TÍTULO DO PROJETO
Desmedidas

CURADORIA
Felipe Scovino

ARTISTAS
Amalia Giacomini
Artur Lescher
Eduardo Coimbra

LOCAL
Galeria BNDES

ENDEREÇO
Av. Chile, 100
Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO
14/12/16 – 03/02/17
De segunda a sexta, das 10 às 19h
Entrada franca

PRODUÇÃO EXECUTIVA
Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Luiza Mello
Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO
Marisa S. Mello

DESIGN
Dínamo

ILUMINAÇÃO
Blight

CENOTÉCNICA
HO Produções e Eventos

MONTAGEM
Andre Renaud
José Claudio dos Santos
José Roberto da Silva Filho
Juscelino Bastos V. de Lima
Thiago de Souza Hortala

REVISÃO DE TEXTO
Duda Costa

VERSÃO
John Norman

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Pauta Positiva

EDUCADORES
Daniel Remelik
Jean Carlos dos Santos
Letícia Pereira de Souza

FOTOGRAFIA
Mario Grisolli

Concebida especialmente para a Galeria do Espaço Cultural BNDES, em um prédio que é considerado um dos marcos da arquitetura carioca da segunda metade do século 20, Desmedidas tem curadoria de Felipe Scovino e traz obras de Amalia Giacomini, Eduardo Coimbra e Artur Lescher. A partir da relação do curador e dos artistas com o espaço, uma paisagem é inventada, um lugar é revelado, uma realidade surge.
A relação entre a urbanidade do prédio do Banco, estrutura vertical que conquista e ocupa seu espaço no Centro da cidade, e a falta de conexão da galeria com a paisagem e seu entorno – mesmo sendo parte integrante dele – , foram o ponto de partida para a concepção da exposição. A partir dessas duas questões centrais – arquitetura e paisagem – que se articulam decisivamente com a arte contemporânea, os três artistas criaram a ideia de uma paisagem inventada ou a aparição de um lugar, explica Scovino. De alguma forma, como arquitetos sem precisão, eles trazem uma paisagem desmedida para dentro do cubo branco, o espaço sagrado da galeria.

TÍTULO DO PROJETO
Garagem Automática

ARTISTA
Felipe Russo

LOCAL
Museu da Cidade de São Paulo / Casa da Imagem

ENDEREÇO
Rua Roberto Simonsen, 136-B, São Paulo

VISITAÇÃO
09/07/16 – 16/10/16
De terça a domingo, das 12 às 19h
Entrada franca

REALIZAÇÃO
Prefeitura de São Paulo
Fernando Haddad
Secretaria de Cultura
Maria do Rosário Ramalho
Museu da Cidade de São Paulo
Beatriz Cavalcanti de Arruda
Casa da Imagem
Henrique Siqueira
Monica Caldiron

PRODUÇÃO EXECUTIVA
Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO
Marisa S. Mello

TEXTO
Abilio Diniz Guerra

REVISÃO
Duda Costa

TRADUÇÃO
John Norman

DESIGN GRÁFICO
Marise De Chirico

IMPRESSÃO FOTOGRÁFICA
Giclê Fine Art Print

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Vicente Negrão Assessoria

MOLDURA
Somar

MONTAGEM DE OBRAS
Manuseio

EDUCATIVO
Heloiza Soler,
Júlia Savaglia Anversa,
Gabriela Goelzer Bacelar

PROGRAMA JOVEM MONITOR CULTURAL
Jordi Ximenes,
Kathy Carvalho,
Larissa Vieira,
Michel Santos e Paula Talib Assad

ARTEDUCAÇÃO PRODUÇÕES
Rodrigo Monteiro,
Anderson Barbosa,
André Rosa,
Camilla Zarbinati,
Gabriel Castro,
Marcella Custodio e Rinah Souto

ESTAGIÁRIA
Jaqueline Dias

O problema do estacionamento no centro de São Paulo persiste desde a década de 1940. Entre 1960 e 1980 foram construídos 35 edifícios garagem na cidade com estacionamento mecanizado. Os maiores com mais de 600 vagas e até 38 pisos, são os mais altos do mundo. Em detrimento da migração dos investimentos para novas áreas, com uma frota de 7 milhões de veículos, os edifícios-garagem permanecem no centro histórico como um equipamento urbano de grande utilidade. A pesquisa de Felipe Russo nos últimos dois anos revela o interior misterioso e inacessível destas construções até então conhecidas apenas pelo aspecto exterior bruto e fantasmático.

A exposição Garagem Automática apresenta, de forma inédita, o ensaio sobre esta tipologia urbana realizada em São Paulo. As 25 fotografias capturadas que integram a exposição permitirão aos visitantes conhecer a intimidade destes edifícios, cujo acesso é negado aos usuários.

Título do projeto

Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e seus arredores

Artista

Tuca Vieira

LOCAL

Museu da Cidade de São Paulo / Casa da Imagem

ENDEREÇO

Rua Roberto Simonsen, 136-B, Sé, São Paulo

VISITAÇÃO

  • 09/07/16 – 16/10/16
  • De terça a domingo,
  • das 12 às 19h
  • Entrada franca

REALIZAÇÃO

  • Prefeitura de São Paulo
  • Fernando Haddad
  • Secretaria de Cultura
  • Maria do Rosário Ramalho
  • Museu da Cidade de São Paulo
  • Beatriz Cavalcanti de Arruda
  • Casa da Imagem
  • Henrique Siqueira
  • Monica Caldiron

 

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO DO PROJETO

Marisa S. Mello

TEXTO

Guilherme Wisnik

REVISÃO

Duda Costa

TRADUÇÃO

John Norman

DESIGN GRÁFICO

Marise De Chirico

IMPRESSÃO FOTOGRÁFICA

Giclê Fine Art Print

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Vicente Negrão Assessoria

MOLDURA

Somar

MONTAGEM DE OBRAS

Manuseio

EDUCATIVO

  • Heloiza Soler
  • Júlia Savaglia Anversa
  • Gabriela Goelzer Bacelar

PROGRAMA JOVEM MONITOR CULTURAL

  • Jordi Ximenes,
  • Kathy Carvalho,
  • Larissa Vieira,
  • Michel Santos e
  • Paula Talib Assad

ARTEDUCAÇÃO PRODUÇÕES

  • Rodrigo Monteiro,
  • Anderson Barbosa,
  • André Rosa,
  • Camilla Zarbinati,
  • Gabriel Castro,
  • Marcella Custodio e
  • Rinah Souto

ESTAGIÁRIA

Jaqueline Dias

Nos últimos anos o fotógrafo Tuca Vieira tem se dedicado a projetos internacionais de documentação urbana. A exposição Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e seus arredores apresenta registros da metrópole na sua extensão, dividindo-a em 203 quadrantes semelhantes à divisão utilizada no antigo Guia 4 Rodas de São Paulo. Desde 2015 Vieira percorreu a cidade e realizou fotografias em formato 4×5” em cada recorte geográfico. Esta estratégia permite, por amostragem, criar uma representação da região metropolitana isenta da predileção do autor.Entre as discussões que o projeto permite, destacamos a criação de uma metodologia para representar tamanha extensão territorial, a autoria e ineditismo em projetos fotográficos, a mobilidade na metrópole, além de sintonizar questões como o desenvolvimento urbano da cidade e projetos antecessores, como o de Militão Augusto de Azevedo, fotógrafo do século XIX que o Museu guarda em seu acervo.

Título do projeto

Atletas de Corpo e Alma

Artista

Gustavo Malheiros

LOCAL

Centro Cultural da Justiça Federal

ENDEREÇO

Av. Rio Branco, 241 Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

  • 06/07/2016 – 28/08/2016
  • Terça a Domingo 12 às 19h
  • Entrada franca

Realização

Arte e Ensaio GM

Concepção

Gustavo Malheiros

Curadoria

Milton Guran

Projeto

ArteEnsaio

Produção

Automatica

Produção atletas

  • Gabriela Lima
  • Clara Castro

Gestão

  • ArteEnsaio
  • Silvana Monteiro de Carvalho
  • Paula Feres Paixão
  • Maria Duprat

Design gráfico e expografia

Dínamo | Alexsandro Souza

Manipulação de imagem

  • ArteEnsaio
  • Gilherme Costa
  • Pato Vargas

Impressão

Estúdio Lupa

Molduras

Enquadre

Assessoria de imprensa

  • Fleishmanhillard Brasil
  • Renata Jordão

Assistentes de fotografia

  • Diego Patury Subtzki
  • Fernando Cazaes
  • Pedro Ivo Freitas
  • Rebeca Dourado

VÍDEOS

Integrante da programação oficial do FotoRio 2016, a exposição Atletas de corpo e alma, de Gustavo Malheiros, com curadoria de Milton Guran, apresenta cerca de 60 fotografias de atletas e paratletas de diversas modalidades esportivas.

TÍTULO DO PROJETO
Things That Fit in My Hand

LOCAL
MAM RJ

ENDEREÇO
Avenida Infante Dom Henrique, 85,
Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

21/05/2016 –  03/06/2016

PRODUÇÃO EXECUTIVA
Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO
Luiza Mello

ILUMINAÇÃO
Blight

CENOTÉCNICA
HO Produções e Eventos

Em sua História da Eternidade, Jorge Luis Borges dizia a Lemos no Timeu de Platão que o tempo é uma imagem móvel da eternidade; e isso é apenas um acorde que a ninguém distrai da convicção de ser a eternidade imagem feita de substância de tempo. Essa imagem, essa tosca palavra enriquecida pelas discórdias humanas, é o que me proponho historiar. Gabriela Machado na exposição Things that fit in my hand faz sua própria narrativa sobre o tempo. Um tempo não-linear, composto por labirintos; um tempo esculpido com as mãos. Resultantes de três anos de produção, as esculturas nesta mostra trazem consigo o resultado de uma formalização da passagem do tempo e de como ele pode ser representado a partir de uma percepção do espaço.

Título do projeto

Barrão – Fora daqui

Artista

Barrão

LOCAL

Casa França-Brasil

ENDEREÇO

Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

  • 09/10 – 15/11/2015
  • Terça a Domingo 10 às 20h
  • Entrada franca

Coordenação de Produção

Luiza Mello

Produção

  • Ana Paula Vulcão
  • Arthur Moura

Texto critico

Felipe Scovino

Assistentes do artista

  • Bruno Bellini
  • Osiel Magalhães

Esculturas em fibra

Gabriel Barros

Marcenaria

Leonardo Padilha | DozePolegadas

Fotografia

Francisco de Souza

CASA FRANÇA-BRASIL
Coordenadora-Geral

Jeanine Toledo

Produtora

Lívia Ferraz

Programa Educativo – Coordenadora de Formação e Pesquisa

Cristina de Pádula

Gerente Administrativo – Patrimônio – Serviços Gerais

Marcos Braga

Administração

  • Fabiana Oliveira
  • Selma Fraiman

Manutenção

  • José Rosa Pires
  • Valdeci Costa Lima
  • Victor Ferreira

Esta exposição inaugura uma nova fase na obra de Barrão. A pluralidade de cores encontrada em trabalhos anteriores é substituída por um monocromo, e dois novos materiais são investigados: resina e gesso. O trabalho ganhou uma conotação mais sóbria, o que cria um enlace com o momento atual. Esta afirmação ganha mais sentido – lembrando que o prédio da Casa França Brasil foi uma alfândega e, portanto, porta de entrada para os imigrantes -, com o artista instalando uma barraca e outras “ilhas” que articulam territórios dentro do espaço da Casa. Como formas, desejos, origens e histórias de pessoas tão diferentes podem ocupar o mesmo espaço? Entre ser um lugar de passagem e um abrigo provisório, este território/alfândega encontra nos objetos do artista uma metáfora (utópica) sobre o mundo: na sua capacidade inventiva de aliar formas diversas que separadas seriam completamente antagônicas, como um quebra-cabeça, essas peças se adequam, partilham o mesmo terreno, encontram seus pares e ganham sentido. Finalmente, se deslocássemos esses procedimentos para uma visão política de mundo, as diferenças sociais e políticas seriam mais bem equilibradas.

Felipe Scovino

TÍTULO DO PROJETO

Travessias 4 – Arte Contemporânea na Maré

ARTISTAS

  • Eduardo Coimbra
  • Regina Silveira
  • Marie Carangi
  • Henrique Gomes

LOCAL

Galpão Bela Maré

ENDEREÇO

Rua Bittencourt Sampaio, 169, entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil, Maré – Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

  • 12/09 – 14/11/2015
  • Terça a Sábado 10h as 17h
  • Entrada Franca

REALIZAÇÃO

  • Observatório de Favelas
  • Automatica
  • Rua Arquitetos

DIREÇÃO

  • Observatório de Favelas |
  • Jailson de Souza e Silva
  • Jorge Luis Barbosa
  • Eduardo Alves
  • Elionalva Sousa Silva
  • Erasmo Carlos de O. Castro
  • Raquel Willadino Braga

PRODUÇÃO E GESTÃO

Automatica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

  • Luiza Mello
  • Mariana Schincariol de Mello

GESTÃO

Marisa S. Mello

PRODUÇÃO

  • Ana Paula Vulcão
  • Leticia Libanio

PRODUÇÃO GALPÃO BELA MARÉ

  • Mariluci Nascimento
  • Geisa Lino
  • Alexandre Silva

ARQUITETURA

  • Rua Arquitetos |
  • Pedro Évora
  • Fabiano Pires

CONSULTORIA DE CONTEÚDO

Gabriela Moulin

DESIGN GRÁFICO

Quinta-feira

PROGRAMA EDUCATIVO

COORDENAÇÃO

Janis Clémen

EDUCADORA ASSISTENTE DE COORDENAÇÃO

Letícia Souza

EDUCADORES

  • Cami Carrello
  • Carolina Aleixo
  • Daniel Remilik
  • David Alfredo
  • Nívea Santana
  • Renata Sampaio

ARTICULAÇÃO

Redes de Desenvolvimento da Maré | Eliana Sousa e Silva

COORDENAÇÃO DE ARTICULAÇÃO

Alberto Aleixo

ARTICULADORES

  • Carlos Cunha
  • Loran Santos

ASSESSORIA DE IMPRENSA

  • Observatório de Favelas
  • Silvana Bahia
  • Piê Garcia

COMUNICAÇÃO DIGITAL

  • Observatório de Favelas (Agência Diálogos)
  • 14

COBERTURA FOTOGRÁFICA

  • Observatório de Favelas (Agência Diálogos)
  • Douglas Lopes
  • Gabriela Carrera

AUDIOVISUAL

  • Observatório de Favelas (Agência Diálogos)
  • 14

ILUMINAÇÃO

BLight

ZELADOR

Luiz Gonzaga dos Santos

LIMPEZA

Marcia da Silva Pereira

AGRADECIMENTOS

  • Clarissa Diniz
  • Eduardo Verderame
  • Luiz Zerbini
  • Rodrigo Mascarenhas
  • Tatiana Antunes

APRESENTADO POR

Petrobras

VÍDEOS

A exposição Travessias – Arte Contemporânea na Maré chega ao seu quarto ano de atividades se consolidando como um projeto de reflexão e discussão sobre arte contemporânea e as transformações do espaço urbano na atualidade.

O Travessias entende a arte como um lugar capaz de gerar e transbordar novos contatos afetivos e criativos com o mundo e entre as pessoas. Foram convidados dois artistas – Regina Silveira e Eduardo Coimbra – para produzir obras a partir de um olhar para a Maré. De encontro a este convite, foi aberto pela primeira vez um edital público para receber projetos de artistas não inseridos no circuito de mercado da arte. Dos 122 fluxos de ideias e projetos recebidos, foram selecionadas duas propostas: “Corte estilo guilhotina”, de Marie Carangi e “Interiores da Maré”, da dupla Antonello Veneri & Henrique Gomes.

TÍTULO DO PROJETO

Daniel Steegmann Mangrané e Philipp Van Snick

 ARTISTAS

  • Daniel Steegmann Mangrané
  • Philipp Van Snick

LOCAL

  • Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
  • Casa Modernista

ENDEREÇO

MAM – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

Casa Modernista – R. Santa Cruz, 325 – Vila Mariana, São Paulo

VISITAÇÃO

  • MAM – 05/09/2015 a 01/11/2015
  • Casa Modernista – 19/09/2015 a 01/11/2015

CURADORIA

Marta Mestre

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Luiza Mello

PRODUÇÃO

Arthur Moura

ASSISTENTES DOS ARTISTAS

  • Hanns Lennart Weissner (DSM)
  • Felix Luna (DSM)
  • Laura Van Snick (PVS)
  • Thomas Ost (PVS)

INSTALAÇÃO SONORA

Andrews de Freitas

DESIGN VISUAL

Alexsandro Souza | Dínamo

REVISÃO

Rosalina Gouveia

CENOTÉCNICA

Humberto Silva Junior

VERSÃO EM INGLÊS

  • Chris Burden
  • Marise Barros

AGRADECIMENTOS

  • Afonso Luz
  • Luiza Mello
  • Marijke Dekeukeleire
  • Galeria Mendes Wood DM
  • Galeria Tatjana Pieters

Concebidas em dois capítulos, para duas cidades e para dois espaços singulares da arquitetura modernista brasileira – o Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro e para a Casa Modernista, em São Paulo –, as exposições dos artistas Daniel Steegmann Mangrané e Philippe Van Snick têm como objetivo principal reforçar o dualismo e a simultaneidade no trabalho de ambos.

Se para Daniel Steegmann Mangrané (1977) o fazer artístico opera na dialética entre divisão e união, entre formas geométricas e orgânicas, ou entre cultura e natureza, para Philippe Van Snick (1946), por seu turno, as condições de percepção material são aferidas por princípios matemáticos e aritméticos (especialmente nos seus trabalhos iniciais), e mais recentemente pela sensibilidade que, para o artista, é uma “forma de percepção mental”. No trabalho de ambos, a posição e a experiência (física, subjetiva, política) do espectador adquirem um caráter provisório e fragmentado, e se relacionam, de forma caleidoscópica, com a repartição dos elementos no mundo ao redor.

As duas exposições articulam uma dinâmica própria, não sendo necessário ver uma para saber como “termina a história” da outra. Assemelhando-se com algo, seriam um eco, um mesmo som ouvido distintamente.

(fragmento do texto curatorial de Marta Mestre)

TITULO DO PROJETO

Memórias Capitais

LOCAL

SESC Quitandinha

ENDEREÇO

Avenida Joaquim Rolla, 2 – Petrópolis

VISITAÇÃO

  • 24/07/2015 – 31/08/2015
  • Terça a Sábado 10h as 17h
  • Domingo e feriado 10h as 16h
  • Entrada franca

PROJETO E CONTEÚDO AUDIOVISUAL

Automatica e Estúdio Zut!

CONCEITO ORIGINAL

Matthieu Rougé e Cacá Machado

CRIAÇÃO, CURADORIA E FOTOGRAFIAS

Matthieu Rougé

CRIAÇÃO SONORA

Alessa Camarinha e Matthieu Rougé

EDITOR AFTER EFFECT

Youssef Harmali

SUPERVISÃO TÉCNICA DE CONTEÚDO

Automatica

ARQUITETURA E CONCEPÇÃO EXPOGRÁFICA

Luís Felipe Abbud / NUMENA

SUPERVISÃO TÉCNICA

Lee de Castro e Sergio Santos

COMUNICAÇÃO VISUAL

Alexsandro Souza / DÍNAMO

AGRADECIMENTOS

  • Cacá Machado
  • Christophe Buffet
  • Gabriel Piotto
  • Leticia Falcão
  • Diana Barros

VÍDEO 1 

VÍDEO 2

Memórias Capitais apresenta uma instalação multimídia em que sons e imagens interagem, revelando aspectos das capitais brasileiras. A proposta de embaralhar a divisão geopolítica estabelecida, diluindo fronteiras pré-determinadas, tem os sons auscultados e amplificados, remixados e distribuídos no pavilhão. Nesta poética, a geografia afetiva destas narrativas está sempre em primeiro plano. Os caminhos deste percurso são como fios de memórias que se soltam e se emaranham em novos contextos.

Memórias Capitais registra sons, sinais, ritos, sensações, lugares, hábitos, traços culturais e espaços de convivência experimentados por aqueles que nasceram nas principais cidades do país e vivenciaram o seu cotidiano. Esses patrimônios individuais – memória por vezes difusa, afetiva ou crítica -, sentimentos de pertencimento a um local no tempo e no espaço, são socializados com o público, revelando que a memória é dinâmica, não está presa ao passado, estabelece vínculos com o futuro e, sobretudo, é uma força coletiva que unifica e forma identidades.

TÍTULO DO PROJETO

Rio Setecentista, quando o Rio virou capital

LOCAL

MAR – Museu de Arte do Rio

ENDEREÇO

Praça Mauá, 5, Centro, Rio de Janeiro

VISITAÇÃO

  • 08/07/2015 a 08/05/2016
  • Terça a domingo 10h as 17h

CURADORIA

  • Myriam Andrade Ribeiro
  • Anna Maria Monteiro de Carvalho
  • Margareth Pereira
  • Paulo Herkenhoff

 COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Mariana Schincariol de Mello

 PRODUÇÃO

Ana Paula Vulcão

 ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Leticia Libanio

FOTOGRAFIA

Thales Leite

MUSEU DE ARTE DO RIO – INSTITUTO ODEON

PRESIDENTE

Éder Sá Alves Campos

VICE PRESIDENTE

Afonso Henriques Borges Ferreira

DIRETOR PRESIDENTE

Carlos Gradim

DIRETORA EXCUTIVA

Adriana Karla Rodrigues

DIRETOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO

Luiz Guimarães

DIRETOR DE PROJETOS E GESTÃO

Tiago Cacique

DIRETOR CULTURAL

Paulo Herkenhoff

GERENTE DE CONTEÚDO

Clarissa Diniz

GERENTE DE COMUNICAÇÃO

Hannah Drumond

GERENTE DE PRODUÇÃO

Daniel Bruch

GERENTE DE EDUCAÇÃO

Janaina Melo

VÍDEOS 

A exposição Rio Setecentista, quando o Rio virou capital, propõe um trajeto visual para adentrar esse século da história da cidade. No século XVIII, o Rio de Janeiro torna-se capital do Vice-reino do Brasil e efetivamente se transforma na cidade que conhecemos: área de encontro entre cultura e comércio, polo de urbanidade e símbolo de brasilidade frente ao mundo.

Do Rio setecentista, do Rio do ouro, do barroco e rococó, dos escravos do Valongo e do Paço dos Vice-reis restam sobrevivências. O que desse Rio foi destruído, o que é herança ingrata? Certamente foi no século XVIII que o Rio assegurou sua fama estética. A cidade une beleza natural a beleza urbana, ideia recorrente em propagandas, propostas políticas ou mesmo críticas. Também naquele momento, a população negra expandiu-se, ainda que sempre à margem, e os índios, tão importantes na luta pela posse e fundação da cidade junto aos portugueses, simplesmente desapareceram do registro do desenvolvimento carioca.

O Rio de Janeiro é um lugar privilegiado por natureza, mas é também reflexo de sua complexa e contraditória história. A exposição procura adentrar nessas questões através de obras do acervo do MAR e de outras instituições como o Convento de Santo Antônio e a Fundação Biblioteca Nacional.

TÍTULO DO PROJETO

Imaterialidade

ARTISTAS

  • Anthony McCall
  • Ben Vautier
  • Brigida Baltar
  • Bruce Nauman
  • Carlito Carvalhosa
  • Ceal Floyer
  • Fabiana de Barros e
  • Michel Favre
  • François Morellet
  • James Turrell
  • José Damasceno
  • Keith Sonnier
  • Laura Vinci
  • Marcius Galan
  • Marcos Chaves
  • Paola Junqueira
  • Paulo Vivacqua
  • Ryan Gander
  • Waltercio Caldas

LOCAL

SESC Belenzinho

ENDEREÇO

R. Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo

VISITAÇÃO

  • 01/07 a 27/09/2015
  • Terça a Sábado 9h as 20h
  • Domingo e feriado 9 as 19h
  • Entrada franca

CURADORIA

Adon Peres e Ligia Canongia

PRODUÇÃO

Automatica

COORDENAÇÃO

Luiza Mello

PRODUTOR

Arthur Moura

ARQUITETURA

  • Marta Bogea
  • Tiago Guimarães

IDENTIDADE VISUAL

Celso Longo + Daniel Trench

ASSISTENTES

  • Felipe Sabatini
  • Manu Vasconcelos

PROJETO DE ILUMINAÇÃO

Design da Luz Estúdio

DESIGNER

  • Fernanda Carvalho Assistente
  • Charly Ho

MONTAGEM

Fase Produção

COORDENAÇÃO

Sergio Santos

MONTAGEM DA OBRA

PRECAUÇÃO DE CONTATO

  • Claudia Cardoso
  • Leandra Espírito Santo
  • Helio Bartsch
  • Juan Cordeiro

CONSULTORIA E COORDENAÇÃO

TÉCNICA DA OBRA YOU ARE HERE

Estúdio Laborg

ASSISTENTES DOS ARTISTAS

  • Harsh Nambiar
  • Nicole Wittenberg (A. McCall)
  • Torsten Braun (J. Turrell)

AÇÃO EDUCATIVA

A Contemporânea

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Verbena Comunicação

LOGÍSTICA

AL Consultancy

SEGURO

Affinité

APOIO

  • Electronic Arts Intermix
  • Nova Iorque
  • Franck Marlot
  • Galeria Nara Roesler
  • Galeria Luciana Brito
  • Galeria Luisa Strina
  • George Iso Cohen
  • Häusler Contemp. München/Zürich

Hess Collection Berne

Lisson Gallery London/SP

Regina Mayall Edelman

SESC BELENZINHO

PROGRAMAÇÃO

Salete dos Anjos

COORDENAÇÃO

  • Catia Leandro
  • Juliana Santos

SUPERVISÃO

  • Christine Villa Santos
  • Leandro Ferre Caetano

PRODUÇÃO

Juraci de Souza

Imaterialidade é uma exposição coletiva realizada no SESC Belenzinho, com curadoria de Ligia Canongia e Adon Peres, composta por 22 obras, assinadas por 10 artistas brasileiros – Brígida Baltar, Carlito Carvalhosa, Fabiana de Barros & Michel Favre, José Damasceno, Laura Vinci, Marcius Galan, Marcos Chaves, Paola Junqueira, Paulo Vivacqua e Waltercio Caldas – e 8 artistas de outras nacionalidades – Anthony McCall (Inglaterra), Ben Vautier (Itália), Bruce Nauman (EUA), Ceal Floyer (Paquistão) François Morellet (França), James Turrell (EUA), Keith Sonnier (EUA) e Ryan Gander (Inglaterra).

A exposição mostra os artistas em questão que lidam com esses dois modos de relacionamento com a obra de arte – a questão da “matéria” ou da “não matéria”, onde pode ou não haver uma materialidade concreta. Adon Peres comenta como o espectador se defrontará com essas duas maneiras de percepção artística: “no primeiro caso, se estabelece uma relação específica sujeito-objeto, na qual prevalece certo distanciamento, diferente do segundo, principalmente nas instalações, onde o espectador é literalmente imerso na atmosfera da obra”.