Título do projeto

Performance Presente Futuro

Local

Centro Cultural Oi Futuro

Visitação

29/08/2008 – 31/08/2008

 

Curadoria

Daniela Labra

Produção

Automatica

Coordenação de produção

Luiza Mello

Produção

Arthur Moura

Mariana Schincariol Mello

Marisa S. Mello

Design visual

João Modé

Patricia Norman

Curadoria vídeos internacionais

Silvio de Gracia

Revisão e padronização de texto

Duda Costa

Versão para o inglês

Renato Rezende

Agradecimentos

Denise Milfond

Galeria Fortes Vilaça

Monitores

Pedro Henrique Borges Thabata Castro Roberto

Assistente

Orlan Clarisse Canela

Performance Presente Futuro é um evento interdisciplinar dedicado à multiplicidade da arte da performance e sua integração com recursos tecnológicos e científicos, percebidos em uma parte da produção performática atual. Ferramentas como gravação e projeção de imagens, amplificação de sons, atos em telepresença e intervenções cirúrgicas manipulam os componentes de obras-ato, efêmeras por natureza, prolongando o corpo do artista, rearranjando narrativas e temporalidades desta que é considerada uma arte ao vivo e presencial por princípio. Performance Presente Futuro reúne pesquisas artísticas e trabalhos inéditos em que a ciência e a tecnologia estão presentes como fundamento e não somente como fetiche. As propostas exibidas nestes três dias de mostra são fruto da vontade de artistas em compreender nossa humanidade pós-orgânica em um mundo que se quer mais tecnológico, mas que também precisa resgatar sua harmonia natural para garantir permanência ao homem, animal que cria e destrói, voraz. Durante três dias, o quarto piso do Oi Futuro recebe ações ao vivo, vídeos performáticos e palestras de artistas que, apoiados em tecnologias diversas, elucubram sobre o cotidiano humano em meio urbano, hoje totalmente permeado por recursos mecânicos, eletrônicos e digitais.

Daniela Labra, curadora

Título do projeto

Jardim Elétrico

Artista

Chelpa Ferro

Local

Galeria Vermelho

Endereço

Rua Minas Gerais, 350 São Paulo

Visitação

10/06/2008 – 05/07/2008

Realização

Galeria Vermelho

Direção de arte

Chelpa Ferro

  1. Barrão
  2. Luiz Zerbini
  3. Sergio Mekler

Assistente do grupo Chelpa Ferro

Julio Callado

Coordenação de produção

Luiza Mello

[Automatica]

Produção

Arthur Moura

[Automatica]

Design de software

Russ Rive

[Superuber]

O grupo Chelpa Ferro apresenta em Jardim Elétrico, na Galeria Vermelho, em São Paulo, uma combinação de objetos, desenhos e instalações sonoras criadas a partir de caixas de som, lâmpadas, cabos e circuitos elétricos.

Além de Jungle Jam, instalação criada em 2006 para a exposição com o mesmo título, que ocorreu no FACT (Foundation for Art and Creative Technology), de Liverpool, na Inglaterra, o Chelpa Ferro apresenta também uma série de novos trabalhos criados a partir do mesmo princípio, tal como Jardim Elétrico (2008), obra que dá título a exposição composta por lâmpadas coloridas, caixas de som, bocais e circuitos elétricos.

Para o curador Moacir dos Anjos, o grupo Chelpa Ferro “não propõe uma unificação dos sentidos com que se apreende o mundo, limitando-se a indicar a possibilidade de traduzi-los uns nos demais, sem hierarquias definidas e de forma inescapavelmente truncada. Em vez de advogar o apagamento das diferenças entre as faculdades do olhar e da escuta, o que o grupo faz é oferecer, a quem se aproxime de seus trabalhos, um embaralhamento sensorial.”

Título do projeto

Heteronímia Brasil

Cliente

Fundação Athos Bulcão Ministério da Cultura do Brasil

Local

Museo de América, Madri, Espanha

Visitação

05/2008 – 09/2008

Realização

Ministério da Cultura do Brasil

Curadoria e projeto

Adolfo Montejo Navas

Artistas

  1. Ana Maria Tavares
  2. Lula Wanderley
  3. Elida Tessler
  4. Efrain Almeida
  5. Lenora de Barros
  6. José Rufino
  7. Marcelo Solá
  8. Rosângela Rennó
  9. Sandra Cinto
  10. Vicente de Mello

Coordenação de produção

Luiza Mello

Design de montagem

Adolfo Montejo Navas

Montagem

Javier Velasco | Work in progress

Intervenções específicas

Elida Tessler

Sandra Cinto

Coordenação de logística

Ana Lacerda | Al Consultoria

Seguro

Affinite Corretora de Seguros

Heteronímia Brasil é uma exposição coletiva com curadoria de Adolfo Montejo Navas e participação dos artistas Ana Maria Tavares, Lula Wanderley, Elida Tessler, Efrain Almeida, Lenora de Barros, José Rufino, Marcelo Solá, Rosângela Rennó, Sandra Cinto e Vicente de Mello. Realizada no Museo de América (Madri, Espanha) a exposição ocorre em um contexto de intenso intercâmbio artístico e cultural, aberto com a participação do Brasil como país convidado da ARCO’08. Heteronímia Brasil reúne uma série de trabalhos ligados às investigações sobre as subjetividades, a relação com o outro, a apropriação e a simultaneidade de linguagens, as negociações entre ficção e realidade e as relações entre escrita e textualidades.

Como parte de um programa mais extenso de cooperação cultural, que tem envolvido a realização de debates, publicação de textos, catálogos visuais e articulações entre as instituições brasileiras e espanholas dedicadas à cultura, a mostra Heteronímia Brasil oferece ao público uma oportunidade de apreciação e reflexão sobre as fragilidades e riquezas de nossas identidades contemporâneas, as demarcações de territórios e percursos entre a realidade sensível e o mundo latente imaginado e desejado.

Não se pretende com esta mostra produzir uma panorâmica qualquer, mas uma coletiva reduzida, representativa da heteronímia geográfica que é o Brasil em termos artísticos hoje. Uma mostra que corporifica um conceito de trabalho reflexivo no território da visualidade: a heteronímia de linguagens e de preocupações estéticas do começo do século XXI. Em qualquer caso, o que se quer é apresentar é uma exposição que fuja dos estereótipos discursivos, e oferecer um território conceitual e estético feito desde o Brasil, mas cujo destino é o âmbito das idéias da estética contemporânea. É uma declaração de arte em plural, de uma conjugação de dez poéticas artísticas para chegar a outras ressonâncias.

Título do projeto

Pergunte ao

Local

Fundação Eva Klabin

Endereço

Avenida Epitácio Pessoa, 2480, Lagoa, Rio de Janeiro

Visitação

02/04/08 – 01/06/08

Curadoria

Marcio Doctors

Museologia

Ruth Levy

Diogo Corrêa Maia

Ana Maria Monteiro de Carvalho

Coordenação de produção

Luiza Mello

Produção

Arthur Moura

Organização

Isabela Gomide

Projeto técnico

Viga arquitetos

Montagem e desenvolvimento

Allen Roscoe

Apoio de montagem

Paulo César

Marciano Ferreira

Diogo Corrêa Maia

Assistente do artista

Romulo Froés

Textos

Nuno Ramos

Vozes

Cia. dos Atores

Bel Garcia

César Augusto

Drica Moraes

Gustavo Gasparani

Marcelo Olinto

Marcelo Valle

Susana Ribeiro

Coro

Fernanda Felix

Michel Blois

Rodrigo Nogueira

Estúdio

Monoaural

Técnico de gravação

Marcelo Tapajós

Design gráfico

Marcia Cabral /Estúdio Gráfico

Divulgação

CW&A Comunicação

Fotografia

Vicente de Mello

Banner

Top Sign

Versão para o inglês

Teresa Dias Carneiro

Revisão

Rosalina Gouvêa

Agradecimentos

César Augusto

Cia. dos Atores

Marcelo Neves

Monoaural

Berna Ceppas

Daniel Carvalho

Kassin

Sandra Ramos

Pela quinta vez, a Automatica produz uma exposição dentro do Projeto Respiração. Com curadoria de Marcio Doctors, o projeto estabelece uma ponte entre o acervo clássico da Fundação Eva Klabin e a arte contemporânea. Nuno Ramos, um dos principais nomes da arte brasileira atual, apresenta a exposição Pergunte ao, uma intervenção que ocupa toda a bela casa-museu da Lagoa, Rio de Janeiro, na qual ele pretende, utilizando espelhos, granitos e vidros, voltar o rico acervo da Fundação para si mesmo, em uma espécie de conversa interna das peças com seus reflexos e ocultações.

Cada um dos materiais escolhidos pelo artista define as diferentes séries da exposição e seus títulos: Espelho/Pergunte ao, Granito/Permito e Vidro/Vitrine. Nuno Ramos escreveu textos especialmente para cada uma destas séries.

Título do projeto

Jungle jam

Local

Caixa Cultural Rio de Janeiro

Endereço

Av Almirante Barroso, 25 · Centro

Rio de Janeiro

Visitação

21/01/2008 – 09/03/2008

 

Artista

Chelpa Ferro

Patrocínio

Caixa econômica federal

Chelpa Ferro

Barrão

Luiz Zerbini

Sergio Mekler

Direção de produção

Luiza Mello [Automatica]

Produção

Arthur Moura

Marisa S. Mello

Texto Critico

Moacir dos Anjos

Design Gráfico

João Doria

Design de eletrônicos e software

Russ Rive /Superuber

Rafael Barmak

Ricardo Herbert

Iluminação

Zé Luiz Joels

Montagem

Julio Callado

Nelson Leão

PC Caboverde

Revisão

Duda Costa

Entre janeiro e março de 2008, a Automatica volta a trabalhar com o Chelpa Ferro, na segunda montagem de Jungle Jam, nome da obra e da exposição. O trabalho, desta vez realizado na Caixa Cultural, Rio de Janeiro, consiste em uma instalação sonora composta por diversas sacolas plásticas, de diferentes tamanhos, presas às paredes da galeria com motores giratórios eletrônicos. Os motores estão conectados a um terminal com um computador programado pelo grupo (batizado de cabeção) que faz com que as sacolas girem em diversas sequências e direções.

Título do projeto

Rossellini TV Utopia

Local

CCBB Brasília

Endereço

SCES, Trecho 02, lote 22

Período

05/09/2007 – 16/09/2007

Local

CCBB Rio

Endereço

Rua Primeiro de Março, 66

Centro – Rio de Janeiro

Período

18/09/2007 – 30/09/2007

Entrada franca

Patrocínio

Banco do Brasil

Realização

Centro Cultural Banco do Brasil

Curadoria

Steve Berg

Coordenação

Luiza Mello [Automatica]

Produção executiva

Débora Monnerat [Orbita]

Assistente de produção

Arthur Moura [Automatica]

Assistente de produção em Brasília

Eduardo Paranhos

Design gráfico

Rara Dias e Paula Delecave [Zot Design]

Assessoria de Imprensa

Ana Ligia Petrone [Meio & Imagem]

Tradução dos diálogos

Eliana Aguiar

Tradução dos diálogos de Anno Uno

Renato Aguiar

Revisão e padronização

Duda Costa

Produção gráfica

Sidnei Balbino

Legendagem

Vídeo Shack

Administração

Gustavo Lacerda [Anima Projetos Culturais]

Expandindo sua área de atuação, a Automatica produz a mostra de cinema Rossellini: TV Utopia, realizada nos CCBBs do Rio de Janeiro e de Brasília em setembro de 2007. Com curadoria de Steve Berg, o festival apresentou uma série de filmes inéditos no Brasil (os chamados “filmes didáticos”) feitos pelo diretor italiano para a televisão e o cinema. A mostra contou também com debates com profissionais de diferentes áreas, como jornalismo, antropologia, filosofia, cinema e história.

A mostra, que exibiu os chamados “filmes didáticos” do gênio, desenvolvidos especialmente para TV a partir de 1962, quando ele declarou a morte do cinema, inclui Sócrates, Blaise Pascal, Santo Agostinho, A Idade dos Médici e Descartes (transmitidos na Itália pela RAI entre 1970 e 1973), além de Ano Um, o penúltimo (e pouquíssimo conhecido) trabalho para o cinema, exibido na Itália em 1974. Todos foram legendados especialmente para a mostra, por Eliana Aguiar (tradutora de Umberto Eco para o português).

Um dos grandes momentos do festival foi o debate sobre o projeto didático do diretor italiano, que aconteceram nos dias 16 de setembro em Brasília e 18 de setembro no Rio, sob a coordenação do curador da mostra, Steve Berg. “Após a desilusão com o cinema nos anos 60, o grande plano de Rossellini era educar o público telespectador com filmes sobre a história da humanidade, as chamadas obras didáticas, que constituem a parte menos conhecida de uma das mais influentes e polêmicas filmografias de todo o cinema clássico. Neste novo cinema, o conflito central seria o dos embates entre a filosofia, a religião e a ciência; a trajetória do Humanismo que, desde sempre, informou sua obra; seus personagens principais, os filósofos, artistas e líderes políticos e religiosos da civilização ocidental. Os filmes encenam a morte, a fé, a razão e a verdade em tempos de guerra e de paz”, diz o curador. A discussão sobre a proposta didática de Rossellini contou ainda com as participações do jornalista e crítico Pedro Butcher (da Folha de São Paulo), do montador Ricardo Miranda (de A Idade da Terra, de Glauber Rocha, entre outros), do antropólogo Robson Cruz (graduado em história e atual doutorando da UFRJ) e do cineasta e documentarista Joel Pizzini, que estreou durante a mostra seu novo documentário sobre as passagens de Rossellini pelo Brasil (A Morte do Pai).

A sessão do filme Sócrates, no Rio de Janeiro, foi seguida de palestra com Irley Franco, doutora em filosofia antiga e diretora do Depto. de Filosofia da PUC Rio.

Título do projeto

Ficções

Local

Museu Vale do Rio do Doce

Endereço

Antiga Estação Pedro Nolasco s/n – Argolas

Vila Velha – Espírito Santo

Visitação

27/07/2007 – 27/09/2007

Artista

Regina Silveira

Patrocínio

Fundação Vale do Rio Doce

Projeto expográfico

Regina Silveira

Curadoria

Adolfo Montejo Navas

Coordenação geral

Luiza Mello [Automatica]

Produção executiva

Débora Monnerat [Orbita]

Assistente de produção

Arthur Moura

Design visual

Dupla Design

Produção e montagem da obra Mil e Um Dias

André Costa [Olhar Periférico Filmes]

Edição e videografia da obra Mil e Um Dias

Matias Lancetti

Trilha sonora da obra Mil e Um Dias

Rogério Rochlitz

Imagem digital da obra Entrecéu

Eduardo Verderame

Rodrigo Barbosa

Execução da obra Entrecéu

Krom Art Studio

Montagem da obra Entrecéu

Edson Tibaldi

Israel Marques de Carvalho

Renato Marianno Junior

Wellington Schwab de Plácido

Montagem 3D para a obra Mirante

Thomaz Resende [Estúdio Camisa10]

Documentários Lumen e Claraluz

André Costa (Direção) e Olhar Periférico Filmes (Produção)

Assistentes da artista

Eduardo Verderame

Renato Pêra

Thereza Salazar

Entre julho e setembro de 2007, Regina Silveira apresentou no Museu Vale, em Vila Velha, Espírito Santo, a exposição Ficções. Nessa ocasião, a artista fechava uma trilogia iniciada por ela com duas outras exposições, Claraluz (CCBB, São Paulo, 2003) e Lumen (Palácio de Cristal, Madri, 2005). Com curadoria de Adolfo Montejo Navas e produção da Automatica, Ficções ocupou o espaço do museu com três obras principais feitas especificamente para o local (site-specifics) e intituladas Mirante, Entrecéu e Mil e um dias. Além destes três trabalhos, a mostra contou com uma sala complementar com maquetes e desenhos de outras obras significativas da artista.

Título do projeto

Ação Educativa Eu Vivo Cinema Panamericano

Local

Tenda da Vivo

Endereço

Praia de Ipanema – Rio de Janeiro

Visitação

13/07/2007 – 26/07/2007

Entrada franca

Cliente

Espaço Z

Patrocínio

Vivo

Coordenação geral

Luiza Mello | Automatica

Coordenação educativo

Analu Cunha

Pesquisa e produção

Marisa S. Mello | Automatica

Produção educativo

Patrícia Norman

Arte-educadores

Carolina Luz

Mônica Muller

Suzana Nascimento

Thiago Assis

Monitora

Priscila Paes

Durante o mês de julho de 2007, a Tenda da Vivo na Praia de Ipanema, Rio de Janeiro, foi palco da Ação Educativa Eu Vivo Cinema Panamericano. A Ação Educativa foi um evento voltado para atividades relacionadas ao tema da diversidade cultural nas Américas. Seu objetivo foi o de promover a reflexão sobre as diferenças entre os povos americanos por ocasião dos Jogos Panamericanos realizados no Rio de Janeiro em 2007. Por meio de três atividades diferenciadas – Cinemateca, Contação de História e Oficina de Música –, os grupos de visitantes tiveram a oportunidade de conhecer e interagir com os hábitos de diferentes culturas visando a ampliação crítica da sua própria relação com o mundo contemporâneo.

Na Cinemateca foi exibido o filme do pernambucano Halder Gomes, “O Astista contra o Caba do Mal”. A atividade explorou o grande alcance da linguagem áudio-visual entre os jovens, relacionando o tema da diversidade cultural ao filme assistido. A atividade de Contação de Histórias contou com a obra “Macunaíma” como ponto de partida e inspiração. A história de Mário de Andrade é propícia para abordar, através dos vários lugares percorridos por Macunaíma, dentro e fora do país, diferentes culturas, como também é oportuna para falar sobre a essência dessa diversidade que é a necessidade do diferente, do outro. A Oficina de Música propôs um trabalho focado em ritmos brasileiros e do continente americano, como cantos indígenas brasileiros, o reggae jamaicano, a soul music americana, e as origens africanas dos brasileiros samba de roda e capoeira.

Entre os grupos que participaram do evento estavam crianças, jovens, adultos e idosos. Estiveram presentes nas atividades alunos da Vila Olímpica da Mangueira, comunidade do Morro dos Prazeres, CEASM, CUFAs Pedra do Sapo, Cidade de Deus e Acari, Meninos de luz, Projeto social CIEE, Rede Jovem, Comunitas, Funcionários Vivo e seus filhos, Viva Rio, Idosos Casa Bibi Franklin Leal, Casa Dercy Gonçalves e Nova Geração Estácio de Sá.

Título do projeto

Blooks – Tribos e Letras na Rede

Local

Oi Futuro

Endereço

Rua Dois de Dezembro, 63

Flamengo – Rio de Janeiro

Visitação

08/07/2007 – 30/09/2007

Entrada franca

Patrocínio

Oi Futuro

Realização

Aeroplano

Idealização e curadoria Geral

Heloisa Buarque de Holanda

Curadoria de conteúdo

Bruna Beber e Omar Salomão

Coordenação geral

Elisa Ventura e Eva Doris Rosental

Produção executiva

Luiza Mello

[Automatica]

Design visual e direção de arte

Sônia Barreto

[Tecnopop]

Arquitetura

Gustavo Moura

Assistente de produção

Arthur Moura

Automatica]

Assistente de arquitetura

Tiago de Paula

Iluminação e equipamentos

  1. L. Iluminação

Iluminação, projeção e sonorização

Belight

Projeto luminotécnico

Samuel Betts

Montagem, luz, projeção e som

Anderson Roberto Silva Araújo

Ronaldo Ferreira dos Santos

Rogério Kennedy

Sergio Dias

Cenografia

Camuflagem

Assessoria de imprensa

Diadorim Idéias e Comunicação

Ana Madureira de Pinho

Teresa Karabtchevsky

Produção gráfica

Sidnei Balbino

Idealizada pela professora e crítica literária Heloisa Buarque de Hollanda, a mostra Blooks – Letras na Rede ressaltou o vasto universo da palavra que circula na internet, através de blogs interativos, podcasts e sites, tendo como objetivo principal da curadoria o mapeamento da criação literária do novo milênio. A partir de cinco ambientes, a mostra mergulha no mundo das práticas literárias – que podem incluir poesia, contos, a literatura interativa dos blogs, quadrinhos, grafismos e animações –, sem deixar de conter a sensação de excesso característico da rede.

A mostra recria o ambiente da internet, mergulhando no mundo das práticas literárias – que podem incluir poesia, contos, a literatura interativa dos blogs, quadrinhos, grafismos e animações – e sem deixar de incluir o melhor do “entulho” ou do excesso característico da rede. Os cinco ambientes criados mostraram as transformações na produção escrita a partir das ferramentas da internet, que abriu espaço para novas linguagens, novas relações interativas e até mesmo tornou-se decisiva para interpelações sobre a noção clássica de autoria. Um dos ambientes reproduziu visualmente o conceito dos blooks, gênero intermediário entre a forma do blog e do livro. O outro, mais sensorial, transpôs para sons e palavras faladas esta nova produção. A velocidade e o excesso de informação também estavam representados nos mais de 200 trabalhos selecionados, espalhados pelos ambientes. “A Internet é um excesso de tudo e um acesso a tudo. Sem perder essa dimensão, procuramos ser criteriosos em nossas escolhas”, diz Omar Salomão.

Título do projeto

Atlas Américas

Local

Oi Futuro Flamengo

Endereço

Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo, Rio de Janeiro

Visitação

25/06/07 – 05/08/07

Entrada franca

Realização

Oi Futuro

Curadoria

Paulo Herkenhoff

Coordenação geral

Luiza Mello

[Automatica]

Produção executiva

Débora Monnerat

[Orbita]

Assistente de produção

Arthur Moura

[Automatica]

Design visual

Sônia Barreto

[Tecnopop]

Designer assistente

João Doria

Arquiteto

Ivan Pascarelli

Iluminação e equipamentos

  1. L . Iluminação

Projeto de luz

Samuel Betts

Coordenação técnica

Ronaldo Santos

Técnicos

Alan Homero

Jorge A. Pedra

Sérgio Dias

Cenografia

Camuflagem

Assessoria de imprensa

Claudia Noronha

[CW&A]

Revisão e padronização

Sonia Cardoso

Versão

Renato Rezende

Produção gráfica

Sidnei Balbino

Administração

Gustavo Lacerda

[Anima Projetos Culturais]

Com curadoria de Paulo Herkenhoff, Atlas Américas foi realizada no Oi Futuro, Rio de Janeiro, entre junho e agosto de 2007. A exposição reuniu quinze artistas de diferentes nacionalidades: Alan Michelson (EUA), Anna Maria Maiolino (Brasil), Damián Ortega (México), Dirceu Maués (Brasil), Donna Conlon (EUA), Fatimah Tuggar (Nigéria), Jennifer Allora e Guillermo Calzadilla (EUA e Cuba), Javier Tellez (Venezuela), José Alejandro Restrepo (Colômbia), Katie van Scherpenberg (Brasil), Kimsooja (Corea), Naiah Mendonça (Brasil), Miguel Angel Rios (Argentina) e Simone Michelin (Brasil). A perspectiva coletiva entre vários países e gerações resultou em uma seleção de obras cuja mescla entre artistas e suportes proporcionou ao público uma espécie de mapeamento crítico e estético da produção contemporânea no continente americano.

Título do projeto

Contemporâneo

Local

Oi Futuro

Endereço

Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo – Rio de Janeiro

Visitação

18/12/2006 – 22/12/2006

Entrada franca

Patrocínio

Oi

Realização

  1. Oi Futuro
  2. Anima
  3. Editora Casa da Palavra
  4. PACC – Programa Avançado de Cultura Contemporânea / UFRJ

Apoio

Xerox

Idealização e Coordenação Geral

  1. Beatriz Resende
  2. Eva Doris Rosental
  3. Martha Ribas
  4. Gustavo Lacerda

Curadores

  1. Beatriz Resende
  2. Bruno Beltrão
  3. Daniela Pereira de Carvalho
  4. Fernando Cocchiaralle
  5. Francisco Bosco
  6. Franz Manata
  7. Silvia Soter

Colaboração

  1. Bosco Brasil
  2. Dani Lima
  3. Leonel Brum
  4. Úrsula Resende

Assistentes de Curadoria

Artes visuais: Cristina Amiran e Khalil Charif

Coordenação de produção

Luiza Mello [Automatica]

Assistentes de produção

Alice Damasceno e Arthur Moura [Automatica]

Direção de arte

Christiano Menezes

[Retina78]

Iluminação

Tomás Ribas

Administração

Gustavo Lacerda [Anima]

Coordenação editorial

Casa da Palavra

  1. Julio Silveira
  2. Martha Ribas

Projeto gráfico e fotografia

Christiano Menezes

Produção editorial

Natalie Araújo Lima

Produção gráfica

Isabel Valle

Assessoria de imprensa

Felipe Maciel [Factual]

Edição de vídeos

Bruno Prada

Cenografia

Camuflagem

Equipamentos

On Projeções

Festival que reuniu criadores e críticos das áreas de artes visuais, dança, dramaturgia e literatura, Contemporâneo ocorreu em dezembro de 2006 no Oi Futuro (Rio de Janeiro). Com uma ocupação envolvendo a galeria de exposições, o teatro e outras áreas do espaço durante cinco dias, o evento apresentou simultaneamente uma série de performances, espetáculos de teatro e dança, videoprojeções, leituras de textos, debates e lançamentos de livro.

Com curadorias coletivas e de diferentes gerações para cada área e programação intensa, a organização do evento envolveu uma série de profissionais e instituições, ampliando o know-how de trabalho da Automatica para outras áreas além das artes visuais.