Título do projeto

A Autópsia da Cigarra Gigante

Local

Teatro Oi Casa Grande

Endereço

Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – a – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22430-060

Data

16/12/2008

Artistas

Chelpa Ferro

  1. Barrão
  2. Luiz Zerbini
  3. Sergio Mekler

Orquestração e Regência

Jaques Morelenbaum

Coordenação de produção

Luiza Mello

Assistente Chelpa Ferro

Julio Callado

Iluminação

Zé Luiz Joels

Vídeo

Gustavo Moura

Som

Antoine Midane

Monitor

Mauro Bianchi

Ficha Técnica do Festival Multiplicidade

Curadoria/Direção/Idealização

Batman Zavareze

Direção de arte

Leonardo Eyer Caótica

Assistência de direção | Produção

Chico Linhares

Design | Vídeos | Arte

Adriano Motta Caótica

Design

Júlia Rocha Caótica

Coordenação de produção

Roberto Bianchi

Assistência de produção | Documentação fotográfica

Lucas Werthein

Estagiário

Gabriel Becker

Cenografia

SuzanaLacevitz

Philippe Midani

Daniela Rodrigues

Coordenação tecnológica

Fabio Ghivelder

Coordenação sonora

Nado Leal

Projeções e instalações multimídia

All Business

Direção de palco

Marcio Barros

Técnico de som

Eduardo Baldi

Técnico de luz

Bruno Barreto

Cenotécnico

Alex Augusto Silva

Documentação fotográfica

Leonardo Santos

Documentação videográfica

Marcio Zavareze

Documentação videográfica | Edição

Emanuel Santos

Apoio

Priscilla Alves de Moura

Assessoria de imprensa

Marcia Niemeyer

Produção executiva | Administração

Mirian Peruch

Patrocínio

Oi Futuro

Em mais um trabalho com o Chelpa Ferro, a Automatica produziu em dezembro de 2008 a apresentação grandiosa do coletivo carioca no Teatro Oi Casa Grande, Rio de Janeiro. O concerto foi realizado dentro da programação do Multiplicidade, evento com curadoria permanente de Batman Zavareze. Com um espetáculo inédito construído especialmente para o projeto, A Autópsia da Cigarra Gigante reuniu desconstruções de música clássica por meio de uma orquestra regida pelo maestro, compositor, arranjador, instrumentista e produtor musical Jaques Morelenbaum. Além disso, o Chelpa Ferro apresentou projeções que dialogaram com instrumentos incomuns, incensos, samplers e a sua “Moby Dick”, uma bateria gigantesca transformada em instalação escultórica criada pelo próprio grupo.

Título do projeto

Vento Forte – Oficina 50 Anos

Local

Centro Cultural dos Correios

Rua Visconde de Itaboraí, 20

Centro – RJ

Visitação

4/12/2008– 25/01/2009

Concepção

Heloisa Buarque de Holanda

Curadoria

  1. Alberto Renault
  2. Camila Mota
  3. Lucas Weglinski

Direção de Arte

Alberto Renault

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Produção Executiva

Elisa Ventura

Assistente de Produção

Paloma Bosquê

Produção

  1. Mariana Schincariol Mello
  2. Arthur Moura
  3. Marisa Mello

Edição de Imagens

Render Filmes

Design gráfico

Ana Laet COM

Arquitetura

  1. Erika Duarte
  2. Thiago Tavares

Equipamentos

BL Iluminação

Cenografia

Camuflagem

Assessoria de Imprensa

Diadorim Idéias e Comunicação

  1. Ana Madureira de Pinho
  2. Teresa Karabtchevsky

Revisão

Duda Costa

Agradecimentos

  1. Eva Doris Rosenthal
  2. Petrobras
  3. Academia de Filmes
  4. Associação Teatro Oficina
  5. Uzyna Uzona
  6. Elaine Cesar
  7. Jair Molina Jr.
  8. Gabriel Fernandes
  9. Cassandra Mello
  10. Renato Banti
  11. Mariano Mattos Martins
  12. Maurício Shirakawa
  13. Cibele Forjaz
  14. Sylvia Prado
  15. Anna Guilhermina
  16. Thaís Sandri
  17. Valério Peguini
  18. Beatriz Pimenta Corrêa
  19. Bruno Castro
  20. Lígia Roca
  21. Maarcela Farrás
  22. Vinicius Cardoso

Vento Forte para papagaio subir, texto de Zé Celso Martinez Corrêa e direção de Amir Haddad, foi a primeira montagem do grupo Oficina – no dia 28 de outubro de 1958, há cinquenta anos.

Eu sentia e sabia que não poderia deixar de fazer alguma coisa sobre o Oficina nesse momento. Pensei numa exposição que registrasse o impacto da obra de José Celso que, durante esses 50 anos, vem criando e recriando a cultura brasileira.

Daí surge a primeira ansiedade: que exposição pode ser essa, para mim, tão importante quanto ameaçadora? Como falar de Zé Celso, do Oficina? Como representar, com um mínimo de eficácia, esses ventos fortes que sopram em moto continuo durante meio século?

Havia coisa demais a ser dita. Montagens que revolucionaram o universo cultural do país. Caminhos agitados que falam de grandes montagens, sucessos, polêmicas, invasões, incêndios, prisões, lutas violentas por território. O grupo Oficina que já foi Cia de Teatro Oficina, Oficina Samba, 5º Tempo, Teatro Oficina Uzyna-Uzona. Foram várias etapas, várias histórias. Nunca, passando em branco. Brigando sempre pela experimentação radical que desestrutura, transforma, que se mistura com a rua, com a multidão. Laboratório de mergulho nas origens, que impõe o desejo como instrumento de criação, o corpo e a dança como funcionalidades primeiras. Criticado pela esquerda, censurado pela direita, a verdade é que ninguém da minha geração escapou do efeito Oficina. Do talento espantoso do poeta Zé Celso.

Sou prudente. Chamei Camila Mota e Lucas Weglinski – que se constituiram como as vozes do Oficina – e Alberto Renault – escritor , artista, diretor de ópera e peça central desse projeto – e começamos a pensar juntos. O titulo da exposição veio nos primeiros 5 segundos de jogo. Foi fácil. O conteúdo veio da lembrança de Camila da imensa documentação áudio-visual, textual e iconográfica produzida desde o início do grupo por Zé e pelas equipes e elencos do Oficina e nunca tornada pública. Material inédito, bruto. Vídeos e filmes inteiros ainda desconhecidos. Cadernos de campo, belíssimos e densos, manifestos, documentos passeatas, anotações. Ou seja, o processo de criação e de luta do Oficina em cena aberta. Percebemos a urgência de mostrar esse material. Foi o que decidimos fazer. Alberto Renault optou por não teatralizar (ou competir com) o material e criou um ambiente limpo e techno no qual a dramaticidade revolucionária e interpelativa do Oficina surgisse em solo. Uma ambientação sotto voce como o brilho do trabalho do mestre exige.

Foi assim que nos sentimos comemorando os 50 anos do Oficina. É isto que estamos oferecendo para o público já iniciado e para o público que não teve ainda a oportunidade de experimentar o Vento Forte Zé Celso Martinez Correia.

Título do projeto

H2O

Realização

SESC Rio

Local

Arte SESC

Rua Marquês de Abrantes, 99

Flamengo

Visitação

14/11/2008 – 29/03/2009

Entrada gratuita

Concepção

Heloisa Buarque de Hollanda

Curadoria

Henrique Lins de Barros

Coordenação Geral

O Instituto

Design Visual

Sonia Barreto

Coordenação Executiva

Elisa Ventura

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Artista Convidada

Marta Jourdan

Consultor científico

Daniel Acosta Avalos

Programa educativo

Teresa Guilhon

Consultoria pedagógica

Rona Hanning

Pesquisa

Fernando Dumas

Designers assistentes

  • Regina Kemp
  • Rafael Bucker

Supervisão gráfica

Sidnei Balbino

Arquitetura

Salvi,giorge arquiteturadesign

Projeções

  • João Bonelli
  • Joana Ventura l Muarê

Jogos

Antonio Claudio Quixadá

Trilha Original

Ricardo Imperatore

Projeto de Luz

B.L Iluminação

Cenotécnico

Camuflagem

Agradecimentos

  1. Eva Doris Rosenthal
  2. Daniel Terra
  3. Fabrice Vautrin

A água, por ser substância do dia-a-dia, parece, em uma primeira mirada, assunto sem maior interesse. Enfim, quem não conhece a água e dela não fez uso intensivo?

Mas, sem muito esforço, começam a surgir questões e perguntas que já haviam sido feitas quando criança e que ficaram sem respostas. Por que a água é tão importante, a ponto de não poder ser substituída por nenhum outro líquido? Como surgiu a água neste nosso planeta? Como e quando? O que é o H2O que aprendi nos bancos de escola e passou a ser sinônimo de água? E, uma pergunta que surge recentemente, por que existe o medo de uma crise de água que comprometerá gerações futuras se eu vejo tanta água ao meu redor?

A partir destas perguntas um tanto ingênuas, foi-se delineando uma idéia para abordar um tema de aparência tão simples.

Sem dúvida, começar por um espaço de forte apelo emocional. Convidar o espectador a entrar no tema sem explicitar como a ele chegaria. E assim, após esta introdução, falar sobre os aspectos astronômicos que estão presentes. Com isso, vamos retornar ao início da Terra e tentar entender como a vida só pôde surgir por causa da água (H2O – elemento da vida). A água é o elemento da vida e abre espaço para se falar da vida nos mais diferentes tamanhos e formas, todos dependendo da água para a sua sobrevivência (H20 – molécula da vida). No entanto, olhando a Terra e seu clima, a água surge como algo fundamental para a manutenção da vida. Agora a água é vista em uma escala maior (H2O – matéria da vida). Em uma escala ainda maior, surge o problema que está sendo anunciado: a escassez de água potável que poderá levar a um colapso de proporções globais (H2O – futuro da vida).

Para finalizar a viagem, agora com uma nova percepção da água, nada mais oportuno que beber o líquido que motivou a exposição.

Henrique Lins de Barros, curador

Título do Projeto

Arquivo Geral

Realização

Anita Schwartz Galeria de Arte

Amarelonegro Arte Contemporânea

Arte em Dobro

Galeria Artur Fidalgo

HAP Galeria

Galeria Laura Marsiaj

LURIXS Arte Contemporânea

Marcia Barrozo do Amaral Galeria de Arte

Mercedes Viegas Arte Contemporânea

Ronie Mesquita Galeria

Galeria Tempo

Local

Centro Cultural da Justiça Eleitoral

Endereço

Primeiro de Março, 42

Centro – Rio de Janeiro

Visitação

23/10/2008 – 29/11/2008

Entrada Franca

Curador

Fernando Cocchiaralle

Assistentes de Curadoria

Saulo Laudares

Coordenação de Produção

Luiza Mello [Automatica]

Produção

Arthur Moura [Automatica]

Arquitetura

Ivan Pascarelli

Projeto Gráfico

Tecnopop

Iluminação

Belight

Projeto de Luz

Samuel Betts

Cenografia

Camuflagem

Assessoria de Imprensa

Raquel Silva

Administração

Gustavo Lacerda

Revisão

Duda Costa

Tradução

Renato Rezende

Arquivo Geral é uma iniciativa das principais galerias do Rio de Janeiro voltadas para a produção contemporânea. Um evento síntere do mercado de arte carioca concebido para potencializar a movimentação nacional e internacional gerada periodicamente pela Bienal de São Paulo.

Trata-se também de um termômetro da capacidade de organização e desempenho do mercado que se confirma agora, pela terceira vez consecutiva, e parece sinalizar o fortalecimento do circuito de arte local observado na última década, embora esteja ainda muito aquém de suas possibilidades de expansão.

Por se restringir ao elenco de artistas representados pelas galerias, o Arquivo Geral não resulta de escolhas curatoriais autônomas, nem de questões conceituais. Ainda assim, trata-se de uma exposição e não de uma feira, já que a curadoria escolheu traçar um panorama da produção contemporânea brasileira do ponto de vista do mercado, ultrapassando os perfis isolados das galerias que o integram.

Três critérios nortearam os trabalhos iniciais: a solicitação, para cada galeria, de uma lista de cerca de sete artistas para posterior seleção; a restrição de obras de grandes formatos, de modo a incluir o maior número possível de participantes e de obras; e, finalmente, a não-inclusão daqueles contemplados com mostras individuais durante o período do Arquivo Geral.

Alguns desses critérios normativos já previam sua superação ao longo da curadoria. Preferimos antecipar as restrições que costumam ocorrer na hora conclusiva da montagem para depois, inversamente, revogá-las com inclusão de mais artistas e obras.

 Por outro lado, assimilamos o conceito de arquivo, evocado pelo título do evento, como um conceito-chave para a própria mostra, adequando-o às características ecléticas do prédio secular do recém-inaugurado Centro Cultural da Justiça Eleitoral. Procuramos concentrar um número significativo de informações a respeito das galerias e dos artistas que elas representam, muitos deles com mais de um trabalho. Dois terminais com a programação em curso nas galerias envolvidas na mostra e seus respectivos sites abrem e complementam o Arquivo Geral de 2008.

Fernando Cocchiarale, curador

Título do projeto

Paisagemnaturezamortaretrato

Artista

Luiz Zerbini

Local

Centro Universitário Maria Antonia

Rua Maria Antonia, 294 São Paulo SP

Visitação

03/10/2008 – 16/11/2008

Entrada gratuita 

Realização

Centro Universitário Maria Antonia

Produção

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

Assistente do artista

Rodrigo Torres

Produção 

Arthur Moura

Iluminação

Ricardo Heder

Reka Iluminação

Agradecimentos 

Galeria Fortes Vilaça

Reka Iluminação

Deve ter sido pela observação da obra que chamou de Minha última pintura que Luiz Zerbini concebeu a possibilidade continuar trabalhando com esse meio. O fato é que as telas agora expostas foram finalizadas com a aplicação de uma tinta capaz de dar sentido pragmático à ambiguidade do termo “refletir” no campo pictório.

Ao serem penduradas e expostas, passam a estar reinvestidas automaticamente das qualidades indisputáveis atribuídas a quaisquer quadros, mas com uma capacidade incomum de incorporar de uma maneira efetivamente impessoal gêneros que satisfazem gostos diversos, como a paisagem, a natureza morta e o retrato.

O artista diz que desde que a pintura morreu, não pára de pensar nela. O tipo de intervenção que realizou no espaço estende esse sentimento inconformado a todos os demais elementos da exposição. Somadas à presença física de referentes dos gêneros de pintura mencionados – contando que o retratado, no caso, é o espectador momentâneo de uma das telas –, as colunas e paredes pintadas criam um ambiente entre alguma solenidade ortogonal da estrutura arquitetônica e a dispersão promovida por cores que extrapolam os mesmos limites que acabaram de ressaltar. Ao mesmo tempo em que elevam à dimensão cenográfica a idéia de diluir um esquema canônico como o neo-plasticismo de Mondrian, jogam o público contra grandes painéis que figuram abismos e espelhos envelhecidos. Ali, onde alguém poderia perguntar em privado o que você está achando do conjunto dos trabalhos, pode ficar mais claro que os destinos provisórios da instalação também estão começando a passar pela reflexão particular do artista.

Rafael Vogt Maia Rosa

Título do projeto

HÜZÜN

Local

Oi Futuro

Endereço

R. Dois de Dezembro, 63 Flamengo – Rio de Janeiro

Visitação

09/09/2008 – 02/11/2008

 

Projeto

Carlos Vergara

Produção

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

Coordenação Ateliê Carlos Vergara

João Vergara

Assistente de produção Ateliê Carlos Vergara

Ana Luiza Varella

Assistente do artista

Thomaz Velho

Produção

  1. Arthur Moura
  2. Mariana Schincariol Mello
  3. Marisa S. Mello

Texto crítico

Luiz Camillo Osório

Artista convidado

Paulo Vivacqua

Videomaker convidado

Gustavo Moura

Design visual

Irene Peixoto | Nucleo i

Editora de vídeos

Luisa Marques

Tratamento de imagens

Eduardo Masini

Projeto de iluminação

Tomás Ribas

Assessoria de imprensa

Claudia Noronha l CW&A

Revisão e padronização

Duda Costa

Versão para o inglês

Ana Luiza Varella

Fotografia

Vicente de Mello

Agradecimentos especiais

Cesário Melantonio

Studio Alfa

Hüzun é um projeto de Carlos Vergara em colaboração com os artistas Gustavo Moura e Paulo Vivacqua, e com o crítico Luiz Camillo Osório. A palavra turca “hüzun”, retirada do livro Istambul de Orhan Pamuk, tem semelhança com a palavra “saudade” em português, mas com uma conotação mais coletiva que individual. Hüzun fala da perda e da melancolia dos tempos de glória do império otomano.

A mostra multimídia “Hüzün”, que ocupa os níveis 4 e 5 do Oi Futuro, transmite ao público um pouco do “susto” de mergulhar num lugar e numa cultura tão diferente da nossa. O ponto de partida para Carlos Vergara foram fotografias e pequenas monotipias que realizou em duas viagens à Turquia, uma em 2006 e outra este ano. O principal foco das incursões do artista foi a Capadócia – suas igrejas primitivas cavadas no arenito, assim como suas habitações subterrâneas carregadas com a história do cristianismo que começa no século I.

Istambul, a antiga Constantinopla, também teve alguns de seus mercados, minaretes, mesquitas e antigas igrejas fotografados. Esse material bruto reunido in loco foi manipulado no ateliê para a mostra. Para isso, Vergara contou com a participação de Paulo Vivacqua, artista sonoro, e Gustavo Moura, videomaker com quem trabalhou recentemente na exposição sobre a Missão de São Miguel, no Rio Grande do Sul, realizada no Paço Imperial, no Rio.

Uma vez manipuladas digitalmente, as fotografias feitas durante as viagens tomaram formatos diversos: impressões em metacrilato, projeções, 3D lenticulares e 3D reais, frutos do cruzamento de imagens no espaço. Na mostra, também estão as monotipias em lenços que carregam vestígios físicos da arquitetura e geografia deste lugar único.

Título do projeto

Performance Presente Futuro

Local

Centro Cultural Oi Futuro

Visitação

29/08/2008 – 31/08/2008

 

Curadoria

Daniela Labra

Produção

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

Produção

Arthur Moura

Mariana Schincariol Mello

Marisa S. Mello

Design visual

João Modé

Patricia Norman

Curadoria vídeos internacionais

Silvio de Gracia

Revisão e padronização de texto

Duda Costa

Versão para o inglês

Renato Rezende

Agradecimentos

Denise Milfond

Galeria Fortes Vilaça

Monitores

Pedro Henrique Borges Thabata Castro Roberto

Assistente

Orlan Clarisse Canela

Performance Presente Futuro é um evento interdisciplinar dedicado à multiplicidade da arte da performance e sua integração com recursos tecnológicos e científicos, percebidos em uma parte da produção performática atual. Ferramentas como gravação e projeção de imagens, amplificação de sons, atos em telepresença e intervenções cirúrgicas manipulam os componentes de obras-ato, efêmeras por natureza, prolongando o corpo do artista, rearranjando narrativas e temporalidades desta que é considerada uma arte ao vivo e presencial por princípio. Performance Presente Futuro reúne pesquisas artísticas e trabalhos inéditos em que a ciência e a tecnologia estão presentes como fundamento e não somente como fetiche. As propostas exibidas nestes três dias de mostra são fruto da vontade de artistas em compreender nossa humanidade pós-orgânica em um mundo que se quer mais tecnológico, mas que também precisa resgatar sua harmonia natural para garantir permanência ao homem, animal que cria e destrói, voraz. Durante três dias, o quarto piso do Oi Futuro recebe ações ao vivo, vídeos performáticos e palestras de artistas que, apoiados em tecnologias diversas, elucubram sobre o cotidiano humano em meio urbano, hoje totalmente permeado por recursos mecânicos, eletrônicos e digitais.

Daniela Labra, curadora

Título do projeto

Jardim Elétrico

Artista

Chelpa Ferro

Local

Galeria Vermelho

Endereço

Rua Minas Gerais, 350 São Paulo

Visitação

10/06/2008 – 05/07/2008

Realização

Galeria Vermelho

Direção de arte

Chelpa Ferro

  1. Barrão
  2. Luiz Zerbini
  3. Sergio Mekler

Assistente do grupo Chelpa Ferro

Julio Callado

Coordenação de produção

Luiza Mello

[Automatica]

Produção

Arthur Moura

[Automatica]

Design de software

Russ Rive

[Superuber]

O grupo Chelpa Ferro apresenta em Jardim Elétrico, na Galeria Vermelho, em São Paulo, uma combinação de objetos, desenhos e instalações sonoras criadas a partir de caixas de som, lâmpadas, cabos e circuitos elétricos.

Além de Jungle Jam, instalação criada em 2006 para a exposição com o mesmo título, que ocorreu no FACT (Foundation for Art and Creative Technology), de Liverpool, na Inglaterra, o Chelpa Ferro apresenta também uma série de novos trabalhos criados a partir do mesmo princípio, tal como Jardim Elétrico (2008), obra que dá título a exposição composta por lâmpadas coloridas, caixas de som, bocais e circuitos elétricos.

Para o curador Moacir dos Anjos, o grupo Chelpa Ferro “não propõe uma unificação dos sentidos com que se apreende o mundo, limitando-se a indicar a possibilidade de traduzi-los uns nos demais, sem hierarquias definidas e de forma inescapavelmente truncada. Em vez de advogar o apagamento das diferenças entre as faculdades do olhar e da escuta, o que o grupo faz é oferecer, a quem se aproxime de seus trabalhos, um embaralhamento sensorial.”

Título do projeto

Heteronímia Brasil

Cliente

Fundação Athos Bulcão Ministério da Cultura do Brasil

Local

Museo de América, Madri, Espanha

Visitação

05/2008 – 09/2008

Realização

Ministério da Cultura do Brasil

Curadoria e projeto

Adolfo Montejo Navas

Artistas

  1. Ana Maria Tavares
  2. Lula Wanderley
  3. Elida Tessler
  4. Efrain Almeida
  5. Lenora de Barros
  6. José Rufino
  7. Marcelo Solá
  8. Rosângela Rennó
  9. Sandra Cinto
  10. Vicente de Mello

Coordenação de produção

Luiza Mello

Design de montagem

Adolfo Montejo Navas

Montagem

Javier Velasco | Work in progress

Intervenções específicas

Elida Tessler

Sandra Cinto

Coordenação de logística

Ana Lacerda | Al Consultoria

Seguro

Affinite Corretora de Seguros

Heteronímia Brasil é uma exposição coletiva com curadoria de Adolfo Montejo Navas e participação dos artistas Ana Maria Tavares, Lula Wanderley, Elida Tessler, Efrain Almeida, Lenora de Barros, José Rufino, Marcelo Solá, Rosângela Rennó, Sandra Cinto e Vicente de Mello. Realizada no Museo de América (Madri, Espanha) a exposição ocorre em um contexto de intenso intercâmbio artístico e cultural, aberto com a participação do Brasil como país convidado da ARCO’08. Heteronímia Brasil reúne uma série de trabalhos ligados às investigações sobre as subjetividades, a relação com o outro, a apropriação e a simultaneidade de linguagens, as negociações entre ficção e realidade e as relações entre escrita e textualidades.

Como parte de um programa mais extenso de cooperação cultural, que tem envolvido a realização de debates, publicação de textos, catálogos visuais e articulações entre as instituições brasileiras e espanholas dedicadas à cultura, a mostra Heteronímia Brasil oferece ao público uma oportunidade de apreciação e reflexão sobre as fragilidades e riquezas de nossas identidades contemporâneas, as demarcações de territórios e percursos entre a realidade sensível e o mundo latente imaginado e desejado.

Não se pretende com esta mostra produzir uma panorâmica qualquer, mas uma coletiva reduzida, representativa da heteronímia geográfica que é o Brasil em termos artísticos hoje. Uma mostra que corporifica um conceito de trabalho reflexivo no território da visualidade: a heteronímia de linguagens e de preocupações estéticas do começo do século XXI. Em qualquer caso, o que se quer é apresentar é uma exposição que fuja dos estereótipos discursivos, e oferecer um território conceitual e estético feito desde o Brasil, mas cujo destino é o âmbito das idéias da estética contemporânea. É uma declaração de arte em plural, de uma conjugação de dez poéticas artísticas para chegar a outras ressonâncias.

Título do projeto

Pergunte ao

Local

Fundação Eva Klabin

Endereço

Avenida Epitácio Pessoa, 2480, Lagoa, Rio de Janeiro

Visitação

02/04/08 – 01/06/08

Curadoria

Marcio Doctors

Museologia

Ruth Levy

Diogo Corrêa Maia

Ana Maria Monteiro de Carvalho

Coordenação de produção

Luiza Mello

Produção

Arthur Moura

Organização

Isabela Gomide

Projeto técnico

Viga arquitetos

Montagem e desenvolvimento

Allen Roscoe

Apoio de montagem

Paulo César

Marciano Ferreira

Diogo Corrêa Maia

Assistente do artista

Romulo Froés

Textos

Nuno Ramos

Vozes

Cia. dos Atores

Bel Garcia

César Augusto

Drica Moraes

Gustavo Gasparani

Marcelo Olinto

Marcelo Valle

Susana Ribeiro

Coro

Fernanda Felix

Michel Blois

Rodrigo Nogueira

Estúdio

Monoaural

Técnico de gravação

Marcelo Tapajós

Design gráfico

Marcia Cabral /Estúdio Gráfico

Divulgação

CW&A Comunicação

Fotografia

Vicente de Mello

Banner

Top Sign

Versão para o inglês

Teresa Dias Carneiro

Revisão

Rosalina Gouvêa

Agradecimentos

César Augusto

Cia. dos Atores

Marcelo Neves

Monoaural

Berna Ceppas

Daniel Carvalho

Kassin

Sandra Ramos

Pela quinta vez, a Automatica produz uma exposição dentro do Projeto Respiração. Com curadoria de Marcio Doctors, o projeto estabelece uma ponte entre o acervo clássico da Fundação Eva Klabin e a arte contemporânea. Nuno Ramos, um dos principais nomes da arte brasileira atual, apresenta a exposição Pergunte ao, uma intervenção que ocupa toda a bela casa-museu da Lagoa, Rio de Janeiro, na qual ele pretende, utilizando espelhos, granitos e vidros, voltar o rico acervo da Fundação para si mesmo, em uma espécie de conversa interna das peças com seus reflexos e ocultações.

Cada um dos materiais escolhidos pelo artista define as diferentes séries da exposição e seus títulos: Espelho/Pergunte ao, Granito/Permito e Vidro/Vitrine. Nuno Ramos escreveu textos especialmente para cada uma destas séries.