TÍTULO DO PROJETO

  • 14ª edição do Projeto Respiração
  • Enrica Bernardelli – Concerto de Pálpebras
  • Daniel Blaufuks – Três Quartos de Memória

ARTISTAS

  • Enrica Bernardelli
  • Daniel Blaufuks

LOCAL

Fundação Eva Klabin

ENDEREÇO

Av. Epitácio Pessoa, 2.480, Lagoa, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

  • 11/09/2011 – 06/11/2011
  • Terça a Domingo 14h às 18h
  • Entrada Franca

Curadoria

Marcio Doctors

CONSELHO CURADOR DO PROJETO RESPIRAÇÃO

  • Gilberto Chateaubriand
  • Marcio Doctors
  • Maria Klabin

TEXTO

Marcio Doctors

ILUMINAÇÃO

PC

MONTAGEM

Equipe Eva Klabin

FOTOGRAFIA

Mário Grisolli

DESIGN VISUAL | CONVITE E CARTAZ

Sônia Barreto

DIVULGAÇÃO

Fatutti Comunicação

MUSEOLOGIA | ORGANIZAÇÃO

Diogo Corrêa Maia

PRODUÇÃO

Automatica

ENRICA BERNARDELLI – CONCERTO DE PÁLPEBRAS

PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Melo

FIGURAÇÃO

  • Letícia de Oliveira
  • Jéssica Góes
  • Georges Gonçalves
  • Rogerio Cavalcante e Castro
  • Camila Floresta
  • Carlos Lima

COSTUREIRA

Marluce

AGRADECIMENTOS

  • Louise Calixto
  • Lucas Dain
  • Diogo Maia
  • Claudia Bakker
  • Luiza Marcier
  • Maya Pijnappel

DANIEL BLAUFUKS – TRÊS QUARTOS DE MEMÓRIA

PRODUÇÃO

Camila Goulart

AGRADECIMENTOS

  • Luiza Mello
  • Marcio Doctors
  • Equipe Eva Klabin
  • Equipe Automatica

Projeto Respiração foi criado em 2004 e consiste em convidar artistas contemporâneos a intervir no circuito expositivo da casa-museu que é a Fundação Eva Klabin, de maneira que o seu acervo e o seu espaço passem por novas formas de leitura, revitalizando e criando novos sentidos para sua coleção.

Sobre curadoria de Marcio Doctors, nesta edição foram convidados os artistas Enrica Bernardelli e Daniel Blaufuks. Seus trabalhos, apesar de terem abordagens bem diferentes, dialogam com o tempo e tratam da memória. Movida pela ideia de fazer cinema sem filme e reintroduzir a arte no cotidiano, Enrica nos coloca de frente com o imaginário ao criar uma cena estética e muda, em que corpos vivos, porém imóveis, desencadeiam uma realidade em suspensão. Essa sensação ainda é reforçada por grandes e tênues cortinas de filó, que isolam o museu do próprio museu, como as pálpebras. Já Daniel intervém de forma mais calma. Seu trabalho se dividiu em quatro peças e espaços distintos que vão sendo descobertos ao longo do percurso, finalizado por um vídeo que leva o nome de sua exposição (um jogo de palavras que fala simultaneamente do espaço ocupado pela intervenção e da impossibilidade de uma memória integral).

TÍTULO DO PROJETO

Nelson Leirner 2011-1961 = 50 anos

ARTISTA

Nelson Leirner

LOCAL

Galeria de Arte do Sesi

ENDEREÇO

Av. Paulista, 1.313, Bela Vista, São Paulo

VISITAÇÃO

  • 06/09/2011 – 06/11/2011
  • Entrada franca

CURADORIA E TEXTOS

Agnaldo Farias

ASSISTENTE DE CURADORIA

Isabel Teixeira

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Camila Goulart

ASSISTENTES DE PRODUÇÃO

  • Esther Martins
  • Luisa Hardman

ASSISTENTE DO ARTISTA

Fernando Antonio Ribeiro

PROJETO EXPOGRÁFICO

Haron Cohen

REGISTRO FOTOGRÁFICO DA EXPOSIÇÃO

Fernando Lazlo

FOTOGRAFIA

  • Acervo Nelson Leirner
  • Edouard Fraipont
  • Fernando Lazlo

ASSESSORIA DE IMPRENSA

FIESP

DESIGN GRÁFICO

FIESP

CENOTÉCNICA

FIESP

ILUMINAÇÃO

FIESP

REVISÃO E PADRONIZAÇÃO DE TEXTO

FIESP

TRADUÇÃO DE TEXTOS

FIESP

GESTÃO DO PROJETO

  • Marisa S. Mello
  • Carolina Lima

TRANSPORTE DE OBRAS

Alves Tegam

SEGURO

  • Foco Art Group
  • Allianz

AGRADECIMENTOS

  • Allianz
  • Alves Tegam
  • Ana Albornoz
  • Augusto Livio Malzoni
  • Bolsa de Arte de Porto Alegre
  • Cândida Helena Pires de Camargo
  • Daniel Senise
  • Dr. Adolfo Alberto Leirner
  • Edouard Fraipont
  • Egon Kroeff
  • Fernanda Feitosa e Heitor Martins
  • Flavia Albuquerque
  • Foco Art Group
  • Galeria Celma Albuquerque
  • Galeria Silvia Cintra + Box 4
  • Graziela Strina Arruda
  • Gustavo Halbreich
  • Haron Cohen
  • Heloisa Medeiros
  • Jacqueline Cabral
  • Lili e João Avelar
  • Liliana Leirner
  • Livia Lira
  • Lucia Carneiro
  • Luciana Rique
  • Luiz Antônio Campos
  • Luiz Paulo Montenegro
  • Luiza Moreira de Souza
  • Marcelo Martins
  • Márcio Correia
  • Marcos Ribeiro
  • Marga Pasquali
  • Mariano M. Ferraz
  • Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
  • Museu de Arte Moderna de São Paulo
  • Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
  • Pinacoteca do Estado de São Paulo
  • Plinio de Toledo Arruda
  • Rafael Alves
  • Ronaldo Cesar Coelho
  • Sergio Caribe
  • Silvia Cintra
  • Tadeu Chiarelli
  • Vivian Gandelsman

Em uma exposição dedicada à trajetória de Nelson Leirner ao longo de 50 anos de trabalho, foram reunidas obras de três diferentes momentos de sua carreira. Com curadoria de Agnaldo Farias, os três momentos destacados foram: o início de sua carreira com uso de suportes mais convencionais; a sua maturidade (1965-1994), em que experimenta e se apropria de outras formas de expressão como performances e intervenções em espaços públicos; e, por fim, o terceiro momento, em que o artista enxerga seu trabalho de forma menos rigorosa e mais como um hobby. Voltando a São Paulo, lugar onde nasceu e conviveu com parte da vanguarda das artes visuais brasileira, para inaugurar esta exposição, Nelson Leirner ainda expõe uma inédita instalação realizada ao longo de 15 anos.

Seus trabalhos reunidos constituem um dos mais provocativos e diversificados conjuntos de obras de arte do cenário nacional. Através dos anos, Leirner tornou-se um dos mais reconhecidos artistas por seu ímpeto inovador.

TÍTULO DO PROJETO

Hoje é Sempre Ontem

ARTISTA

Daniel Blaufuks

LOCAL

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo – Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

  • 06/05/2011 – 21/08/2011
  • Terça a Sexta 12h – 18h
  • Sábados, Domingos e Feriados 12h – 19h

APOIO

  • Automatica
  • Belight

CURADORIA

Luiz Camillo Osorio

Realizada no MAM do Rio de Janeiro, a exposição Hoje é Sempre Ontem, do artista português Daniel Blaufuks, retratou de forma autoral a questão da memória do espaço tanto público como privado. Em duas projeções, foram expostas fotografias feitas em sua visita à cidade, mesclando o olhar de fotógrafo exigente ao do viajante disponível. Por ser um ponto de vista estrangeiro, o próprio artista, apesar de já ter vindo ao Rio algumas vezes, procurou abordar o espaço urbano de forma subjetiva, de modo que essa leitura particular da “cidade maravilhosa” provocasse no espectador carioca sentimentos e percepções antes não explorados.

Os fotogramas projetados formavam uma espécie de filme, pois o artista fez questão de criar uma coesão entre os mesmos. Ocupando duas salas do museu, essa única instalação é também um reflexo de outros trabalhos do artista em que a memória e a realidade são temas centrais.

TÍTULO DO PROJETO

Placebo

ARTISTA

Tatiana Grinberg

LOCAL

MAM RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

10/04/2011 – 05/06/2011

CURADORIA

Luiz Camillo Osorio

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

PRODUÇÃO

  • Lívia Maria Paes
  • Hugo Bianco | MAM

CONSULTORIA DE AUDIO

Lucas Marcier | Estúdio Arpx

ENTREVISTAS, GRAVAÇÃO DE AUDIO E EDIÇÃO

Tatiana Grinberg

ASSISTENTE DE EDIÇÃO DE AUDIO E MIXAGEM

Antonio de Padua | Estudio Arpx

CONSULTORIA DE FONOAUDIOLOGIA

Maria Isabel Kós

DESENHO DE EXPOSIÇÃO

Tatiana Grinberg

DESIGN GRÁFICO

  • Rara Dias | Zot Design
  • Paula Delecave | Zot Design
  • Carla Marins | MAM
  • Mariana Boghossian | MAM

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CWEA Comunicação

ASSISTENTES DE EXPOSIÇÃO

  • Felipe Pena
  • João Franco
  • Patrícia Aguiar
  • Paulo Couto

A exposição Placebo reuniu peças da artista Tatiana Grinberg no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Com curadoria de Luiz Camillo Osorio, a mostra ficou em cartaz de abril a junho de 2011.

Os trabalhos expostos vão além do olhar, em uma abertura sensorial mais ampla, explorando o tato, o paladar e a audição. A obra multissensorial que dá título à exposição é uma cápsula oferecida ao espectador para que ele coloque na boca e perceba ondas sonoras. Desenhos, diagramas e anotações relativos ao desenvolvimento da instalação também foram expostos em um painel, para que o público pudesse conhecer o processo de criação da artista. Mais detalhes sobre a exposição podem ser conferidos no endereço eletrônico: http://www.expoplacebo.blogspot.com.

TÍTULO DO PROJETO

Festival Performance Arte Brasil

LOCAL

MAM RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

  • 22 a 27/03/2011
  • Entrada franca

REALIZAÇÃO

Apoio a Festivais de Fotografia, Performance e Salões Regionais Funarte/MinC

CURADORIA GERAL

Daniela Labra

EQUIPE CURATORIAL

  • Beth da Matta
  • Bia Medeiros
  • Daniela Mattos
  • Orlando Maneschy
  • Paulo Reis
  • Regina Melim

ASSISTENTE DE CURADORIA

Julia Pombo

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

PRODUÇÃO

Camila Goulart

PROJETO DE EXPOGRAFIA E MOBILIÁRIO

Tatiana Sampaio Ferraz

ASSISTENTE DE EXPOGRAFIA E MOBILIÁRIO

Nana Blanaru

DESIGNERS

  • Clara Meliande
  • Rafael Alves

ASSISTENTES DE PRODUÇÃO

  • Esther Martins
  • Luisa Hardman

ASSISTENTES DE PRODUÇÃO DURANTE O EVENTO

  • Ana Paula Vulcão
  • Clarissa Palma
  • Hugo Foscaldo
  • Renata Furtado

ILUMINAÇÃO E MULTIMÍDIA

Belight

PROJETO LUMINOTÉCNICO

Samuel Betts

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

APOIO

Verallia

A curadora Daniela Labra convidou seis curadores de diversos estados brasileiros – Beth da Matta (PE), Bia Medeiros (DF), Daniela Mattos (RJ), Orlando Maneschy (PA), Paulo Reis (PR) e Regina Melim (SC) – para montarem um encontro nacional de artistas, curadores e pesquisadores da arte da performance, voltado para a discussão de seus desdobramentos estéticos no campo das artes visuais.

O evento ocorreu nos jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, entre os dias 22 e 27 de março de 2011, e ofereceu em sua programação ações ao vivo, palestras, vídeos, filmes de artistas e videoinstalações, reunindo cerca de sessenta profissionais que lidam com a prática performática nas diferentes regiões brasileiras.

TÍTULO DO PROJETO

Pinturas Recentes

ARTISTA

Georg Baselitz

LOCAL

Pinacoteca do Estado de São Paulo

ENDEREÇO

Praça da Luz, São Paulo, SP

VISITAÇÃO

07/12/2010 – 30/01/2011

CURADORIA

Paulo Venancio Filho

ASSISTENTE DE CURADORIA

Christina Braun

EXPOGRAFIA E MONTAGEM

Setor de Expografia e Montagem da Pinacoteca do Estado de São Paulo

COORDENADORA

Regina Viesi

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

PRODUÇÃO

  • Luciana Soares
  • Camila Goulart

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Esther Martins

AUXILIAR ADMINISTRATIVO

  • Carolina Lima
  • Francisco Bressy

LOGISTICA

AL Consultancy

TRANSPORTE

  • Alves Tegam
  • Brandi
  • Seguro
  • Foco Art Group
  • Atelier Georg Baselitz

SECRETÁRIO

Detlev Gretenkort

ASSISTENTE DO SECRETÁRIO

Julia Westner

A exposição apresentou pela primeira vez na América do Sul o trabalho do pintor alemão Georg Baselitz, um dos principais nomes das artes visuais no mundo contemporâneo. Com curadoria de Paulo Venancio Filho, Pinturas Recentes ficou em cartaz na Pinacoteca do Estado de São Paulo entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011.

Em uma montagem feita com esmero, o público paulista pôde conferir um conjunto de trinta pinturas realizadas nos últimos doze anos. Nesse período, o artista revisita os tipos humanos realizados por ele na década de 1970 e 1980 e que constituem o tema central de sua obra, dando-lhes uma nova face.

TÍTULO DO PROJETO

Ituporanga

ARTISTA

Caio Reisewitz

LOCAL

SESC Belenzinho

ENDEREÇO

Rua Padre Adelino, 1.000, Belém, São Paulo, SP

REALIZAÇÃO

SESC

VISITAÇÃO

  • 05/12/10 – 08/03/11
  • Entrada gratuita

CURADORIA

Maria Montero

ARQUITETURA

Rodrigo Fortes

CONCEPÇÃO DO PROJETO

Rejane Cintrão

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Mariana Schincariol Mello

PROJETO GRÁFICO

Carla Zocchio

PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE VÍDEO

Manoel Hayne

MONTAGEM E EDIÇÃO DE ÁUDIO E TRILHA SONORA

Thiago Nassif

DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO

Renata Ursaia

ASSISTENTE DE DIREÇÃO

Carolina Guzella

AGRADECIMENTO

Luciana Brito Galeria

A partir de uma proposta de ocupação do espaço do SESC Belenzinho, em São Paulo, o artista Caio Reisewitz desenvolveu um trabalho inovador para seus padrões, em que fotografia e vídeo formaram uma grande instalação. Depois de uma pesquisa histórica, foi remontado um ambiente reproduzindo o passado geográfico da natureza do bairro onde se localiza o SESC. O artista criou a imagem de uma grande cachoeira que foi posta em uma enorme janela de vidro produzindo um efeito backlight, além de um vídeo em constante movimento, também de uma cachoeira, que dava a impressão de estar parada. Não só nesse trabalho como em outros é possível perceber que o artista se interessa pela questão do que é e não é verdade e as ilusões que podem ser criadas a partir disso.

Brincando com isso, Ituporanga, que significa bela cachoeira em tupi, foi para o artista um momento de experimentar e navegar sobre novas formas poéticas por meio de seu principal material de trabalho que são as imagens técnicas. Essa instalação fez parte de uma proposta que visa incentivar o contato com a arte contemporânea, instigando sensações e a imaginação de um público diverso como o do SESC.

TÍTULO DO PROJETO

Fendas

ARTISTA

José Bechara

LOCAL

MAM-RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

24/11/2010 – 23/01/2011

CURADORIA

Luis Camillo Osorio

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Camila Goulart

ASSISTENTES DE PRODUÇÃO

  • Esther Martins
  • Francisco Bressy

COORDENAÇÃO DO ATELIER

Natasha Ribeiro Bergottini

ARQUITETURA

  • Pedro Évora
  • Pedro Rivera
  • RUA Arquitetos

EQUIPE ATELIER

  • Aline Araujo Assumpção
  • Enna Beatriz Antonia de Alcantara
  • Felipe de Queiroz Coutinho
  • Pedro Henrique Feitosa da Silva

DESIGN GRÁFICO

  • Rara Dias
  • Zot Design
  • Paula Delecave

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

AUXILIAR ADMINISTRATIVO

Carolina Lima

ILUMINAÇÃO

  • Tomas Ribas
  • Traquitana

MAQUETE

Roberio Catelani

FOTOGRAFIA

Vicente de Mello

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PORTUGUÊS-INGLÊS

Paul Webb

SEGURO

Foco Art Group

TRANSPORTE DAS OBRAS

Millenium Transportes e Logística

AGRADECIMENTOS

  • Adolfo Montejo Navas
  • Ana Luiza e Mariano
  • Dedina Bernardelli
  • Genny e Selmo Nissenbaum
  • Gilberto Chateaubriand
  • Maneco Muller
  • Marcondes Ferraz
  • Plínio Quintão Fróes e equipe
  • Ricardo Rego
  • Rio Scenariun
  • Reynaldo Roels (in memoriam)
  • Silvia e Carlos Alberto Gouvêa Chateaubriand
  • Silvio Pozzato
  • Wilson Coutinho (in memoriam)

Celebrando vinte anos de carreira do artista carioca José Bechara, a exposição Fendas ocupou o Salão Monumental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) entre outubro e janeiro de 2010. Com curadoria de Luiz Camillo Osorio, a exposição apresentou trabalhos de diferentes momentos da trajetória de Bechara, desde suas telas oxidadas até seus mais recentes experimentos ao redor do tema da Casa.

No centro do Salão Monumental, Bechara apresentou uma obra de montagem ousada que marcou a exposição: série de mesas suspensas chamada Run, cuja origem é o desdobramento de outra obra sua com mesas, chamada Ok Ok, Let’s Talk, exposta em outras instituições em 2006. Assim, Fendas apresentou um balanço de uma carreira e a abertura do artista para novos projetos e futuros desdobramentos de sua arte.

Título do projeto

Projetor

ARTISTA

Tony Oursler

LOCAL

Oi Futuro

ENDEREÇO

Rua Dois Dezembro, 63, Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

22/11/10 a 23/01/1

CURADORIA

Paulo Venancio Filho

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Amalia Giacomini

PRODUÇÃO

Camila Goulart

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Esther Martins

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

DESIGN VISUAL

Alexsandro Souza | Tecnopop

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

Samuel Betts

MULTIMÍDIA E ILUMINAÇÃO

Belight

CENOGRAFIA E MONTAGEM

Trampolim

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

REVISÃO E PADRONIZAÇÃO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Paul Webb

TRANSPORTE

Millenium

SEGURO

  • Foco Art Group
  • Equipe Tony Oursler

PRODUÇÃO E EDIÇÃO

JD Walsh

PRODUÇÃO E EDIÇÃO

  • Martin Murphy
  • Max Galyon

ASSISTENTE DO ARTISTA

Marjory Sweet

Artista que há mais de três décadas explora a relação entre o indivíduo e a tecnologia nas artes visuais e no nosso cotidiano, Tony Oursler trouxe para o Oi Futuro do Rio de Janeiro a exposição Projetor. Entre novembro de 2010 e janeiro de 2011 e com curadoria de Paulo Venancio Filho, Oursler instalou diversos trabalhos marcantes do ponto de vista tecnológico.

Solidão, fetichismo, obsessões, hilaridade, delírios e agressividade foram alguns dos inquietantes efeitos psíquicos que os trabalhos exibidos provocaram no público. A intensa dinâmica entre indivíduos e processos midiáticos mostra-se nas suas mais variadas vertentes, com um frequente aspecto tragicômico como tema central das obras.

TÍTULO DO PROJETO

Restraint – Práticas artísticas com novas mídias no Peru e no Brasil

ARTISTAS

  • Amilcar Packer (Chile)
  • Lucas Bambozzi (Brasil)
  • Gabriel Acevedo Velarde (Peru)
  • Nicole Frenchy (Peru)
  • Leandro Lima e Gisela Motta (Brasil)
  • José Carlos Martinat (Peru)
  • Rodrigo Matheus (Peru)
  • Rolando Sanchez (Peru)

LOCAL

SESC Pinheiros

ENDEREÇO

Rua Paes Leme, 195, São Paulo, SP

VISITAÇÃO

  • 18/11/2010 – 16/01/2011
  • Entrada Franca

CURADORIA

  • Julie Bélisle (Canadá)
  • Kiki Mazzucchelli (Brasil)
  • Miguel Zegarra (Peru)

PRODUÇÃO

Groupe Molior

COPRODUÇÃO

Automatica

O projeto Restraint foi uma coprodução da Automatica com a produtora canadense Group Molior. O objetivo do projeto foi investigar o que há em comum entre os contextos artísticos brasileiros e peruanos e, por meio da conjuntura de seus aspectos culturais, sociais e políticos, analisar a produção de arte contemporânea.

O foco da exposição foi a virtualidade e a utilização de novas tecnologias de multimídia aplicadas a experimentações e práticas performáticas. Por essa razão, foi reunida uma nova geração de artistas que incorporaram esses novos artifícios e que estão diretamente envolvidos nessa nova dinâmica de fazer arte, marcada pela desordem da globalização e pelo engajamento político. Nesse caso, a escolha por novas mídias seria uma forma de autoafirmação e resistência desses artistas aos estereótipos e ao fato de que eles continuam, em grande parte, inacessíveis, mas inseridos em um cenário cultural de vertiginoso crescimento.

TÍTULO DO PROJETO

O Sonho de Darcy

ARTISTA

Jum Nakao

LOCAL

MAM-RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

18/11/2010 – 2/12/2010

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Ana Hupe

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

  • Caroline Valansi
  • Luisa Hardman

MONTAGEM

  • Trampolim
  • Daniel Toledo
  • Débora Mazloum
  • Maíra das Neves

TEXTO CRÍTICO

Roberto CorrA?a dos Santos

TRADUÇÃO

Paul Webb

PROGRAMAÇÃO VISUAL

Cecilia Lucchesi

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A

DOCUMENTAÇÃO DE VIDEO

Anna Penteado

DESENHO DE SOM

Paulo Beto

EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO

  • Felipe Messina
  • Julio Lobato

ILUMINAÇÃO

Tomas Ribas

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO

PC

Montada no piloti do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) durante a primeira semana de dezembro de 2010, a instalação O Sonho de Darcy é uma homenagem do artista paulista Jum Nakao ao antropólogo, pensador e professor Darcy Ribeiro. A obra integrou a série de eventos Brasilidade, promovida pelo Ministério da Cultura (MinC).
O trabalho consistiu em uma rede de pesca suspensa do teto do piloti do MAM até próximo ao chão, contendo 9 mil infláveis transparentes, em alturas diversas. Cada inflável trazia uma palavra do texto O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro. A partir de caixas de som espalhadas no recinto, o público pôde ouvir, simultaneamente, fragmentos do depoimento de Darcy em diversas vozes representativas da pluralidade do povo brasileiro.