TÍTULO DO PROJETO 

Pista Ritmo Fluxo

PERÍODO 

12/08/2023 – 14/10/2023 

LOCAL 

Galpão Bela Maré

ENDEREÇO
Rua Bittencourt Sampaio, 169 – Maré

HORÁRIO
De terça a sábado, das 10h às 18h.

Artistas

Agatha Maria 

Aline Peres

Bruno Lyfe

Ciana

Guilherme Kid

Idra Maria

Joelington Rios

Malvo

Mapô

Mayra

Melissa de Oliveira

Myllena Araujo

Preta QueenB Rull

Roberta Holiday

Tainan Cabral

 

FICHA TÉCNICA

 

Galpão Bela Maré

 

Direção

Observatório de Favelas

Elionalva Sousa Silva

Isabela Souza

Raquel Willadino

Priscila Rodrigues

 

Coordenação
Anna Luisa Oliveira

Gilson Plano

Produção
Breno Chagas

Gestão Administrativo-financeira
Sarah Horsth

Programa Educativo

Coordenação
Erika Monteiro

Educadoras
Ana V.
Ivani Figueiredo

Zeladoria e Limpeza
Janaína Gomes
Wellington Luiz Batista dos Passos

Comunicação

Coordenação
Renata Oliveira

Assessoria de Comunicação Institucional – Mídia
Thaís Barros

Assessora de Comunicação do Galpão Bela Maré
Talita Nascimento

Assistente de Comunicação
Romulo Amorim

Designer
Luiz Almeida

 

Parceria

Automatica

  

ELÃ – Escola Livre de Artes

 

Realização

Observatório de Favelas

 

Parceria

Automatica

 

Apoio

Samambaia Filantropias

 

Coordenação pedagógica

Natalia Nichols

 

Programa Pedagógico

Anna Luisa Oliveira

Gilson Plano

Jean Carlos Azuos

Luiza Melo

Marisa Melo

Natalia Nichols 

 

Educadora

Marjory Léo

 

Interlocutoras/es

Allan Weber

Anapuaka Tupinambá

Bernardo Magina

Clarissa Diniz

Jean Carlos Azuos

Karen Santos

Guetto Run Crew

Luiza Mello

Marcelo Campos

Marisa Mello

Rafael BQueer

Renan Valle

Wallace Lino

 

Curadoria

Jean Carlos Azuos

 

Avaliação Pedagógica

Izah Santos 

 

Cobertura Fotográfica

Thaís Valencio

 

Organização e produção

Automatica

Observatório de Favelas | Galpão Bela Maré

 

Curadoria

Jean Carlos Azuos

 

Design gráfico

Arthures Garcia

 

Revisão de texto

Bruna Freitas

 

Audiovisual e iluminação

Boca do Trombone

 

Montadores

Los Montadores

 

Vídeo

Léo Melo

Samuel Fortunato

A exposição é resultado da residência-formativa de 15 artistas participantes da Escola Livre de Artes – ELÃ. Através dos encontros, três conceitos chaves orientaram os processos artísticos: PISTA RITMO FLUXO. Na convocação que vem das pistas de dança, festas e dos bailes, refletindo a força estética e política desses eventos, cada artista desenvolveu sua poética através dos desdobramentos desses conceitos: caminhos, direções, rua, o trânsito, a dança, o tempo, a música, a coreografia, o movimento, o coletivo, a multidão, a celebração dos corpos e dos encontros, que se encontraram na presente exposição.

TÍTULO DO PROJETO 

Busão Arte e Ciência

PERÍODO 

15/06/2023 — 27/10/2023

Horário de funcionamento: das 9h às 17h

Visitação gratuita

LOCAIS 

15/06 – 15/07 – Horto florestal
4/09 – 27/10 – Ibirapuera

CURADORIA 

Luiz Alberto Oliveira e Marcello Dantas

ARTISTAS 

Jaider Esbell

Piero Manzoni

Ricardo Carvão

Siri

Suzana Queiroga

Vik Muniz

Vivian Caccuri

Walmor Côrrea

REALIZAÇÃO

Carioca DNA:

Lilian Pieroni e Luciana Levacov 

Das Lima: 

Renata Lima

 

Produção: 

Automatica

Diogo Fernandes

Julia Rebello

Luiza Mello

Marisa S. Mello

 

Curadoria educativa:

Camila Oliveira

Juca Fiis

Laura Taves

 

Conteúdo Educativo:

Camila Oliveira

Gabriela da Fonseca

Juca Fiis

Laura Taves

 

Articulação com escolas:

Criativa Art & School Psychology

 

Supervisão educativo: 

Pedro Costa

 

Educadores:

Aline Silva 

Demma Rocha

Isabelle Cavalcante 

Jéssica Idalina

Marco Antônio 

Nathalia Alves  

Vanessa Oliveira 

Vicente Alves 

 

Design gráfico: 

Bloco Gráfico 

 

Projeto de cenografia: 

Susana Lacevitz/Cenografia.net

 

Produção da cenografia:

Philippe Midani/Cenografia.net

 

Desenvolvimento e montagem interativos:

Sérgio Santos e Daniel Morena

 

Animação:

Andre Wissenbach

 

Iluminação: 

Samuel Betts / BLight

 

Gestão de redes sociais: 

Domi Valansi/ Oz Comunicação 

 

Coordenação administrativa:

Mariza Adnet/Flor de Manacá e Cristina Fournier

A proposta do Busão Arte & Ciência é o reconhecimento de que pertencemos externamente a um ecossistema, e somos internamente um ecossistema. Através do diálogo entre arte e biologia contemporâneas podemos explorar a interação com as bactérias em nossos corpos, tanto as benéficas quanto as perigosas, a relação com os resíduos que juntamente produzimos, analisar as aberturas entre os mundos bacterianos exterior e interior, e entender como os vírus, fungos e bactérias que nos habitam tanto estabelecem quanto ultrapassam as fronteiras entre as espécies. O meio ambiente é assim, sobretudo, um espaço de trocas. A exposição, que propõe uma itinerância em parques de São Paulo, é um modo de apresentar esses múltiplos seres que constituem, conosco, nossos ecossistemas.

TÍTULO DO PROJETO 

alterações vividas absolutamente fantasiosas

PERÍODO 

12/05/2023 – 30/07/2023 

LOCAL 

Sesc Av. Paulista

ENDEREÇO 

Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo – SP

HORÁRIO 

De terça a sexta, 10h às 21h30

Sábados, domingos e feriados, 10h às 18h30

PRODUÇÃO 

Automatica: Luiza Mello, Mariana Schincariol de Mello, Marisa S. Mello  

Assistente 

Lucas Alberto

 

Arquitetura da exposição 

Tiago Guimarães 

 

Design gráfico 

Estúdio Campo: Paula Tinoco e Roderico Souza

 

Projeto de iluminação 

Fernanda Carvalho Lighting Design

Equipe 

Luana Alves, Emilia Ramos, Felipe Dans

Assistente avaf

Bruno Oliveira / autoestudio

Artistas convidades 

Lucas Almeida, Nina Horikawa, Bruno Alves, Mika Takahashi, Ricardo Alvez

 

Cenotécnica 

De Nobile & Azevedo 

 

Serigrafia (sala 3D) 

Estúdio Elástico

 

Vinil 

Insign

 

Painéis pintados 

Adelço de Almeida Junior

Aline Lorenzon

Matias Oliveira

 

Montagem fina 

Thiago Hortala, Michell Fellipe Pereira

 

Engenharia 

Murilo Jarreta 

 

Texto 

Raphael Fonseca

 

Revisão 

Duda Costa

 

Tradução 

John Norman

 

Assessoria de imprensa 

(Sesc) 

 

Projeto de acessibilidade 

AKA Projetos Culturais (coordenação) 

Janela Produtora (audiodescrição e vídeo Libras)

Educativo 

AKA Projetos Culturais

Fotos

Ronny Santos

A retrospectiva dos mais de 20 anos de avaf, coletivo de artistas fundado em 2001, apresenta seu trabalho através da vasta gama de mídias, incluindo instalações, pintura, escultura, tapeçaria, neon, papel de parede, entre outras.Na construção de uma paisagem imersiva e interativa, as ambientações de avaf evidenciam a presença da cor como instrumento de comunicação e transmissão de energia.

As peças que compõem a mostra são, em grande parte, representações paisagísticas expostas na forma de um grande labirinto, explorando conexões entre o mundo exterior e a introspecção, entre os diálogos de passado e presente. Neste labirinto, o espectador encontra uma narrativa que remonta a história do coletivo. A mostra recebe cerca de 30 papéis de parede, desde a 1ª criação do coletivo neste suporte.

TÍTULO DO PROJETO
Negros na Piscina

PERÍODO
07/12/2022 – 14/05/2023

LOCAL
Pinacoteca do Ceará

ENDEREÇO
Rua 24 de Maio, 34 – Centro, Fortaleza – CE

HORÁRIO
De quinta a sábado, 12h às 20h
domingo, 10h às 18h

 

CURADORIA
Moacir dos Anjos
Fabiana Moraes

ARTISTAS
Afonso Pimenta
Alcione Ferreira
Álvaro Graça Júnior
Ana Araújo
Ana Farache
Anna Mariani
Anna Muylaert
Arthur Bispo do Rosário
Bajado
Bárbara Wagner
Carlos Roberto de Tracunhaém (Betinho)
Felipe Camilo
Denilson Baniwa
Efrain Almeida
Elitiel Guedes
Família Wapichana
Fefa Lins
Fruto de Favela
Géssica Amorim
Gê Viana
Glicéria Tupinambá
Gustavo Caboco
Haroldo Saboia
Heitor dos Prazeres
Hugo Coutinho
João Bertholini
João Gabriel Lourenço
João Lucas Melo
João Mendes
Julio Bittencourt
Julio Souza
Marlon Diego
Marepe
Maxwell Alexandre
Mestre Cunha
Mestre Didi
Panmela Castro
Paulo Kawall
Paulo Nazareth
Rafael Bqueer
Renata Felinto
Retratistas do Morro
Rubens Gerchman
Sidney Amaral
Sil da Capela
Sonia Gomes
Terroristas Del Amor
Val Souza
Ventura Profana
Virgínia Guimarães
Virginia de Medeiros
Vitalino Filho
Vitalino Pereira dos Santos
Wallace Pato
Walter Firmo
Yhuri Cruz

PRODUÇÃO
Automatica
Luiza Mello
Mariana Mello
Marisa S. Mello

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO
Lucas Alberto

ARQUITETURA
Tiago Guimarães
Rid Moura
M.Dias Preto

DESIGN GRÁFICO
Leonardo Buggy

MUSEOLOGIA
Bárbara Andrade de Oliveira Alves
Bruna Pedrosa
Helo Biancalana
Marcia Muller
Núbia Quinetti de Souza
Valéria Sellanes – Libra Cultural
Viviane Teixeira

MONTAGEM E CENOTECNIA
Agile Montagem & Produção

PROJETO DE ILUMINAÇÃO
Lúcia Chedieck

ASSISTENTE DE ILUMINAÇÃO E DESENHO TÉCNICO
Arq. Carolles Martins / O Gabinete Criativo

REVISÃO DE TEXTO
Duda Costa

TRADUÇÃO
Paul Webb

TRANSPORTADORA
Alves Tegam

SEGURADORA
Affinité




Negros na Piscina remete, de imediato, a uma imagem de subversão. Paisagem social e afetiva em que corpos pretos, indígenas e travestis, entre outros vários igualmente negros, possam ter direito a trabalho e a descanso. E a muito mais. Uma paisagem em que lhes caiba e lhes pertença uma felicidade. É dessa diversidade, distendida no tempo, que Negros na Piscina busca dar notícias.

Com curadoria de Moacir dos Anjos e Fabiana Moraes, a exposição apresenta obras de artistas contemporâneos e históricos para a memória brasileira, como Sonia Gomes, Yhuri Cruz, Retratistas do Morro, Heitor dos Prazeres, Arthur Bispo do Rosário, Célia Tupinambá, entre outros.

TÍTULO DO PROJETO
Un lento venir viniendo

PERÍODO
19/11/2022 — 26/02/2023

LOCAL
MAC Niterói

ENDEREÇO
Mirante da Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem, Niterói – RJ

HORÁRIO
De terça a domingo, 10h às 18h

 

CURADORIA

Mariano Mayer

ARTISTAS

Alberto Goldenstein

Alejandra Seeber

Alejandro Ros

Alfredo Londaibere

Ana Vogelfang

Bruno Dubner

Cecilia Szalkowicz

Claudia Del Río

Daniel Joglar

David Lamelas

Deborah Pruden

Diego Bianchi

Eduardo Costa

Eduardo Navarro

Fabio Kacero

Federico Manuel Peralta Ramos

Fernanda Laguna

Florencia Bohtlingk

Guillermo Kuitca

Jane Brodie

Joaquín Aras

Jorge Gumier Maier

Juan Tessi

Julio Le Parc

Karina Peisajovich

Liliana Porter

Luis Garay

Marcelo Alzetta

Marcelo Pombo

Mariana Ferrari

Marina De Caro

Pablo Accinelli

Pablo Schanton

Rosana Schoijett

Sebastián Gordín

Silvia Gurfein
Valentina Liernur

ORGANIZAÇÃO

Act.

Fernando Ticoulat

João Paulo Siqueira Lopes

Marina Dias Teixeira

CURADORIA

Mariano Mayer

ASSISTENTE CURATORIAL

Renato Mauricio Fumero

COORDENAÇÃO EDITORIAL

Yasmin Abdalla

DESIGN EDITORIAL

Cecilia Szalkowicz

Vanina Scolavino

ENSAIOS

Mariano Mayer

Pablo Lafuente

COLECCIÓN OXENFORD,

COORDENAÇÃO

Erica Bohm

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

Luiza Mello

Mariana Mello

Marisa S. Mello

Julia Rebello

Lucas Alberto

PRODUTORA

Sofia Gravina

REGISTROS FOTOGRÁFICOS

Abertura: Cristina Granato

Vistas: Fabio Souza

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

Pompea Tavares

SINALIZAÇÃO

Felipe Chodin

DESIGN MOBILIÁRIO EXPOSITIVO

Mariana Ferrari

Sebastián Gordín

Miguel Mitlag

EXPOGRAFIA 

Estúdio Chão

Adriano Carneiro de Mendonça

Antonio Pedro Coutinho

João Victor Assad

Leonardo Ribeiro

ILUMINAÇÃO 

Samuel Betts

Belight

MONTAGEM 

Superarte

MUSEOLOGIA

Debora Reina

TRANSPORTE

Immensum

Delmiro Mendez E Hijo

SEGURADORA

Affinité

EQUIPAMENTO AUDIOVISUAL

Boca do Trombone

CENOTÉCNICO

B Larte Soluções técnicas

Elizeu Paiva de Melo

TRATAMENTO DE IMAGEM

Juan Beccar Varela

TRADUÇÃO

Giancarlo Ranieri

REVISÃO E COPIDESQUE

Marcelo Maraninchi

COMUNICAÇÃO 

A4 & Holofote

ASSESSORIA JURÍDICA

Oksman Advocacia

ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

Fiscalizo

IMPRESSÃO

Cinelândia

PARCERIA INSTITUCIONAL

MAC Niterói

Diretor geral | General director

Victor De Wolf

Diretora de desenvolvimento cultural

Cultural development director

Luciana Morena

Diretora de museologia | Museology director

Angélica Pimenta

Diretor administrativo | Administrative director

Valdir Almada

 

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

REALIZAÇÃO | REALIZATION

Secretaria Especial da Cultura

Ministério do Turismo

Governo Federal

 

APOIO INSTITUCIONAL

Instituto Tomie Ohtake

Fundação Iberê Camargo

AGRADECIMENTOS

Alberto Goldenstein, Alejandra Seeber,

Alejandro Ros y Pablo Schanton, Alfredo

Londaibere, Alvaro, Ana Vogelfang, Bruno

Dubner, Camila Regueira, Cecilia Szalkowicz,

Claudia del Río, Daniel Joglar, David Lamelas,

Deborah Pruden, Diego Bianchi, Eduardo

Costa, Eduardo Navarro, Emilio Kalil, Fabio

Kacero, Federico Manuel Peralta Ramos,

Fernanda Laguna, Fernando Sucari, Florencia

Bohtlingk, Guido Contrafatti, Guillermo

Kuitca, Helena Kimie Gimenes, Iara Heredia,

Inés Katzenstein, Jane Brodie, Joaquín Aras,

Jorge Gumier Maier, Juan Tessi, Julio Le

Parc, Karina Peisajovich, Liliana Porter, Luis

Garay, Marcelo Alzetta, Marcelo Pombo,

Mariana Ferrari, Maria Antonia Ferraz,

Marina de Caro, Marina Scaramuzza, Maxime

Bouquillon, Miguel Mitlag, Pablo Accinelli,

Pablo Veron, Paulo Miyada, Rosana Schoijett,

Sebastián Gordín, Silvia Gurfein, Vitoria

Arruda, Valentina Liernur.

Desde 2008, a Colección Oxenford tem formado um seleto panorama de obras de arte contemporânea argentina, principalmente das duas primeiras décadas do século XXI. A exposição Un lento venir viniendo é composta de 57 obras da coleção e apresenta uma diversidade de linguagens, entre pinturas, fotografias, vídeos, instalações visuais e sonoras, performances, esculturas, colagens e publicações. Entre os artistas estão Guillermo Kuitca, Julio Le Parc, Alejandra Seeber, Marcelo Pombo, Fernanda Laguna, Diego Bianchi, Claudia del Río, David Lamelas, Valentina Liernur, Juan Tessi, Karina Peisajovich, Eduardo Navarro, Silvia Gurfein e Alberto Goldenstein.

O ponto de partida para a criação da coleção Handred x Santa Teresa foi a escolha do cenário do bairro para a celebração dos dez anos da marca: além de ser um lugar que de forma única reúne características e conceitos de referência para a Handred, como história, arquitetura, nostalgia, natureza e cidade, Santa Teresa é palco de grandes festejos.

 

A curadoria especial da convidada Luiza Mello, diretora geral da Automatica, ligou os pontos do mapa afetivo da Handred no bairro. Unindo os relatos e concepções dos artistas e moradores de Santa Teresa importantes, como Fabiano Doyle, Arjan Martins, Clara Rio Branco, Sandra Nisseli e etc, que se conectam às histórias da Handred, adicionando camadas de significado à coleção e à trajetória da marca. 



TÍTULO DO PROJETO

Residência Artística Setor Público 2021-2022

LOCAL

Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro 

PERÍODO DE DURAÇÃO

Dezembro de 2021 a fevereiro de 2023

ARTISTAS

Anna Costa e Silva

Rafa Éis

REALIZAÇÃO

República.org

Instituto Betty & Jacob Lafer

Automatica

RASP é uma residência que prevê a imersão de artistas em órgãos públicos brasileiros, para construir processos e/ou objetos em colaboração com os funcionários dessas instituições.

A terceira edição da RASP propõe, pela primeira vez, a atuação paralela de dois artistas dentro da mesma instituição pública. Anna Costa e Silva e RafaÉis trabalham desde o fim de 2021 na Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, com propostas individuais e coletivas.

Buscando se aproximar e estabelecer laços com as/os profissionais da SMC, Anna e Rafa Éis desenvolveram, cada um à sua maneira, proposições artísticas de construção de proximidade com funcionarios/as da Secretaria

O momento inicial de convivência com as/os servidoras/es e o espaço da Secretaria também resulta no SECRIA, projeto coletivo desenvolvido pelos artistas residentes junto aos funcionários. O Setor de Criações Artísticas (SECRIA) funcionou a partir de um espaço de livre circulação dentro da Secretaria. O SECRIA abrigou diversas proposições como Cineclubes, Saraus e o projeto Formas de Respirar.

Confira mais sobre os processos de Anna Costa e Silva e Rafa Éis aqui.

TÍTULO DO PROJETO
Ecologias do bem viver

PERÍODO
22/10/2022 – 10/12/2022

LOCAL
Galpão Bela Maré

ENDEREÇO
Rua Bittencourt Sampaio, 169 – Maré

HORÁRIO
De terça a sábado, das 10h às 18h.

 

ARTISTAS

Águi
Allan Weber
Azizi Cypriano
CoStela
David Almeida
Dyó Potyguara
Felipe Dutra
loren minzú
Patrick Marinho
Pedro Varone
Siwaju
Thais Basilio
Thais Iroko
Vika Teixeira



Equipe

Galpão Bela Maré

Direção

Observatório de Favelas

Elionalva Sousa Silva

Isabela Souza

Priscila Rodrigues

Raquel Willadino

 

Parceria

Automatica

 

Coordenação Geral

Gilson Plano

 

Curadoria

Jean Carlos Azuos

 

Produção

Breno Chagas

  

Programa Educativo

Coordenação

Anna Luisa Oliveira

 

Educadoras

Ana V

Ivani Figueiredo

Stephane Marçal

Wesley Ribeiro

 

Zeladoria e Limpeza

Wellington Luiz Batista dos Passos

Márcia da Silva Pereira

 

ELÃ

 

Coordenação Pedagógica

Natália Nichols 

 

Interlocutores 

Camilla Rocha Campos

Clarissa Diniz 

Fabiano Verissimo 

Helena Barbosa

Pâmela Carvalho

Marcele Oliveira 

Miguel Vera Mirim

Sandra Benites

Tainá Antonio  

Tainá de Paula

 

Exposição

Produção

Automatica

Julia Rebello

Luiza Mello

Marisa S. Mello

Mariana Schincariol Mello

Design gráfico

Felipe Nunes 

Cenotécnico

Guilherme Xavier Cenografia

Montagem

Los montadores

Audiovisual

Boca do Trombone

Vídeos

Samuel Fortunato

 

Comunicação

Coordenação de Comunicação

Renata Oliveira

Assessora de Comunicação

Thais Barros

Assessoria de Imprensa

Gamarc Comunicação

Comunicador

Romulo Amorim

Fotógrafo

Ramon Vellasco

Designer Gráfico

Kaléu Menezes

Gestão Administrativo-financeira

Sarah Horsth

A exposição é resultado da residência-formativa de 15 artistas participantes da Escola Livre de Artes – ELÃ, que neste ano chega a sua terceira edição. A mostra aborda o tema “Ecologias do Bem Viver”, proposta que circulou nos encontros da ELÃ em 2022, na busca de pensar crítica e politicamente práticas ecológicas. Ao longo dos encontros, houve uma conscientização dos impactos que causamos no mundo, das estruturas históricas que nos trouxeram até aqui e das práticas necessárias para caminhar em direção à justiça climática. Parte deste processo deságua na exposição Ecologias do Bem Viver, onde foram apresentadas obras dos artistas-residentes em diferentes linguagens e propostas.

TÍTULO DO PROJETO
Respiração: Devir Indígena

PERÍODO
18/09/2022 – 20/11/2022

LOCAL
Casa Museu Eva Klabin

ENDEREÇO
Av. Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa, Rio de Janeiro – RJ,

HORÁRIO
De quarta a domingo, de 14h às 18h

 

ARTISTAS
Denilson Baniwa
Gustavo Caboco

CURADORIA

Marcio Doctors e Paula Alzugaray

TEXTO

Marcio Doctors
Paula Alzugaray 

CURADOR ASSISTENTE 

Diogo Maia

PRODUÇÃO 

Automatica | Luiza Mello e Julia Rebello

DRAMATURGO VISUAL

Gerardo Villaseca

MONTAGEM

Equipe Casa Museu Eva Klabin
B, Larte Soluções Técnicas | Cenotécnico
Guilherme Xavier | Cenografia
Boca do Trombone | Gravação e edição de áudio

BORDADOS

Marília Davascio
Helena Panno
Marina de Assis

FOTOGRAFIA 

Mário Grisolli

DESIGN VISUAL 

Sônia Barreto

REVISÃO DE TEXTO

Hassan Ayoub
Rosalina Gouveia

TRADUÇÃO

Rebecca Atkinson

ILUMINAÇÃO

Rogério Emerson

DIVULGAÇÃO 

A2 Comunicação

CASA MUSEU EVA KLABIN

PRESIDENTE EMÉRITO

Israel Klabin

PRESIDENTE 

José Pio Borges

DIRETORES 

João Alfredo Dias Lins
Sérgio Brilhante de Albuquerque

CONSELHEIRO EMÉRITO

Fernando Henrique Cardoso

CONSELHO DE CURADORES 

Lea Klabin | presidente
Celso Lafer
Genny Nissenbaum
Hugo Barreto
João Afonso Assis
Katia Mindlin Leite Barbosa

CURADOR 

Marcio Doctors

ADMINISTRADORA 

Vanderléa Regina de Paiva

MUSEÓLOGOS 

Ruth Levy
Diogo Corrêa Maia

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO 

Carlos Miguez | Coordenador de educação
Gabriel Caires | Assistente de coordenação
Bernardo Novo, Thais Seixas | estagiários 

ASSESSORA DA CURADORIA 

Juliana Cunha

ADMINISTRAÇÃO 

Samara Soares
Juan Carvalho

MANUTENÇÃO

Maurício Costa e Silva | Supervisor
João Batista de Oliveira Sousa
Marlon Guimarães
Ronnie Sousa

A exposição Devir indígena apresentou trabalhos dos artistas Denilson Baniwa e Gustavo Caboco, que trataram da tessitura do tempo e do espaço no corpo da Casa Museu Eva Klabin, entre floresta e lagoa. O fio condutor da ocupação foi transformação e memória. Nesse exercício de descoberta, os artistas visitaram a floresta atrás da Casa Museu, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Corte de Cantagalo, a coleção e a reserva técnica da casa. A partir da floresta, das pedras e dos seres vivos ali presentes extraíram suas percepções. A exposição contou com intervenções pelo ambiente da casa, bem como uma transmissão ao vivo da floresta e intervenção sonora com os sons da Lagoa. Os artistas indicaram que o que é frágil é a realidade, não a imaginação, parceira da arte, que tem a concretude do corpo e é guiada pela linguagem do sonho, que se comunica com as pulsões da duração e do devir; é com esse substrato da potência da vida, que a arte estabelece um contato direto.

TÍTULO DO PROJETO
Festival ECOAR – Festival de ativismo contra a violência sexual

PERÍODO
24/09/2022

LOCAL
MAR – Museu de Arte do Rio

ENDEREÇO
Praça Mauá, 5 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

CURADORIA

Redes da Maré

REALIZAÇÃO

Redes da Maré
Sexual Harms + Medical Encounters
WOW Festival Mulheres do Mundo Rio de Janeiro

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica Produtora

O Festival ECOAR – Festival de ativismo contra a violência sexual, abordou três temas principais: ativação de redes coletivas de apoio; corpo e violência sexual e linguagens políticas e pedagógicas. O objetivo foi situar a violência sexual no contexto de outras violências estruturais, para qualquer pessoa interessada ou implicada no tema. Também foi um espaço de construção de redes para profissionais da educação, saúde, assistência social, pesquisadores, artistas e ativistas, especialmente da Maré e da região portuária da cidade do Rio de Janeiro.

A iniciativa foi inspirada e promovida em parceria com o Festival Shameless!, evento de um dia que reuniu em 2021, em Londres, ativismo e arte para confrontar e mudar  atitudes em relação à violência sexual, compartilhar ideias e imaginar um mundo livre de estupro. Capitaneado pelo projeto SHAME da Universidade de Birkbeck (Londres) e pelo WOW – Festival Mulheres do Mundo, o Ecoar inaugurou sua edição no Rio de Janeiro com curadoria e produção da ONG Redes da Maré, propondo um encontro para desencadear conversas e abordar a crise global da violência sexual.

TÍTULO DO PROJETO
Ocupação Nise da Silveira

PERÍODO
10/07/2022 – 11/06/2023

LOCAL
Museu de Imagens do Inconsciente

ENDEREÇO
R. Ramiro Magalhães, 521 – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro

HORÁRIO
De segunda a sábado, de 9h às 16h

 

PESQUISA, CONCEPÇÃO, CURADORIA E REALIZAÇÃO
Luiz Carlos Mello e Itaú Cultural

PROJETO EXPOGRÁFICO
Claudia Afonso e Vânia Medeiros

PROJETO DE ILUMINAÇÃO
Grissel Piguilem

ILUMINAÇÃO EXPOSITIVA
Belight

CONSULTORIA
Gladys Schincariol e Priscila Moret

PESQUISADORES
Gabriella Rodrigues, Marcos Florence Martins Santos, Mariana Sgarioni e Solange Santos (terceirizados)

PROJETO DE ACESSIBILIDADE
Ariana Chediak, Iguale Comunicação de Acessibilidade e Museus Acessíveis (terceirizados)

PRODUÇÃO
Automatica Produção Contemporânea

APOIO
Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente

FOTOS
Gabi Carrera

AGRADECIMENTOS
Alexandre Magalhães da Silveira
Bernardo Carneiro Horta
Casa das Palmeiras
Christina Gabaglia Penna
Dulce Chaves Pandolfi
Edson Passetti
Edgard de Assis Carvalho
Esther Peter-Müller (HBZ Medizin Careum – Universität Zürich)
Eurípedes Gomes da Cruz Junior
Jörg Kemp (Wissenschaftliche Bibliothek – Psychiatrische Universiätsklinik Zürich)
Marco Lucchesi
Martha Pires
Mauri Domingues
Museu de Imagens do Inconsciente
Nina Galanternick
Pedro Penido Guimarães
Sebastião Barbosa
Thomas Fischer (Foundation of the Works of C. G. Jung, Zurich)
Ursula Reis (HBZ Medizin Careum – Universität Zürich)
Vilma Arêas Yvonne Voegeli (Foundation of the Works of C. G. Jung, Zurich)

A Ocupação Nise da Silveira é um mergulho na vida da doutora Nise (1905-1999), uma das principais psiquiatras brasileiras que ajudou a redefinir com determinação novos caminhos pelos territórios da medicina, da filosofia e da arte. Nise propôs tratamentos que se dão não apenas na palavra devastada pelo uso irresponsável, e sim com o sentimento vivo, posto em prática e presente em seus principais conceitos: emoção de lidar, afeto catalisador, animal coterapeuta; o respeito irrestrito ao ser humano. A exposição apresenta materiais do acervo pessoal da doutora que falam sobre sua família, sua prisão, a relação com o médico e pensador Carl Gustav Jung (1875-1961), a terapia por meio das atividades expressivas, o mergulho nas imagens do inconsciente, a arqueologia do psiquismo – sua forma particular de fazer ciência.