Bruno Medina: “As dezenas de imagens expostas a seguir, mais do que apenas retratam os detalhes desta Turnê em específico, compõem um mosaico bem representativo do que foram esses 17 anos de Los Hermanos.”

TÍTULO DO PROJETO

Song Dong no Brasil

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa Mello

CONCEPÇÃO GRÁFICA

Song Dong

TEXTOS

  • Sarina Tang
  • Marcello Dantas

DESIGN

  • Ruth Reis
  • Natali Nabekura

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

  • John Norman
  • Marise Barros

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Song Dong desenvolve trabalhos conceituais desde a década de 1990, antes mesmo que fossem aceitos como formas legítimas de arte na China. O artista ficou conhecido por obras que utilizam materiais modestos que apontam para a impermanência da vida. O livro é dividido em três partes: a primeira com um texto da crítica e idealizadora do livro, Sarina Tang, sobre a experiência de Song Dong no Brasil. Responsável pela vinda do artista ao país, em 2013, Sarina chama atenção para as semelhanças entre o Brasil e a China, como a recente urbanização de seus arredores, e a marginalização do eixo hegemônico Europa-EUA da arte contemporânea. Em seguida, narra os antecedentes que envolveram a realização da exposição Regenerar, na Barão Galeria, em São Paulo, que contou com a curadoria de Sarina. A segunda parte do livro apresenta imagens da exposição Regenerar, realizada na Barão Galeria, em 2014. A terceira parte conta com um texto do curador Marcello Dantas, intitulado “Doce subVERSÃO” sobre a apresentação da performance Eating the city, realizada em Brasília, em 2015. O trabalho reproduz em maquetes do patrimônio arquitetônico de parte da cidade, feitas de biscoitos, doces e chocolates.

TÍTULO DO PROJETO

ARTE BRA Fernanda Gomes

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa Mello

DESIGN

Dínamo | Alexsandro Souza

ASSISTENTE EDITORIAL

Julia Pombo

TRATAMENTO DE IMAGEM

Ipsis

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO INGLÊS

Rebecca Atkinson

VERSÃO PORTUGUÊS

Marise Chinetti de Barros

TRANSCRIÇÃO DA ENTREVISTA

Julia Pombo

GESTÃO

  • Marisa Mello
  • Arlindo Hartz

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ARTE BRA Fernanda Gomes foi realizado em constante diálogo com a artista. Diferentemente dos demais livros da coleção em que priorizamos as relações entre texto e imagem, o leitor vai encontrar conjuntos de imagens de importantes exposições realizadas pela artista entre 2011 e 2012.

O crítico e curador Paulo Venancio Filho foi convidado a escrever o texto inédito do livro. O autor, que acompanha a trajetória da artista desde os anos 1980, já elaborou diversos textos sobre sua obra. Em “Habitar o espaço”, estão presentes reflexões sobre os diferentes aspectos da produção de Fernanda Gomes. Ele escreve sobre a relação da artista com os materiais que, retirados da região do descarte, desuso e abandono, são ressignificados de forma refinada e recolocados no mundo em outra condição. O texto republicado é de autoria de  Lóránd Hegyi.

A entrevista foi realizada no ateliê da artista em dezembro de 2014 com a participação do escritor e professor Fernando Gerheim, do crítico e curador Felipe Scovino, da coordenadora da coleção Luiza Mello e da artista Julia Pombo. A conversa girou em torno do processo de criação de Fernanda, das relações entre vida e arte, cor e luz, e da importância do espaço.

A cronologia fartamente ilustrada priorizou as muitas exposições realizadas pela artista desde o início de sua trajetória, no Brasil e ao redor do mundo.

Esta publicação pretende abrir uma pequena fresta de luz para que um número maior de pessoas possa ver e conhecer a obra dessa importante artista brasileira.

TÍTULO DO PROJETO

ARTE BRA Barrão

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa Mello

DESIGN

Dínamo | Alexsandro Souza

ASSISTENTE EDITORIAL

Julia Pombo

TRATAMENTO DE IMAGEM

Ipsis

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO

  • Rebecca Atkinson
  • Marise Chinetti de Barros

TRANSCRIÇÃO DA ENTREVISTA

Julia Pombo

GESTÃO

  • Marisa Mello
  • Arlindo Hartz

DOWNLOAD PDF

ARTE BRA Barrão é o sétimo volume da coleção ARTE BRA, projeto editorial que se propõe a ser o mais abrangente possível, procurando dar conta dos diferentes aspectos que caracterizam a criação artística na contemporaneidade.

O texto crítico inédito foi elaborado pelo crítico e professor Felipe Scovino, que destaca o caráter híbrido dos trabalhos de Barrão, entre a artesania e a tecnologia. Felipe chama a atenção para o caráter autodidata da formação artística de Barrão, que captou o ambiente de tecnologia, som e informação que caracterizou a década de 1980.  A fortuna crítica conta com textos de Monica Ramires e Jorge Espinho.

No caderno do artista, Barrão apresenta alguns projetos através de desenhos, colagens e anotações. Ao observar os planos do artista para trabalhos futuros, a ironia presente em sua obra salta aos olhos do observador.

A entrevista e a cronologia, elaborada pelo pesquisador Frederico Coelho, podem ser lidas em um único fôlego, pois são complementares para o entendimento do percurso do artista. Participaram da entrevista os amigos e parceiros Luiz Zerbini,  Sergio Mekler, Tunga, Sandra Kogut, e a coordenadora desta coleção, Luiza Mello. A conversa girou em torno da alma dos objetos e do acaso que envolve o processo de trabalho do artista, que monta uma nova peça a partir de pedaços de várias, já existentes. A artesania é muito presente nestes casos, e se inicia na procura e organização de um grande acervo de peças coletadas.

TÍTULO DO PROJETO

Andre Komatsu

ORGANIZAÇÃO

Jacopo Crivelli Visconti

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa S. Mello

DESIGN

Celso Longo

ASSITENTE DE DESIGN

Felipe Sabatini

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

John Normam

PRODUÇÃO GRÁFICA

Leandro Costa

TRATAMENTO DE IMAGENS

Perfecto

IMPRESSÃO

Ipsis

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O trabalho de Andre Komatsu mescla uma experiência do homem que percorre a cidade, recolhe suas ruínas e constrói a partir disso novas funções para aquilo que estava condenado ao esquecimento, lixo, entulho, ruínas. O resultado pode se dar em instalações, objetos ou delicados desenhos sobre pedaços de concreto. O livro Andre Komatsu segue uma disposição cronológica, os trabalhos selecionados são organizados por núcleos temáticos, com o intuito de evidenciar as relações conceituais entre trabalhos formalmente distantes ou, pelo contrário, as nuances e diferenças entre obras que abordam temas complementares. De fato, apesar de ter um “estilo” bastante reconhecível, a coerência do corpus de trabalhos de Andre Komatsu provém, em primeiro lugar, da sua matriz social. O discurso sobre o poder e sobre conflitos sociais mais ou menos latentes, constitui, de certa maneira, a verdadeira matéria prima das suas esculturas e instalações.

TÍTULO DO PROJETO

Carlos Vergara – Sudário

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa S. Mello

PROJETO GRÁFICO

Dínamo | Alexsandro Souza

TEXTOS

  • Carlos Vergara
  • Cora Rónai
  • Luiz Guilherme Vergara
  • Renaté Santini
  • Jessica Gogan

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

Alex Forman

IMPRESSÃO E
TRATAMENTO DE IMAGENS

Ipsis

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Carlos Vergara – Sudário é o registro do resultado da exposição de mesmo titulo, realizada em dois museus projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer, MAC Niterói e Museu da República, em Brasília. A definição de Sudário é um pano que antigamente se usava para limpar o suor. O mais célebre é o Sudário de Turim – uma relíquia cristã que supostamente teria envolvido o corpo de Jesus Cristo. Utilizando uma técnica já presente em sua obra, a monotipia, Carlos Vergara imprime em lenços vestígios dos diversos territórios por onde passou ao longo de sua carreira. Desde a década de 1970 o artista realiza várias viagens, levando pigmentos naturais, lenços e tecidos que servem de suporte para as monotipias onde o artista capta algo denso e único. Neste livro estão reunidos diversos exemplos desse universo de trabalho, onde o artista torna visível partes sutis, espirituais e poéticas do real.

TÍTULO DO PROJETO

WMT

ARTISTA

Wagner Malta Tavares

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Luiza Mello

PROJETO GRÁFICO

Dínamo | Alexsandro Souza

PRODUÇÃO

Luisa Hardman

TRATAMENTO DE IMAGEM

Estudio Matiz

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PARA INGLÊS

John Norman

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

ADMINISTRAÇÃO

Carolina Lima

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O livro WMT reúne um grupo significativo de obras do artista Wagner Malta Tavares produzidas entre 2000 e 2013 a esculturas, gravuras, vídeos, fotografias, instalações e objetos. O primeiro capítulo, com texto inédito de José Bento Ferreira, A dedicado a exposição Perfume de Princesa, realizada no Beco do Pinto, em 2013/2014. Fartamente ilustrada, a publicação conta com textos bilíngues do próprio artista e de Afonso Luz, Rodrigo Naves, Rafael Campos Rocha, Rodrigo Andrade e ainda uma conversa com Guy Amado.

TÍTULO DO PROJETO

ARTE BRA Eduardo Frota

COORDENAÇÃO EDITORIAL

  • Luiza Mello
  • Marisa Mello

DESIGN

Dínamo | Alexsandro Souza

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Luisa Hardman

TRATAMENTO DE IMAGEM

Trio Studio

REVISÃO

Duda Costa

VERSÃO

  • Isadora Gonçalves
  • Paul Webb
  • Rebecca Atkinson

PROJETO LEI ROUANET E
PRODUÇÃO [FORTALEZA/CE]

Luis Carlos Sabadia

TRANSCRIÇÃO DA ENTREVISTA

Arlindo Hartz

REVISÃO DA TRANSCRIÇÃO

Julia Pombo

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Eduardo Frota é o sexto artista abordado pela coleção ARTE BRA, coordenada pela Automatica. A coleção recupera o conjunto dos trabalhos realizados por artistas contemporâneos atuantes, principalmente, a partir da década de 1980.

O texto crítico inédito foi elaborado por Marcelo Campos, que, ao longo de diversas conversas com Eduardo, traçou os caminhos percorridos pelo artista ao redor do país e as principais questões que sua obra suscita. Os textos reeditados foram escritos pelos críticos Moacir dos Anjos, Agnaldo Farias e Paulo Herkenhoff. O poeta e músico Ricardo Aleixo sintetiza o processo de criação de Eduardo, através dos carretéis, que dá título ao seu poema. No caderno do artista, são apresentados estudos para projetos ainda não realizados, com desenhos, avaliações técnicas e maquetes.

Na entrevista é possível ter um panorama mais geral sobre as principais proposições do artista ao longo do tempo, desde sua metodologia de trabalho e posicionamento no interior do campo artístico, como as experimentações formais e poéticas do artista. Por fim, a cronologia nos permite ter uma dimensão completa da trajetória de Eduardo Frota e nos ajuda a preencher as lacunas que ainda não haviam sido abordadas ao longo do livro.