TÍTULO DO PROJETO

Ituporanga

ARTISTA

Caio Reisewitz

LOCAL

SESC Belenzinho

ENDEREÇO

Rua Padre Adelino, 1.000, Belém, São Paulo, SP

REALIZAÇÃO

SESC

VISITAÇÃO

  • 05/12/10 – 08/03/11
  • Entrada gratuita

CURADORIA

Maria Montero

ARQUITETURA

Rodrigo Fortes

CONCEPÇÃO DO PROJETO

Rejane Cintrão

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Mariana Schincariol Mello

PROJETO GRÁFICO

Carla Zocchio

PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE VÍDEO

Manoel Hayne

MONTAGEM E EDIÇÃO DE ÁUDIO E TRILHA SONORA

Thiago Nassif

DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO

Renata Ursaia

ASSISTENTE DE DIREÇÃO

Carolina Guzella

AGRADECIMENTO

Luciana Brito Galeria

A partir de uma proposta de ocupação do espaço do SESC Belenzinho, em São Paulo, o artista Caio Reisewitz desenvolveu um trabalho inovador para seus padrões, em que fotografia e vídeo formaram uma grande instalação. Depois de uma pesquisa histórica, foi remontado um ambiente reproduzindo o passado geográfico da natureza do bairro onde se localiza o SESC. O artista criou a imagem de uma grande cachoeira que foi posta em uma enorme janela de vidro produzindo um efeito backlight, além de um vídeo em constante movimento, também de uma cachoeira, que dava a impressão de estar parada. Não só nesse trabalho como em outros é possível perceber que o artista se interessa pela questão do que é e não é verdade e as ilusões que podem ser criadas a partir disso.

Brincando com isso, Ituporanga, que significa bela cachoeira em tupi, foi para o artista um momento de experimentar e navegar sobre novas formas poéticas por meio de seu principal material de trabalho que são as imagens técnicas. Essa instalação fez parte de uma proposta que visa incentivar o contato com a arte contemporânea, instigando sensações e a imaginação de um público diverso como o do SESC.

TÍTULO DO PROJETO

Fendas

ARTISTA

José Bechara

LOCAL

MAM-RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

24/11/2010 – 23/01/2011

CURADORIA

Luis Camillo Osorio

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Camila Goulart

ASSISTENTES DE PRODUÇÃO

  • Esther Martins
  • Francisco Bressy

COORDENAÇÃO DO ATELIER

Natasha Ribeiro Bergottini

ARQUITETURA

  • Pedro Évora
  • Pedro Rivera
  • RUA Arquitetos

EQUIPE ATELIER

  • Aline Araujo Assumpção
  • Enna Beatriz Antonia de Alcantara
  • Felipe de Queiroz Coutinho
  • Pedro Henrique Feitosa da Silva

DESIGN GRÁFICO

  • Rara Dias
  • Zot Design
  • Paula Delecave

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

AUXILIAR ADMINISTRATIVO

Carolina Lima

ILUMINAÇÃO

  • Tomas Ribas
  • Traquitana

MAQUETE

Roberio Catelani

FOTOGRAFIA

Vicente de Mello

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PORTUGUÊS-INGLÊS

Paul Webb

SEGURO

Foco Art Group

TRANSPORTE DAS OBRAS

Millenium Transportes e Logística

AGRADECIMENTOS

  • Adolfo Montejo Navas
  • Ana Luiza e Mariano
  • Dedina Bernardelli
  • Genny e Selmo Nissenbaum
  • Gilberto Chateaubriand
  • Maneco Muller
  • Marcondes Ferraz
  • Plínio Quintão Fróes e equipe
  • Ricardo Rego
  • Rio Scenariun
  • Reynaldo Roels (in memoriam)
  • Silvia e Carlos Alberto Gouvêa Chateaubriand
  • Silvio Pozzato
  • Wilson Coutinho (in memoriam)

Celebrando vinte anos de carreira do artista carioca José Bechara, a exposição Fendas ocupou o Salão Monumental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) entre outubro e janeiro de 2010. Com curadoria de Luiz Camillo Osorio, a exposição apresentou trabalhos de diferentes momentos da trajetória de Bechara, desde suas telas oxidadas até seus mais recentes experimentos ao redor do tema da Casa.

No centro do Salão Monumental, Bechara apresentou uma obra de montagem ousada que marcou a exposição: série de mesas suspensas chamada Run, cuja origem é o desdobramento de outra obra sua com mesas, chamada Ok Ok, Let’s Talk, exposta em outras instituições em 2006. Assim, Fendas apresentou um balanço de uma carreira e a abertura do artista para novos projetos e futuros desdobramentos de sua arte.

Título do projeto

Projetor

ARTISTA

Tony Oursler

LOCAL

Oi Futuro

ENDEREÇO

Rua Dois Dezembro, 63, Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

22/11/10 a 23/01/1

CURADORIA

Paulo Venancio Filho

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Amalia Giacomini

PRODUÇÃO

Camila Goulart

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Esther Martins

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

DESIGN VISUAL

Alexsandro Souza | Tecnopop

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

Samuel Betts

MULTIMÍDIA E ILUMINAÇÃO

Belight

CENOGRAFIA E MONTAGEM

Trampolim

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

REVISÃO E PADRONIZAÇÃO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Paul Webb

TRANSPORTE

Millenium

SEGURO

  • Foco Art Group
  • Equipe Tony Oursler

PRODUÇÃO E EDIÇÃO

JD Walsh

PRODUÇÃO E EDIÇÃO

  • Martin Murphy
  • Max Galyon

ASSISTENTE DO ARTISTA

Marjory Sweet

Artista que há mais de três décadas explora a relação entre o indivíduo e a tecnologia nas artes visuais e no nosso cotidiano, Tony Oursler trouxe para o Oi Futuro do Rio de Janeiro a exposição Projetor. Entre novembro de 2010 e janeiro de 2011 e com curadoria de Paulo Venancio Filho, Oursler instalou diversos trabalhos marcantes do ponto de vista tecnológico.

Solidão, fetichismo, obsessões, hilaridade, delírios e agressividade foram alguns dos inquietantes efeitos psíquicos que os trabalhos exibidos provocaram no público. A intensa dinâmica entre indivíduos e processos midiáticos mostra-se nas suas mais variadas vertentes, com um frequente aspecto tragicômico como tema central das obras.

TÍTULO DO PROJETO

Restraint – Práticas artísticas com novas mídias no Peru e no Brasil

ARTISTAS

  • Amilcar Packer (Chile)
  • Lucas Bambozzi (Brasil)
  • Gabriel Acevedo Velarde (Peru)
  • Nicole Frenchy (Peru)
  • Leandro Lima e Gisela Motta (Brasil)
  • José Carlos Martinat (Peru)
  • Rodrigo Matheus (Peru)
  • Rolando Sanchez (Peru)

LOCAL

SESC Pinheiros

ENDEREÇO

Rua Paes Leme, 195, São Paulo, SP

VISITAÇÃO

  • 18/11/2010 – 16/01/2011
  • Entrada Franca

CURADORIA

  • Julie Bélisle (Canadá)
  • Kiki Mazzucchelli (Brasil)
  • Miguel Zegarra (Peru)

PRODUÇÃO

Groupe Molior

COPRODUÇÃO

Automatica

O projeto Restraint foi uma coprodução da Automatica com a produtora canadense Group Molior. O objetivo do projeto foi investigar o que há em comum entre os contextos artísticos brasileiros e peruanos e, por meio da conjuntura de seus aspectos culturais, sociais e políticos, analisar a produção de arte contemporânea.

O foco da exposição foi a virtualidade e a utilização de novas tecnologias de multimídia aplicadas a experimentações e práticas performáticas. Por essa razão, foi reunida uma nova geração de artistas que incorporaram esses novos artifícios e que estão diretamente envolvidos nessa nova dinâmica de fazer arte, marcada pela desordem da globalização e pelo engajamento político. Nesse caso, a escolha por novas mídias seria uma forma de autoafirmação e resistência desses artistas aos estereótipos e ao fato de que eles continuam, em grande parte, inacessíveis, mas inseridos em um cenário cultural de vertiginoso crescimento.

TÍTULO DO PROJETO

O Sonho de Darcy

ARTISTA

Jum Nakao

LOCAL

MAM-RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

18/11/2010 – 2/12/2010

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Ana Hupe

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

  • Caroline Valansi
  • Luisa Hardman

MONTAGEM

  • Trampolim
  • Daniel Toledo
  • Débora Mazloum
  • Maíra das Neves

TEXTO CRÍTICO

Roberto CorrA?a dos Santos

TRADUÇÃO

Paul Webb

PROGRAMAÇÃO VISUAL

Cecilia Lucchesi

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A

DOCUMENTAÇÃO DE VIDEO

Anna Penteado

DESENHO DE SOM

Paulo Beto

EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO

  • Felipe Messina
  • Julio Lobato

ILUMINAÇÃO

Tomas Ribas

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO

PC

Montada no piloti do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) durante a primeira semana de dezembro de 2010, a instalação O Sonho de Darcy é uma homenagem do artista paulista Jum Nakao ao antropólogo, pensador e professor Darcy Ribeiro. A obra integrou a série de eventos Brasilidade, promovida pelo Ministério da Cultura (MinC).
O trabalho consistiu em uma rede de pesca suspensa do teto do piloti do MAM até próximo ao chão, contendo 9 mil infláveis transparentes, em alturas diversas. Cada inflável trazia uma palavra do texto O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro. A partir de caixas de som espalhadas no recinto, o público pôde ouvir, simultaneamente, fragmentos do depoimento de Darcy em diversas vozes representativas da pluralidade do povo brasileiro.

TÍTULO DO PROJETO

Arquivo Geral – 4ª edição

LOCAL

Centro de Artes Helio Oiticica

ENDEREÇO

Rua Luís de Camões, 68 – Centro, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

  • 26/09/2010 – 17/10/2010
  • Entrada Franca

CURADORIA

  • Beatriz Lemos
  • Marisa Flórido

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Amália Giacomini

PRODUÇÃO

  • Camila Goulart
  • Mariana Schincariol de Mello

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

  • Esther Martins
  • Francisco Bressy Junior

COORDENAÇÃO DE MONTAGEM

  • Amélia Giacomini
  • Eduardo Coimbra
  • Rodrigo Fortes

MONTAGEM

Trampolim

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

PROJETO GRÁFICO

Tecnopop

PROJETO DE LUZ

Samuel Betts

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Raquel Silva

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Renato Rezende

Arquivo Geral, uma iniciativa das galerias de arte cariocas, consiste em uma exposição coletiva que acontece a cada dois anos, durante a Bienal de São Paulo, valendo-se da intensa visitação nacional e internacional do evento paulista, da proximidade do Rio de Janeiro com a capital paulistana e do fato de aqui morarem grandes nomes da arte brasileira.

Em sua 4ª edição, Arquivo Geral firma-se no cenário nacional e internacional como mais do que uma mostra: constitui uma ação estratégica que visa recuperar e fortalecer a vocação do Rio de Janeiro como importante polo produtor e difusor de cultura. Tem o intuito de consolidar o revigoramento (em curso nesta última década) do mercado e das instituições ligadas às artes na cidade e refletir sobre a influência das artes visuais na revitalização dos espaços urbanos da cidade, na economia carioca, como também sua importância na constituição das relações sociais e de uma dimensão comum da existência.

TÍTULO DO PROJETO

A Dimensão Gráfica

ARTISTA

Carlos Vergara

LOCAL

MAM-RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

12/11/2009 a 14/03/2010

CONCEPÇÃO

  • George Kornis
  • Carlos Vergara

CURADORIA

George Kornis

ENSAIO CRATICO

Glória Ferreira

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

PESQUISA DOCUMENTAL

Monica Kornis

PESQUISA DE IMAGEM

  • George Kornis
  • Maria Paula Cruvinel

COORDENAÇÃO DA PESQUISA MUSEOLÓGICA

Maria Paula Cruvinel

PESQUISA MUSEOLÓGICA

  • Ludmila Costa
  • Camila Cardoso
  • Cintia Figueiredo
  • Fabiana Motta
  • Glauce Ferreira
  • Mariana Estelita
  • Kalindi Devi

DESIGN GRÁFICO

Irene Peixoto e Gabriela Horta | Nucleo I

REGISTRO FOTOGRÁFICO E TRATAMENTO DE IMAGEM

Eduardo Masini

ILUMINAÇÃO

Tomas Ribas

GESTÃO

Marisa S. Mello

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

ASSESSORIA JURADICA

Álvaro Piquet Pessoa

MONTAGEM

  • Marcelo Camargo
  • Ana Macedo
  • Thomaz Velho
  • Valter Lano

MONTAGEM DE ILUMINAÇÃO

  • PCSandro Lima
  • Carlos Firmino

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Renato Rezende

LOGÍSTICA

AL Consultancy

ATELIÊ CARLOS VERGARA
COORDENAÇÃO

João Vergara

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Maria Paula Cruvinel

ASSISTENTE DO ARTISTA

Ana Macedo

ESTAGIÁRIA DE MUSEOLOGIA

Ludmila Costa

AUXILIAR DE SERVIAOS GERAIS

Alex André Souza

AGRADECIMENTOS

  • Álvaro Piquet
  • Ana Luiza Varella
  • Carlos Pini
  • Evangelina Seiler
  • Gilberto Chateaubriand
  • Marcos Flaksman

DEDICADA A ROGER E LUCILA WRIGHT E REYNALDO ROELS JR.

Carlos Vergara – A Dimensão gráfica consistiu em uma das mais completas exposições do artista gaúcho no que diz respeito à sua produção gráfica. Monotipias, fotos, desenhos, gravuras, serigrafias, capas de discos e livros e 3Ds apresentaram ao público uma oportunidade rara de acompanhar cinquenta anos da produção de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX.

Realizada entre novembro de 2009 e Março de 2010 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e com curadoria do colecionador George Kornis, a Automatica colaborou para que o artista instalasse uma espécie de ateliê no MAM-RJ para montar sua exposição de dentro da instituição, em diálogo permanente com sua arquitetura.

TÍTULO DO PROJETO

Parece Verdade

ARTISTA

Caio Reisewitz

VISITAÇÃO

  • 12/01/2010 – 07/03/2010
  • Entrada gratuita

LOCAL

CCBB RJ

ENDEREÇO

Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro, RJ

REALIZAÇÃO

Centro Cultural Banco do Brasil

CURADORIA

Fernando Cocchiarale

PROJETO EXPOGRÁFICO

Gerardo Vilaseca

CONCEPÇÃO DO PROJETO

Rejane Cintão

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Débora Monnerat

PRODUÇÃO

  • Bruno Monnerat
  • Mariana Schincariol Mello

DESIGN GRÁFICO

Carla Zocchio

FOTOGRAFIA

Paulo Jabur

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

ASSESSORIA JURADICA

Álvaro Piquet Pessoa

GESTÃO DO PROJETO

Marisa Mello

ILUMINAÇÃO

Belight

CENOTÉCNICA

Camuflagem

TRANSPORTE DAS OBRAS

A Alternativa

COORDENAÇÃO LOGÍSTICA

AL Consultancy

SEGURO

Allianz

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Stephen Berg

ACOMPANHAMENTO GRÁFICO

Elaine Beluco

AGRADECIMENTO

Luciana Brito Galeria

Durante janeiro e Março de 2010, ocorreu no CCBB do Rio de Janeiro a mostra Parece Verdade, trazendo para o público carioca uma série de trabalhos recentes do fotógrafo paulista Caio Reisewitz. A EXPOSIÇÃO foi composta de fotos do acervo do artista e fotos inéditas, retiradas de acervos particulares.

Com curadoria de Fernando Cocchiarale, foram exibidas 27 fotos de grandes formatos, acrescidas de quinze imagens de formatos menores agrupadas em conjuntos como paisagens de diversas regiões, cenas de interiores de edifícios públicos de diferentes épocas e algumas imagens de rostos e de registro da presença humana.

TÍTULO DO PROJETO

Iole de Freitas

LOCAL

Casa França-Brasil

ENDEREÇO

Visconde de Itaboraí, 78, Centro, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

24/10/2009 a 28/02/2010

DIRETORA

Evangelina Seiler

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

PRODUÇÃO

  • Arthur Moura
  • Débora Monnerat
  • Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO

Marisa S. Mello

DESIGN GRÁFICO

Rara Dias | Zot Design

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Ana Ligia Petrone e Waleska Lima | Meio e Imagem

FOTOGRAFIA

Sergio Araújo

ASSESSORIA JURIDICA

Álvaro Piquet Pessoa

CONSULTORIA PARA CÁLCULOS ESTRUTURAIS

Geraldo Filisola (Diretor Técnico) | Cerne Engenharia e Projetos Ltda.

ASSISTENTE DA ARTISTA

Anisvaldo Florindo Rodrigues

MONTAGEM DA OBRA

  • Emilson Gomes da Silva/Keep Marine
  • Felipe Medeiros da Silva
  • João Francisco dos Santos

ASSISTENTES DE MONTAGEM

  • Marco Aurélio Abreu da Silva
  • Anderson Antunes de Abreu
  • Douglas dos Santos Costa

ILUMINAÇÃO

Samuel Betts | Belight

PRODUÇÃO GRÁFICA

Sidnei Balbino

PINTURA

Fernando Caetano

MONTAGEM DOS ANDAIMES

Macanotubo Estruturas Industriais Ltda.

AGRADECIMENTOS
SUPERINTENDENTE REGIONAL DO IPHAN

Carlos Fernando Sousa Leão de Andréde

ARQUITETO SUPERINTENDENTE DO IPHAN

Luis Augusto Pinho

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
GOVERNADOR

Sérgio Cabral Filho

VICE GOVERNADOR

Luiz Fernando de Souza Pezão

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA

Adriana Scorzelli Rattes

SUBSECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA

Olga Campista

SUPERINTENDENTE DE ARTES

Eva Doris Rosenthal

Com o nome da artista intitulando a EXPOSIÇÃO, Iole de Freitas participou em outubro de 2009 (ficando em cartaz até fevereiro de 2010) da nova fase da Casa França-Brasil, após longo tempo em obras e reinauguração em abril do mesmo ano. Localizada no Centro do Rio de Janeiro, a EXPOSIÇÃO de Iole propôs uma ocupação inovadora da ambiância clássica da casa e seu imponente espaço.

O trabalho apresentado consiste em uma instalação a um sistema de linhas realizadas em tubos de aço que sustentam placas de policarbonato retorcidas e transparentes a que conduz o espectador a experimentar uma nova relação com o espaço. Nessa sobreposição de linhas e planos, a obra da artista e a arquitetura do prédio fundem-se em um movimento próprio, refletido por nuances de luz e tensões.

TÍTULO DO PROJETO

A Imagem do Brasil no Tempo da Segunda Guerra

REALIZAÇÃO

Centro Cultural da Justiça Eleitoral

COORDENAÇÃO GERAL

Fundação Padre Anchieta

LOCAL

Centro Cultural da Justiça Eleitoral

ENDEREÇO

Rua Primeiro de Março, 42, Centro, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

  • 1/12/2009 a 31/01/2010
  • A Entrada gratuita

Curadoria

  • Jair de Souza
  • Maurício Lissovsky

PROJETO EXPOGRÁFICO

Jair de Souza

DESIGN GRÁFICO E AMBIENTAÇÃO VISUAL

  • Jair de Souza Design
  • Jair de Souza
  • Rita Sepulveda
  • Ana Carolina Montenegro
  • Dan Fervin
  • Guilherme Portela

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Débora Monnerat | Automatica

PRODUÇÃO

  • Camila Gooulart | Jair de Souza Design
  • Bruno Monnerat | Automatica

PROJETO EXECUTIVO DE ARQUITETURA

Nathália Mussi

EDIÇÃO DE VADEOS

Célia Freitas

PESQUISA

  • Elizabeth Passi de Moraes
  • Leila Melo

SONOPLASTIA

Alexandre Pereira

TEXTOS

  • Maurício Lissovsky
  • Jair de Souza

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

ASSESSORIA DE IMPRENSA

BelAm Com

MULTIMADIA

Belight

CENOTÉCNICA

H.O Silva Produções e Eventos

ADMINISTRAÇÃO

  • Jair de Souza Design
  • Consuelo Ribeiro
  • João Barboza

Com curadoria de Jair de Souza e Maurício Lissovsky, a exposição A Imagem do Brasil no Tempo da Segunda Guerra ocorreu entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010 no Centro Cultural da Justiça Eleitoral, Rio de Janeiro. Seu objetivo foi apresentar um panorama multimídia da participação do Brasil no grande conflito mundial do século XX.

A montagem foi planejada a partir do contraste entre três registros imagéticos sobre o período: as fotos oficiais feitas pelo próprio Estado Novo sob as diretrizes de Getúlio Vargas, as fotos descontraídas feitas pela revista Life de acordo com a perspectiva oficial norte-americana de integração do Brasil no bloco dos aliados e, por fim, o contraponto popular apresentado pelas caricaturas de Nássara e J. Carlos.

TÍTULO DO PROJETO

Glaziou e os Jardins Sinuosos

LOCAL

Jardim Botânico do Rio de Janeiro

ENDEREÇO

Rua Jardim Botânico, 920, Rio de Janeiro, RJ

Presidência da república

Luiz Inácio Lula da Silva

MINISTRO DO MEIO AMBIENTE

Carlos Minc

Jardim Botânico DO RIO DE JANEIRO
PRESIDENTE

Liszt Vieira

DIRETOR DE GESTÃO

Renato Cader da Silva

DIRETOR DE PESQUISA CIENTÍFICA

Marli Pires Morim

DIRETOR DE AMBIENTE E TECNOLOGIA

Guido Gelli

DIRETOR DA ESCOLA NACIONAL DE BOTÂNICA TROPICAL

Gilberto Amado Filho

EXPOSIÇÃO
EDIÇÃO E PROJETO

Anna Paula Martins

CONSULTORIA CIENTÍFICA

Jean-Yves MArian

ARQUITETURA

Israel Nunes

DIREÇÃO DE MONTAGEM

Zilda Moschkovich

PROJEÇÕES

Joana Ventura e João Bonelli

ASSISTENTE DE PROJEÇÕES

Daniel Gnattali

TRILHA SONORA

Lucas Santtana

DESIGN GRÁFICO

Luiza Marcier e Carolina Vaz

ASSISTENTE DE DESIGN GRÁFICO

Juliana Montenegro

FOTO DA CAPA

Anna Paula Martins

ASSISTENTE DE EDIÇÃO

Juliana Wëner

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

PRODUÇÃO

  • Bebel Kastrup
  • Bruno Monnerat
  • Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO

Marisa S. Mello

MAQUETE

Flavio Papi

ILUMINAÇÃO

Belight Molduras Arts Glatt

CENOTÉCNICO

Humberto Silva Jr.

CALIGRAFIA

Maria Alice de Rezende

APLICAÇÃO DE STENCIL

Julia Ribas

LAMBE-LAMBE

Baranda

COSTUREIRA

Sônia Regina Martins

ESTOFADOR

Carlos Botelho

TRADUÇÕES

  • André Telles (Auguste Glaziou e seus mestres franceses em Bordeaux e Tijuca: a floresta obra de arte do Rio de Janeiro)
  • Jean-Yves Mérian (Plantae Brasiliae centralis a Glaziou lectae)

VERSÕES

Janine Houard

REVISÃO

Duas Águas Editoração e Consultoria

GRÁFICA

Alex Sanches Lima | Abegraph

LOGÍSTICA

Ana Lacerda | Al Consultancy

SEGURO

JosA Rodrigo Octavio | JMS Adm. e Corretagem

TEXTOS

  • Alda Heizer
  • Auguste Glaziou
  • Auguste Saint-Hilaire
  • Isabelle Guillauic
  • Jean-Yves MArian
  • Jean Pierre Beriac
  • Maria Anita Fraga Souza

ACERVO

  • Biblioteca Barbosa Rodrigues/JBRJ
  • Fundação Biblioteca Nacional
  • Fundação Parques e Jardins
  • Instituto Moreira Salles
  • Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
  • Museu Nacional/UFRJ
  • Muséum National daHistoire Naturelle
  • The Natural History Museum
  • Luiz Aquila da Rocha Miranda

APOIO

  • Consulado Geral da FranAa no Rio de Janeiro
  • Universidade Rennes 2 Haute Bretagne

Com a intenção de aproximar o público brasileiro A obra do paisagista francês Auguste François Marie Glaziou (1833-1906), a curadora Anna Paula Martins realizou no Jardim Botânico entre novembro de 2009 e janeiro de 2010 a EXPOSIÇÃO Glaziou e os Jardins Sinuosos. Com PRODUÇÃO da Automatica, foi exibida, a partir de uma série de suportes e intervenções gráficas no espaço expositivo, a farta documentação original da obra de Glaziou.

Nesta EXPOSIÇÃO, foram apresentados pela primeira vez imagens e projetos relativos ao papel decisivo que o paisagista teve na formação urbana do Rio de Janeiro do século XIX. A EXPOSIÇÃO contou com uma grande equipe de profissionais participando da montagem, incluindo PROJEÇÕES e trilha sonora original.