TÍTULO DO PROJETO

Restraint – Práticas artísticas com novas mídias no Peru e no Brasil

ARTISTAS

  • Amilcar Packer (Chile)
  • Lucas Bambozzi (Brasil)
  • Gabriel Acevedo Velarde (Peru)
  • Nicole Frenchy (Peru)
  • Leandro Lima e Gisela Motta (Brasil)
  • José Carlos Martinat (Peru)
  • Rodrigo Matheus (Peru)
  • Rolando Sanchez (Peru)

LOCAL

SESC Pinheiros

ENDEREÇO

Rua Paes Leme, 195, São Paulo, SP

VISITAÇÃO

  • 18/11/2010 – 16/01/2011
  • Entrada Franca

CURADORIA

  • Julie Bélisle (Canadá)
  • Kiki Mazzucchelli (Brasil)
  • Miguel Zegarra (Peru)

PRODUÇÃO

Groupe Molior

COPRODUÇÃO

Automatica

O projeto Restraint foi uma coprodução da Automatica com a produtora canadense Group Molior. O objetivo do projeto foi investigar o que há em comum entre os contextos artísticos brasileiros e peruanos e, por meio da conjuntura de seus aspectos culturais, sociais e políticos, analisar a produção de arte contemporânea.

O foco da exposição foi a virtualidade e a utilização de novas tecnologias de multimídia aplicadas a experimentações e práticas performáticas. Por essa razão, foi reunida uma nova geração de artistas que incorporaram esses novos artifícios e que estão diretamente envolvidos nessa nova dinâmica de fazer arte, marcada pela desordem da globalização e pelo engajamento político. Nesse caso, a escolha por novas mídias seria uma forma de autoafirmação e resistência desses artistas aos estereótipos e ao fato de que eles continuam, em grande parte, inacessíveis, mas inseridos em um cenário cultural de vertiginoso crescimento.

TÍTULO DO PROJETO

O Sonho de Darcy

ARTISTA

Jum Nakao

LOCAL

MAM-RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

18/11/2010 – 2/12/2010

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Ana Hupe

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

  • Caroline Valansi
  • Luisa Hardman

MONTAGEM

  • Trampolim
  • Daniel Toledo
  • Débora Mazloum
  • Maíra das Neves

TEXTO CRÍTICO

Roberto CorrA?a dos Santos

TRADUÇÃO

Paul Webb

PROGRAMAÇÃO VISUAL

Cecilia Lucchesi

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A

DOCUMENTAÇÃO DE VIDEO

Anna Penteado

DESENHO DE SOM

Paulo Beto

EQUIPAMENTOS DE ÁUDIO

  • Felipe Messina
  • Julio Lobato

ILUMINAÇÃO

Tomas Ribas

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO

PC

Montada no piloti do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) durante a primeira semana de dezembro de 2010, a instalação O Sonho de Darcy é uma homenagem do artista paulista Jum Nakao ao antropólogo, pensador e professor Darcy Ribeiro. A obra integrou a série de eventos Brasilidade, promovida pelo Ministério da Cultura (MinC).
O trabalho consistiu em uma rede de pesca suspensa do teto do piloti do MAM até próximo ao chão, contendo 9 mil infláveis transparentes, em alturas diversas. Cada inflável trazia uma palavra do texto O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro. A partir de caixas de som espalhadas no recinto, o público pôde ouvir, simultaneamente, fragmentos do depoimento de Darcy em diversas vozes representativas da pluralidade do povo brasileiro.

TÍTULO DO PROJETO

Arquivo Geral – 4ª edição

LOCAL

Centro de Artes Helio Oiticica

ENDEREÇO

Rua Luís de Camões, 68 – Centro, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

  • 26/09/2010 – 17/10/2010
  • Entrada Franca

CURADORIA

  • Beatriz Lemos
  • Marisa Flórido

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Amália Giacomini

PRODUÇÃO

  • Camila Goulart
  • Mariana Schincariol de Mello

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

  • Esther Martins
  • Francisco Bressy Junior

COORDENAÇÃO DE MONTAGEM

  • Amélia Giacomini
  • Eduardo Coimbra
  • Rodrigo Fortes

MONTAGEM

Trampolim

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

PROJETO GRÁFICO

Tecnopop

PROJETO DE LUZ

Samuel Betts

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Raquel Silva

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Renato Rezende

Arquivo Geral, uma iniciativa das galerias de arte cariocas, consiste em uma exposição coletiva que acontece a cada dois anos, durante a Bienal de São Paulo, valendo-se da intensa visitação nacional e internacional do evento paulista, da proximidade do Rio de Janeiro com a capital paulistana e do fato de aqui morarem grandes nomes da arte brasileira.

Em sua 4ª edição, Arquivo Geral firma-se no cenário nacional e internacional como mais do que uma mostra: constitui uma ação estratégica que visa recuperar e fortalecer a vocação do Rio de Janeiro como importante polo produtor e difusor de cultura. Tem o intuito de consolidar o revigoramento (em curso nesta última década) do mercado e das instituições ligadas às artes na cidade e refletir sobre a influência das artes visuais na revitalização dos espaços urbanos da cidade, na economia carioca, como também sua importância na constituição das relações sociais e de uma dimensão comum da existência.

Título do projeto

Qualiá

Local

Centro Cultural Oi Futuro

Endereço

Dois de dezembro, 63. Flamengo – RJ

Visitação

14/09/2010 – 17/10/2010

Curadoria, ensaio e coordenação editorial

Paulo Herkenhoff

Textos críticos

Arlindo Ribeiro Machado Neto e Glória Ferreira

Produção

Automatica

Coordenação Geral

Simone Michelin

Coordenação de produção

Luiza Mello

Produção

Mariana Schincariol de Mello

Design gráfico

48 Creative: Coral Michelin

Arquitetura

Bernard Heimburger

Música

Aquiles Pantaleão

Modelagem 3D

Jean-Marc Billard

Estrutura cinética

PRV Tech

Assessoria de imprensa

CW&A

Revisão

Maria Helena Torres

Tradução

Renato Rezende

Gestão do Projeto

Marisa S. Mello

Assistente da artista

Camilla Dias

Multimídia

Belight

Cenotécnica

Camuflagem

Agradecimentos

Aquiles Pantaleão

Atelier na Gloria

Qualiá, obra inédita da artista Simone Michelin, feita especialmente para essa exposição, comemora os 30 anos de trajetória da artista, reafirmando seu interesse em revelar a trama complexa de relações interdependentes, na investigação sobre a construção da realidade e no nosso papel, enquanto indivíduos e sociedade, nesse processo.

O trabalho está dividido em dois espaços. No primeiro, uma estrutura de acrílico transparente abriga, em cima de uma esteira rolante feita em látex (borracha natural), três canhões de laser. A máquina funciona acionada por parâmetros que regulam a incidência do laser que vai imprimindo marcas diferenciadas na superfície da esteira, que se movimenta. Os parâmetros escolhidos pela artista estão divididos em três categorias de estatísticas. A primeira dá conta do número de homicídios e autos de resistência (quando a polícia é obrigada a atirar mediante a reação do suspeito) na cidade do Rio de Janeiro nos últimos sete anos; a segunda, da quantidade de entorpecentes que circula na fronteira Brasil-Bolíva, bem como na cidade do Rio de Janeiro; e a terceira, da lavagem de dinheiro que dá suporte a atividades clandestinas ao mesmo tempo em que participa do movimento do sistema financeiro. Os dados foram obtidos por Simone Michelin em pesquisas publicadas pelo CNPq, UNESCO, e disponíveis na Internet.

Três mostradores digitais, colocados na parede próxima à máquina, conterão os microprocessadores que acionarão os canhões de laser e indicarão para o público quais dos três parâmetros estão sendo gravados na esteira, naquele momento. A esteira rodará lentamente, e, ao receber a luz do laser, ficará marcada, como uma pele. “A história deixa um registro, uma marca, uma memória. A marca gravada no látex é como uma violência”, observa a artista.

Na sala ao lado está uma videoinstalação utilizando a tecnologia 3D (vídeo estereoscópico). Em um ambiente escuro, propício à imersão, serão projetados dois vídeos, em paredes opostas, com imagens de moléculas de substâncias entorpecentes, como o THC (encontrada na maconha), cocaína e ecstasy. As paredes laterais serão espelhadas, multiplicando as imagens projetadas, e causando um efeito hipnótico. O público receberá, à entrada, óculos especiais para a visão em 3D, devidamente higienizados, e poderá se sentar em bolas de borracha, como as usadas em salas de Pilates, e que se assemelham às partes das moléculas exibidas nas paredes. As imagens das moléculas são geométricas e abstratas, provocando uma reflexão sobre sua beleza e o universo que envolve as drogas.

“Nesse trabalho o risco está muito presente. Primeiro por conta do tipo de informação com a qual estou lidando. Não quero fazer juízo de valor e nem ser moralista. Depois, na busca de entender essa tecnologia que estou usando, e conseguir com ela produzir uma experiência intensa”, explica Simone Michelin.

Os dois ambientes terão trilha sonora assinada pelo premiado músico Aquiles Pantaleão, radicado em Londres, que em 1990 trabalhou com Simone Michelin.

O título Qualia, do universo da Filosofia, se refere a uma categoria de problemas para os quais ainda não se tem solução ou que não se tem como comprovar que existem de fato ou não. É usado pela artista como uma metáfora potente que aponta para “grandes problemas” de duas ordens: uma interior, subjetiva, da ordem da experiência pessoal; outra exterior, concreta, da ordem da experiência coletiva, do comportamento social.

Título do projeto

Revídeo – Lenora de Barros

Local

Centro Cultural Oi Futuro

Endereço

Rua Dois de Dezembro, 63. Flamengo, Rio de Janeiro

Visitação

14/09/10 – 17/10/10

Entrada franca

Curadoria

Alberto Saraiva

Coordenação Geral

Luiza Mello

Produção

Mariana Schincariol de Mello

Design Gráfico

João Doria

Revisão e Padronização

Duda Costa

Tradução de texto

Renato Rezende

Multimídia

Belight

Cenotécnica

Camuflagem

Assessoria de Imprensa

CW&A

Gestão do Projeto

Marisa S. Mello

Agradecimentos

  1. André Millan
  2. Cid Campos
  3. Luciano Mariussi
  4. Marcos Ribeiro
  5. Hilton Raw
  6. Paloma Bosquê
  7. Marcos Augusto Gonçalves
  8. Ruy Teixeira
  9. Raimo Benedetti
  10. Walter Silveira

Revídeo, que pela primeira vez reúne todas as videoperformances da artista paulistana Lenora de Barros. A mostra tem caráter retrospectivo, abrangendo um arco temporal de mais de 25 anos, com trabalhos feitos desde 1984.

O formato retrospectivo da mostra “Revídeo” só é possível e se adequa a uma instituição. Estou feliz com a possibilidade de mostrá-los no seu conjunto, a convite do Alberto Saraiva, curador geral do projeto, através da Oi Futuro do Rio de Janeiro”, conta Lenora de Barros, que desde 2006, quando apresentou a exposição “Não quero nem ver”, no Paço Imperial, não faz uma exposição individual no Rio de Janeiro.

O conjunto de trabalhos reunidos em “Revídeo”, aponta para pontos de interesse da artista ao longo dos anos. O humor é uma característica quase constante em sua produção. “Me interessa aquilo que surpreende pelo inusitado. Situações inusitadas e certo ‘humor patético’, ironia, paradoxos ou situações paradoxais”, conta Lenora de Barros. Os trabalhos sonoros, que tomam como ponto de partida a palavra escrita ou falada, também perpassam a produção da artista. Em 1994 ela fez sua primeira instalação sonora na exposição “Arte Cidade”, e desde então vem aprofundando e explorando essa dimensão da linguagem.

O termo revídeo remete à ideia de rever, ver novamente. O prefixo “re” implica “retrospecto”, “retrovisão”, repetição, “redizer” algo. Indica uma ação retroativa, remete ainda à intensificação da ação, reforço de uma ação (ver/rever). Tem também um pouco do sentido de “reinterar” algo, fazer de novo, e assim, também de algum modo renovar. Nesse sentido, a exposição “Revídeo”, além de reapresentar trabalhos antigos, reforçando interesses e questões recorrentes ao longo do tempo, também aponta para novos caminhos na produção da artista.

Título do Projeto

Museu É o Mundo

Locais

Paço Imperial

Casa França-Brasil

Endereço

Praça Quinze de Novembro, 48 – Centro, Rio de Janeiro

Visc. de Itaboraí, 78 – Centro, Rio de Janeiro

Visitação

11/09/2010 – 21/11/2010

Parceria Estratégica

Ministério da Cultura

Patrocínio

Petrobras

Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro

Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro

Projeto

Itaú Cultural

Projeto HO

Curadoria

Cesar Oiticica Filho

Fernando Cocchiarale

Projeto Expográfico

César Oiticica

Produção

Automatica

Coordenação Geral

Luiza Mello

Marisa Mello

Coordenação de Produção

Débora Monnerat

Consultoria para Curadoria

Cecília Ribeiro

Assistente de Curadoria

Anita Goes

Produção

Bruno Monnerat

Camila Goulart

Coordenação programa educativo

Luiz Guilherme Vergara

Design Visual

Sônia Barreto

Assessoria de Imprensa

CW&A Comunicação

Assessoria Juridica

Álvaro Piquet Pessoa

Assistente de Produção

Esther Martins

Gestão do Projeto

Marisa Mello

Auxiliar Administrativo

Carolina Lima

Equipe de Montagem

Trampolim

Seguro

Allianz

Revisão de Texto

Duda Costa

Versão Português-Inglês

Renato Rezende

Acompanhamento Gráfico

Sidnei Balbino

Iluminação

Belight

Cenotécnica

HO Produções e Eventos

Transporte das obras

Millenium Transportes e Logística

Assessoria de Imprensa

Felipe Maciel [Factual]

Edição de Vídeos

Bruno Prada

Cenografia

Camuflagem

Equipamentos

On Projeções

“Hélio Oiticica – Museu é o Mundo”, a maior retrospectiva já realizada sobre o artista, com cerca de 90 obras, mais filmes, fotografias e documentos. Com curadoria de Cesar Oiticica Filho e Fernando Cocchiarale, a mostra cobrirá todos os períodos da produção do artista, um dos mais pesquisados e exibidos, mundo afora, dentre os nomes brasileiros.

A Petrobras, o Ministério da Cultura, o Paço Imperial – Centro Cultural do IPHAN/ MinC, a Casa França-Brasil e a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro apresentam a exposição “Hélio Oiticica – Museu é o Mundo”, a maior retrospectiva já realizada sobre o artista, com cerca de 90 obras, mais filmes, fotografias e documentos. Com curadoria de Cesar Oiticica Filho e Fernando Cocchiarale, a mostra cobrirá todos os períodos da produção do artista, um dos mais pesquisados e exibidos, mundo afora, dentre os nomes brasileiros. A mostra é uma itinerância ampliada da realizada em março no Itaú Cultural, em São Paulo. O patrocínio da mostra é da Petrobras, da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Secretaria de Estado de Cultura. O Ministério da Cultura, que vem apoiando o Projeto Helio Oiticica, é parceiro estratégico da mostra retrospectiva.

Ancorada no Paço Imperial e na Casa França-Brasil, a exposição abrangerá ainda obras monumentais de Helio Oiticica [1937-1980] instaladas em espaços públicos do Centro, Zona Sul e Zona Norte do Rio: Praças XV e do Lido, Aterro do Flamengo, área externa do MAM, Centro Cultural Cartola (Mangueira) e estação Central do Brasil.

Dessas obras monumentais, estão quatro raríssimos penetráveis, que não foram vistos por ocasião da exibição realizada em São Paulo, de março a maio deste ano, no Itaú Cultural e em outros pontos da capital paulistana. São eles: “PN 16” (ou “PN Nada”), nunca realizado em tamanho natural, concebido em 1971 para a Praça da República, em São Paulo, e que ficará na Praça XV; “Éden”, um conjunto de vários ambientes que estará na Casa França-Brasil, e integrou a primeira exposição do artista em Londres, na White Chapel, em 1969; “Mesa de Bilhar – Apropriação d’après O Café Noturno de Van Gogh”, que ficará na Central do Brasil, nunca mostrada desde que foi criada, em 1966; e “Bólide Área Água”, na Praça do Lido, não visto desde que foi feito, em 1970.

O penetrável “PN28 – Nas quebradas”, de 1979, ficará no Centro Cultural Cartola, na Mangueira; e “A Invenção da luz”, de 1978/80, ficará no Aterro do Flamengo. No MAM Rio, próximo à passarela de acesso, estará o penetrável “PN14 – Map”, de 1971. Em cada um dos pontos onde estarão as obras, haverá uma sinalização com o circuito completo da exposição na cidade. “A ideia é que cada obra do Hélio sirva de porta de entrada para o universo do artista”, ressalta César Oiticica Filho, que também é curador do Projeto Hélio Oiticica.

A ocupação de vários espaços no Rio evoca, ainda, uma característica do artista, que desde menino dizia que precisava andar para pensar, para perceber o mundo à sua volta e organizar as ideias. “Ele desenhava as rotas de todos os ônibus”, diz César Oiticica Filho. Já adulto, costumava fazer longas caminhadas, no que ironicamente chamava de “Delirium Ambulatório”, para relacionar à agitação motora de alguns pacientes psiquiátricos.

“A exposição tem como objetivo quebrar fronteiras, não só as paredes do museu, mas também ampliar a área de alcance da arte para grandes instalações na rua. Além da exposição, serão construídos cinco penetráveis espalhados pela cidade do Rio de Janeiro, que funcionarão como locais para performances e proposições de HO e de outros artistas”, afirmam os dois curadores. César Oiticica Filho lembra ainda que no final de sua vida, Hélio Oiticica “não se considerava mais um artista, mas um propositor que instigava o artista que existia em cada pessoa”.

Haverá ainda publicação de um catálogo e um amplo programa educativo, coordenado por Luiz Guilherme Vergara. As obras que estarão em espaço público serão acompanhadas por monitores, nos horários abertos à visitação, e, depois disso, fiscalizadas por seguranças contratados pela exposição.

PAÇO IMPERIAL

No Paço Imperial, a mostra ocupará todo o primeiro andar, onde estarão os “metaesquemas” [séries de desenhos, como “Grupo Frente”, “Pré-neoconcreto”, dentre outros]; os “relevos espaciais”; os penetráveis “PN1” (1960), “Tropicália [PN2 “A Pureza é um mito” e PN3 “Imagético”], de 1967; “bólides”, “parangolés”, “Cosmococas”, vitrines com documentos, como o Manifesto Neoconcreto, e os filmes [“PHOne”, 1974, “Invenção da Cor”, 2009; “Invention of Color”, 2009; e trecho do filme “H.O Supra-sensorial: a obra de Hélio Oiticica”; HO”, 1979 (direção: Ivan Cardoso). No pátio interno, ficará o penetrável “Macaléia”, de 1978. Na abertura do seminário, em outubro, será apresentado Guerra e Paz “Apocalipse”, 1968.

CASA FRANÇA-BRASIL

A Casa França-Brasil abrigará os penetráveis “Éden” e “Gal”, ambos de 1969, PN27 “Rijanviera” (1979); o parangolé “Capa Feita no Corpo” (1968), e os filmes “Agripina É Roma Manhattan” (1972), e “Brasil Jorge” (1972). Haverá ainda documentação sobre as obras expostas na instituição. No dia da abertura, o artista David Medalla fará uma performance e haverá uma homenagem da Mangueira a Helio Oiticica.

Nos dias 27 e 28 de outubro será realizado no Paço Imperial o seminário Hélio Oiticica – Museu é o mundo, com entrada franca. Organizado por Felipe Scovino, terá a participação de Andreas Valentin, Fernando Cocchiarale, César Oiticica Filho, Frederico Coelho, Sérgio Martins, Tania Rivera, Beatriz Scigliano, Paula Braga e Katia Maciel.

Título do projeto

A Soma dos dias

Local

Pinacoteca do Estado de São Paulo

Endereço

Praça da Luz, 2

São Paulo

Visitação

31/07/2010 – 07/11/2010

Artista

Carlito Carvalhosa

Música

Philip Glass

Produção

Automatica

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Produção

Bruno Monnerat

Projeto expográfico

Carolina Veiga

Modelo 3D

Daniel Wagner

Confecção da peça

Carolina Lyra

Carolina Hermeto

Montagem do Protótipo

Galpão Aplauso Rio de Janeiro

Clayton Peçanha Teixeira

Daniel da Silva Paulino

Pedro Henrique dos Anjos Frazão

Apoio montagem Pinacoteca

André Aguillar

Ivan Peter

Áudio

Fusion Áudio

Consultoria em áudio

João Milet Meirlles

Assessoria jurídica

Álvaro Piquet Pessoa

Elétrica e iluminação

Isaías Rufino de Souza

Músicos

Santa Marcelina Organização Social de Cultura

Tom Jobim EMESP

Coordenação

Sergio Kafejian

Violino Solo

Mizael José da Silva Junior

Professor

Gustavo Barbosa Lima

Duo de Flauta

Henrique Augusto Amado

Julia Donley

Professor

Gustavo Barbosa Lima

Quarteto de cordas

William Wanderlan Rebouças Guimarães

Joede Rodrigue dos Santos

Wellington Rebouças Guimarãoes

Ana Carolina Rebouças Guimarães

Professor

Henrique Muller

Piano Solo

Grasiela Prado

Professor

Milton Vito

Saxofone solo

Luciano Froes

Professor

Milton Vito

Agradecimentos

Alessandra Marder

Cecilia Carvalhosa

Lorenzo Mammi

Mari Stockler

Maria Carvalhosa

Mirna Aragão

Paulo Vivacqua

Paulo Zuben

Rebecca Litman

Rita Wainer

Stokes Howell

Terâ Queiroz

A obra A Soma dos dias, de Carlito Carvalhosa é composta por grandes espirais de tecido branco (14 x 14m) que preenchem todo o espaço central do museu. O trabalho conta com a colaboração do compositor americano Philip Glass, que propôs uma trilha sonora para o projeto de Carvalhosa, a partir de composições suas realizadas entre 1969 e 2009.

A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta a instalação, A soma dos dias de Carlito Carvalhosa. O trabalho é composto por fitas de alumínio que sustentam grandes pedaços de tecidos (14 x 14m) e que envolvem todo o espaço central do Museu. Para completar, alunos da Escola de Música de São Paulo – Tom Jobim executarão obras do compositor americano Phillip Glass realizadas entre 1969 e 2009. As apresentações ocorrem uma vez por semana, e aos sábados a cada 15 dias, a programação inclui Eight Tunes for Piano, Music in the Shape of a Square, Two Pages, Melodies for Saxophone, Strung Out, String Quartets # 2, 3, 4, 5, Another Look at Harmony. Esta é a terceira exposição do Projeto Octógono em 2010, com curadoria de Ivo Mesquita, curador chefe da Pinacoteca do Estado.

Esta instalação foi desenvolvida especialmente para o Projeto Octógono Arte Contemporânea. O título da obra, A soma dos dias, faz referência aos sons que serão captados e reproduzidos diariamente por alto falantes instalados no espaço. Segundo Ivo Mesquita, “O projeto de Carvalhosa cria um labirinto branco e perturbador, que oferece uma experiência de opacidade e quase cegueira, ao mesmo tempo em que envolve o expectador pelo som, que discretamente reverbera pelas paredes no interior do museu. Visão e audição são os sentidos postos em questão ou ativados pelo trabalho”. Esta exposição tem o patrocinio do banco Santander.

Título do projeto

MENAS. o certo do errado. o errado do certo.

Local

Museu da Língua Portuguesa

Endereço

Parque da Luz, s/n, Centro, São Paulo

Visitação

16 de março – 27 de junho de 2010

Governo do Estado de São Paulo

Governador

José Serra

Vice Governador

Alberto Goldman

Secretário de Estado da Cultura

João Sayad

Secretário Adjunto

Ronaldo Bianchi

Chefe de Gabinete

Sergio Tiezzi

Coordenadora da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico

Claudinéli Moreira Ramos

POIESIS – Organização Social de Cultura

Diretor executivo

Frederico Barbosa

Diretor Financeiro

Jacques Kann

Museu da Língua Portuguesa

Diretor

Antonio Carlos de Moraes Sartini

Coordenadora do Núcleo Educativo

Marina Sartori de Toledo

Consultor

Ataliba T. de Castilho

Exposição MENAS

Idéia original

João Sayad

Curadoria

Ataliba T. de Castilho

Eduardo Calbucci

Consultoria Técnica

Rodolfo Ilari

Coordenação geral

Tecnopop

Concepção

André Stolarski

Coordenação

Luis Marcelo Mendes

Design Visual

Tecnopop

Design

Clara Meliande

Alexsandro Souza

Assistência de design

Juliana Yue

Isabel Bahiana

Videografismo

Marcelo Pereira

Paula Naman

Produção

Automatica

Coordenação

Luiza Mello

Produção

Bruno Monerrat

Mariana Schincariol Mello

Marisa S. Mello

Expografia

Artifício Arquitetura e Exposições

Coordenação

Flavia D’Amico

Vasco Caldeira

Arquiteta

Ana Lúcia F. Bortoletto

Paulo Ayres

Assistente de Projeto

Juliana Silveira

Assistente de produção

Valquiria Reducino

Iluminação

Lighting design

Fernanda Carvalho

Assistente

Isabel Villares

Video

Norma, a Camaleoa

Jobi Filmes

Atriz

Alessandra Colasanti

Direção

Fabiano Maciel

Direção e direção de arte

André Weller

Produção

Nuno Godolphim

Roteiro

Bebeto Abrantes

Maíra Fernades de Melo

Fotografia

Isabel Fernandes

Edição

Guga Gordilho

Trilha sonora

Leandro Fiskal

Jogo do Certo e do Errado

Tecnopop

Design

Clara Meliande

Programação

Silvia Cunha

Programação

Claudio Pires

Sonorização

Estúdio Zut!

Matthieu Rougé

Cacá Machado

Ivan Garro

Assessoria de Comunicação

Poiesis

Dirceu Rodrigues

Jaina Carvalho

Juliana Dias

Carla Nastari

Assessoria jurídica

Debs Consultoria Deborah Sztajnberg

Pesquisa de objetos

Jorge Pinheiro

Cenotécnica

Artos

Elástica (Óculos)

Metro Cenografia (Biblioteca de Babel)

Modelo 3D (Óculos) Plano Motor

Gabriel Azevedo Farias

Impressões

Water Vision

Equipamentos de audio e vídeo

Tela Mágica

Equipamentos de informática

Videotek

Equipamentos de iluminação

Santa Luz

Eletricista

J.A. Elétrica

Agradecimentos

Ana Helena Curti

André Lima

Daniela Silva

Manuel Costa Pinto

Nuno Ramos

Paulo Lins

Suzana Salles

Marcelo Mattos Araújo

Guarda Civil Metropolitana

Polícia Militar do Estado de São Paulo

CPTM – funcionários da Estação da Luz

Funcionários da Secretaria de Estado da Cultura

Funcionários da POIESIS

Pedro Mendes da Rocha

Gurpo Editorial Musical Arlequim

Dueto Edições Musicais

Editora Mangione, Filhos e Cia ltda.

Gege Edições Musicais Ltda

Agência Riff

ADDAF

Editora Dubas

Editora Miramar – Velas

Editora GLOBO

Editora HIP HOP BRASIL

Editora ROCCO

Natasha Records

Kabuki Produções

Warner Chappell

Luiz Tatit

Genival Oliveira Gonçalves

Gilberto Gil

Caetano Veloso

Capinam

SBAT

Roger Rocha Moreira

Zé Ramalho

Rogério Duprat

Chico César

Ferreira dos Santos

Padeirinho

Benedito Lacerda

Humberto Porto

Alberto Ribeiro

Oswaldo Pereira

Sidon Silva

Mario Moura

Celso Alvim

A. Ferrari

Pedro Luís

Tom Zé

José Miguel Wisnik

Janet de Almeida

Haroldo Barbosa

Ferreira Gullar

Gabriel O Pensador

Arnaldo Antunes

Milton Nascimento

MENAS. o certo do errado. o errado do certo. De acordo com a norma culta do português brasileiro, “menas” é a palavra imprópria, inaquada, incorreta. Ela não consta nos dicionários e tampouco do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

De acordo com a norma culta do português brasileiro, “menas” é palavra imprópria, inadequada, incorreta. Ela não consta dos dicionários e tampouco do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Entretanto, “menas” não se deixou abalar e continua afirmando sua existência. A palavra está nas ruas e na fala de muitos brasileiros. Adquiriu tamanha notoriedade que foi, agora, alçada à categoria de título de exposição no Museu da Língua Portuguesa. Isso porque MENAS, a exposição, defende a ideia de que há mais maneiras de analisar a linguagem do que a velha dicotomia do certo ou errado. Queremos mostrar que a linguagem é uma das mais intrigantes habilidades humanas e que essa habilidade está sempre submetida a avaliações e julgamentos.

A verdade é que, no momento de fazer essas avaliações e esses julgamentos, devemos considerar que os usos linguísticos, que os modos de falar e escrever são sempre variados e criativos. Eles mudam com o tempo, pois a língua é dotada de um dinamismo que acompanha as mudanças da própria sociedade. Segmentos sociais perdem prestígio, enquanto outros o adquirem. Com a língua, ocorre fenômeno semelhante, o que afeta diretamente nossa capacidade de julgamento do que estaria certo e do que estaria errado, do que é aceitável e do que não é. Numa sociedade plural e democrática, sempre haverá, de um lado, quem considere que a correção linguística é absoluta e, de outro, aqueles que adotam uma postura de relativismo completo, afastando-se desse tipo de discussão. Entre concordar com cavalheiros cheios de certeza ou com os que acham uma perda de tempo preocupar-se com o “certo” e o “errado”, MENAS tomou outra direção: decidimos expor os visitantes a um conjunto das mais diversas situações linguísticas, convidando-os a tirar suas próprias conclusões.

Entre brincadeiras, reflexões, frases de todo tipo e arte literária, MENAS propõe uma discussão que desafia nossas certezas, diluindo parte das fronteiras entre o culto e o popular. Aproveite então para experimentar uma nova percepção do português brasileiro. MENAS é mais.

TÍTULO DO PROJETO

A Dimensão Gráfica

ARTISTA

Carlos Vergara

LOCAL

MAM-RJ

ENDEREÇO

Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ

VISITAÇÃO

12/11/2009 a 14/03/2010

CONCEPÇÃO

  • George Kornis
  • Carlos Vergara

CURADORIA

George Kornis

ENSAIO CRATICO

Glória Ferreira

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

PESQUISA DOCUMENTAL

Monica Kornis

PESQUISA DE IMAGEM

  • George Kornis
  • Maria Paula Cruvinel

COORDENAÇÃO DA PESQUISA MUSEOLÓGICA

Maria Paula Cruvinel

PESQUISA MUSEOLÓGICA

  • Ludmila Costa
  • Camila Cardoso
  • Cintia Figueiredo
  • Fabiana Motta
  • Glauce Ferreira
  • Mariana Estelita
  • Kalindi Devi

DESIGN GRÁFICO

Irene Peixoto e Gabriela Horta | Nucleo I

REGISTRO FOTOGRÁFICO E TRATAMENTO DE IMAGEM

Eduardo Masini

ILUMINAÇÃO

Tomas Ribas

GESTÃO

Marisa S. Mello

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

ASSESSORIA JURADICA

Álvaro Piquet Pessoa

MONTAGEM

  • Marcelo Camargo
  • Ana Macedo
  • Thomaz Velho
  • Valter Lano

MONTAGEM DE ILUMINAÇÃO

  • PCSandro Lima
  • Carlos Firmino

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Renato Rezende

LOGÍSTICA

AL Consultancy

ATELIÊ CARLOS VERGARA
COORDENAÇÃO

João Vergara

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Maria Paula Cruvinel

ASSISTENTE DO ARTISTA

Ana Macedo

ESTAGIÁRIA DE MUSEOLOGIA

Ludmila Costa

AUXILIAR DE SERVIAOS GERAIS

Alex André Souza

AGRADECIMENTOS

  • Álvaro Piquet
  • Ana Luiza Varella
  • Carlos Pini
  • Evangelina Seiler
  • Gilberto Chateaubriand
  • Marcos Flaksman

DEDICADA A ROGER E LUCILA WRIGHT E REYNALDO ROELS JR.

Carlos Vergara – A Dimensão gráfica consistiu em uma das mais completas exposições do artista gaúcho no que diz respeito à sua produção gráfica. Monotipias, fotos, desenhos, gravuras, serigrafias, capas de discos e livros e 3Ds apresentaram ao público uma oportunidade rara de acompanhar cinquenta anos da produção de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX.

Realizada entre novembro de 2009 e Março de 2010 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e com curadoria do colecionador George Kornis, a Automatica colaborou para que o artista instalasse uma espécie de ateliê no MAM-RJ para montar sua exposição de dentro da instituição, em diálogo permanente com sua arquitetura.

TÍTULO DO PROJETO

Parece Verdade

ARTISTA

Caio Reisewitz

VISITAÇÃO

  • 12/01/2010 – 07/03/2010
  • Entrada gratuita

LOCAL

CCBB RJ

ENDEREÇO

Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro, RJ

REALIZAÇÃO

Centro Cultural Banco do Brasil

CURADORIA

Fernando Cocchiarale

PROJETO EXPOGRÁFICO

Gerardo Vilaseca

CONCEPÇÃO DO PROJETO

Rejane Cintão

COORDENAÇÃO GERAL

Luiza Mello

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Débora Monnerat

PRODUÇÃO

  • Bruno Monnerat
  • Mariana Schincariol Mello

DESIGN GRÁFICO

Carla Zocchio

FOTOGRAFIA

Paulo Jabur

ASSESSORIA DE IMPRENSA

CW&A Comunicação

ASSESSORIA JURADICA

Álvaro Piquet Pessoa

GESTÃO DO PROJETO

Marisa Mello

ILUMINAÇÃO

Belight

CENOTÉCNICA

Camuflagem

TRANSPORTE DAS OBRAS

A Alternativa

COORDENAÇÃO LOGÍSTICA

AL Consultancy

SEGURO

Allianz

REVISÃO DE TEXTO

Duda Costa

VERSÃO PARA O INGLÊS

Stephen Berg

ACOMPANHAMENTO GRÁFICO

Elaine Beluco

AGRADECIMENTO

Luciana Brito Galeria

Durante janeiro e Março de 2010, ocorreu no CCBB do Rio de Janeiro a mostra Parece Verdade, trazendo para o público carioca uma série de trabalhos recentes do fotógrafo paulista Caio Reisewitz. A EXPOSIÇÃO foi composta de fotos do acervo do artista e fotos inéditas, retiradas de acervos particulares.

Com curadoria de Fernando Cocchiarale, foram exibidas 27 fotos de grandes formatos, acrescidas de quinze imagens de formatos menores agrupadas em conjuntos como paisagens de diversas regiões, cenas de interiores de edifícios públicos de diferentes épocas e algumas imagens de rostos e de registro da presença humana.

Título do projeto

Cartazes Cubanos, um olhar sobre o cinema mundial

Visitação

03 de março – 11 de abril 2010

Entrada Gratuita

Local

Caixa Cultural Brasília

SBS Quadra 4, lote 3/4 anexo ao edifício matriz da Caixa

Presidente da República

Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente da Caixa Econômica Federal

Maria Fernanda Ramos Coelho

Curadoria

Alexandre Guedes e Cristiane Tozani

Produção

Automatica

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Produção

Bebel Kastrup

Gestão

Marisa S. Mello

Palestras

Sara Vega Miche (ICAIC)

Alexandre Guedes

Rene Ascuy

Identidade Visual

Impressio Editora

Design da exposição

Leila Scaf

Preparação técnica do espaço e montagem

Keilo Cardoso

Projeto de Iluminação

Dalton Camargos

Documentário

Poética Gráfica Insular, produzido pelo ICAIC

Restauração e conservação das Obras

Camilla Otatti

Molduras

Glatt

Logistica

Al Consultancy

Cartazes Cubanos – um olhar sobre o cinema mundial, traz ao Brasil uma seleçãode 80 cartazes produzidos na década de 1960 até o início dos anos 1990 pelo ICAIC – Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica.

Utilizando a serigrafia como técnica de impressão e tendo como principais referências estilísticas a estética dos cartazes poloneses, tchecos e húngaros, o Push Pin Studio de Nova York, a pop art e o design californiano do final dos anos 60, um grupo de artistas gráficos cubanos desenvolveu um trabalho rico em formas, cores e texturas. Suas criações possibilitaram o surgimento de uma escola peculiar de artes gráficas na América Latina.

A exposição que já passou por Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, percorre a obra de 12 destes grandes designers, entre os quais Azcuy, Bachs, Dámian, Dimas, Julio Eloy, Niko, Reboiro, Raul Martinez. São cartazes que retratam, além do cinema cubano pós-revolução, produções de vários países, como as do leste europeu, norte-americanas e brasileiras. Na mostra encontram-se peças gráficas para filmes como os de Glauber Rocha e Julio Bressane. O objetivo da exposição é apresentar ao público um importante período da história cultural de Cuba a partir de 1959, que reflete a sua imagética por meio da comunicação visual.

Apesar da enorme variedade de estilos, os cartazes são assinados e têm igual formato 76,5 x 51cm, impressos em serigrafia, em pequenas tiragens, em torno de 500 exemplares, a 8 ou 10 cores. Quanto aos aspectos técnico-formais, há uma grande variedade conceitual, que vai do uso de imagens satíricas ao emprego dramático da fotomontagem. Predominam as grandes chapadas de cor, os contornos precisos, o desenho estilizado, o amplo uso de imagens em alto-contraste ou de retículas aparentes, acentuando seu caráter gráfico. Apesar do rigor formal, prevalece um grande caráter inventivo, que permitiu a renovação da linguagem do cartaz cubano, criando uma escola original.